O Atlas Político divulgou nesta segunda-feira (27), no jornal El País, mais uma pesquisa com foco na crise envolvendo saída de Sérgio Moro do governo Bolsonaro.
O levantamento aponta que 54% das pessoas ouvidas defendem o impeachment de Jair Bolsonaro.
A rejeição de Bolsonaro é de 64,4% – diante de 30% de aprovação.
O governo Bolsonaro é avaliado como ruim ou péssimo por 49%. Outros 28% acham o governo regular e 21% classificam como ótimo ou bom.
Pesquisa Escutec e jornal O Estado do Maranhão, divulgada nesta sábado (18), sobre a opinião da população da capital em relação ao enfrentamento do coronavírus revelou aprovação do governador Flávio Dino e reprovação do presidente Jair Bolsonaro.
Perguntados se aprovavam ou reprovavam o desempenho de Flávio Dino no combate ao coronavírus, 62% que disseram que aprovam.
O mesmo questionamento foi feito em relação ao presidente Bolsonaro, 63% responderam que desaprovam.
O isolamento social adotado pelo governo estadual contrário ao que defende o governo federal, a aprovação é de 75%.
247 – Pesquisa feita pelo Atlas Político e divulgada nesta quarta-feira (15) aponta que o governo Jair Bolsonaro sofreu uma piora nos índices de aprovação e a perspectiva de um impeachment começa a aparecer com mais força.
Entre fevereiro e abril, o percentual de pessoas que avaliam o governo como Ruim/Péssimo saltou de 38% para 43% – o maior desde o início do mandato de Bolsonaro. A avaliação positiva baixou 6 pontos: eram 29% que avaliavam o governo como Ótimo/Bom e agora são 23%.
Apenas 37,6% a aprovam o desempenho individual do presidente, enquanto 58,2% desaprovam. Além disso, a pesquisa mostra que 46,5% dos brasileiros já apoia o impeachment de Bolsonaro enquanto 43,7% rejeitam.
A pesquisa mostrou ainda que 72,2% dos entrevistados concordam com o isolamento social e 19,6% são contra.
Sobre o entrave na relação de Bolsonaro com o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, a pesquisa mostra que 76,2% se posicionaram contra a demissão do ministro e apenas 13,7% disseram concordar.
Segundo dados da pesquisa Datafolha divulgados nesta terça-feira (7), pelo jornal Folha de S.Paulo a Pandemia do Coronavírus fez avaliação negativa do presidente Bolsonaro subir entre mais pobres.
Para esse seguimento da população que têm renda familiar de até dois salários mínimos, o desempenho de Bolsonaro no enfrentamento da crise é ruim ou péssimo para 40%. Há duas semanas o percentual era de 33%.
A pesquisa mostra outras variações que justificam a queda de popularidade de Bolsonaro.
A reprovação passou de 29% para 36% para os que recebem de dois a cinco salários. Para os que tem renda de cinco a dez salários, o aumento foi 34% para 42%. Já os que tem renda superior a dez salários houve queda de 51% para 46%.
Levantamento realizado pela consultoria Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro e divulgado nesta quarta-feira (12) pelo El País aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro.
Sem Lula e Sérgio Moro na disputa, o presidente aparece com 41% das intenções de voto, seguido pelo apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Na terceira posição está o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), com 13%, o governador de São Paulo João Doria (PSDB), tem 2,5%.
Contratada pelo Blog do Clodoaldo Corrêa, o Instituto DataIlha divulgou nesta quarta-feira (5) pesquisa de intenção de votos para prefeitura de São Luís. O levantamento foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-01492/2020 e realizada nos dias 29 a 31 de Janeiro 2020. Foram ouvidas 980 eleitores em 40 bairros, a confiança é de 95 %, e margem de erro de 3,3%.
O cenário publicado tem vários pré-candidatos, inclusive alguns do mesmo partido, já que nada impede que alguns mudem de partido para concorrer.
Contratação de serviços de consultoria legislativa custou para a Câmara dos Deputados R$ 16,8 milhões em 2019.
Apesar de a Câmara contar com uma qualificada equipe técnica formada por servidores concursados e que formam um time de 193 consultores legislativos e 37 de Orçamento e Fiscalização Financeira, 332 deputados contrataram no ano passado, empresas e profissionais externos para realizar serviçosde consultoria legislativa, pesquisas e assessoria jurídica.
Todos eles têm direito a R$ 111,6 mil por mês para o custeio de até 25 assessores. (Congresso em Foco)
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5) aponta que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o ex-presidente Lula são os políticos em quem os brasileiros mais confiam. Segundo o levantamento, ambos têm mais credibilidade que o presidente Jair Bolsonaro.
Os pesquisadores pediram para que os entrevistados dissessem qual o nível de confiança que eles têm em 12 diferentes figuras políticas com uma escala de 1 a 10, sendo aqueles que atingem até 5 pontos considerados de baixa confiança, de 6 a 8 de média confiança e, de 9 a 10, de alta confiança.
Moro e Lula lideram entre aqueles que têm a maior credibilidade: 33% e 30% de alta confiança, respectivamente – um empate dentro da margem de erro. O ex-juiz federal lidera a lista, no entanto, por ter um nível de desconfiança menor que o do ex-presidente. 23% consideram que têm confiança média no ministro e 42% apontaram baixa confiança. Já no caso do petista, a confiança média ficou em 16% e a baixa confiança atingiu 53%.
O ex-juiz federal e o ex-presidente também são aqueles que mais aumentaram sua credibilidade entre os brasileiros nos últimos anos. A confiança em Lula, que estava em queda, voltou a subir: foi de 20% de alta confiabilidade em fevereiro de 2016 para 30% agora. Já a de Moro foi de 14% para 33%. (Revista Fórum)