A Vigilância Sanitária e a Polícia Militar realizaram na manhã desta segunda-feira (27), fiscalização na área da Ponta D’Areia, em São Luís, e no local onde no fim de semana, aconteceu aglomeração, festa e desrespeito às determinações sanitárias relacionadas à pandemia do novo coronavírus.
“Equipes da Vigilância e da Polícia Militar vistoriaram a área e interditaram a estrutura montada na praia da Península. A medida busca interromper as aglomerações que ocorreram no local no último fim de semana. O distanciamento social continua sendo indispensável para a segurança da população em tempos de pandemia”, disse Carlos Lula, Secretário Estadual de Saúde, no twitter.
Wellington Dias (PT), governador do Piauí/Foto: Reprodução
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), reagiu através de nota, sobre a “Operação Topique”, deflagrada na manhã desta segunda-feira (27), cujo governador foi um dos alvos.
Ele classificou a ação da PF como “mais um espetáculo de um processo que começou em 2013, quando não era governador”.
A operação foi determinada pela Juntiça Federal no Piauí e realizada em conjunto com a Controladoria Geral da União e Ministério Público Federal. Ela foi iniciada em 2018, essa foi a terceira etapa e teve 12 mandados de busca e apreensão em Teresina e Brasília.
Nota
Mais um espetáculo em nome de investigação. Desta operação já é o terceiro espetáculo, um processo que vem de 2013, quando eu nem era governo, em contratos qye seguia um padrão nacional, pagamento por quilômetro rodado. Quando a Sec Rejane assumiu a Sec da Educação em 2015, tinha que começar as aulas em fevereiro, os contratos estavam vencendo e, com base em parecer técnico e na lei, considerando a necessidade de não prejudicar aos alunos que precisavam de transporte escolar, foi renovado o contrato, dando tempo para nova licitação e novos contratos.
Fizemos uma mudança que hoje é modelo para outros Estados e municípios, em que passamos a pagar por aluno transportado, como se paga uma passagem de ônibus. Neste caso, como diz o processo, o Estado seria vítima, alegação é que algum contratado pudesse cobrar uma quantidade de km rodado maior que o tamanho das rotas.
Fica mais ridícula e desnecessária por que estamos falando de um fato de 2013, com operação em 2020, quando a ex Secretaria da Educação, hoje deputada federal, se prontificou a colaborar, por duas vezes nos últimos meses se colocou a disposição para prestar depoimento, para repassar todo e quakquer documento ou equipamento que precisar, fez questão de registrar assim, e foi dito que não era possível ela depor agora por que tinha a pandemia e estavam suspensos os depoimentos.
A operação na Câmara, na casa onde hoje quem mora é nosso filho e família, que nunca trabalharam para o estado. Ele é médico e salvando vidas pegou coronavirus… o espetáculo está feito. Ela afirma que a vida inteira agiu na forma da lei, está com a consciência tranquila, pronta para colaborar, e espera agora o direito de ser ouvida.
Acho eu que, infelizmente, muitos espetáculos ainda virão. Ainda bem que temos a lei de abuso de autoridade e estamos tratando com advogados sobre isto.
Jair Bolsonaro voltou a se encontrar com apoiadores na frente do Palácio do Planalto neste sábado, 18 de abril (Foto: Sergio LIMA / AFP)
Um grupo de 152 bispos, arcebispos e bispos eméritos do Brasil divulgou neste domingo 26 uma nota de repúdio ao presidente Jair Bolsonaro e à maneira que seu governo atua durante a pandemia do novo coronavírus.
Chamada de “Carta ao Povo de Deus, o grupo diz que o Brasil atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história, vivendo uma “tempestade perfeita” e cita os erros cometidos pelo governo federal.
“Assistimos, sistematicamente, a discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela COVID-19, tratando-o como fruto do acaso ou do castigo divino, o caos socioeconômico que se avizinha, com o desemprego e a carestia que são projetados para os próximos meses, e os conchavos políticos que visam à manutenção do poder a qualquer preço”, dizem os líderes católicos.
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) iniciou a entrega centenas de termômetros digitais infravermelhos nas regiões do Maranhão.
Já foram adquiridos 1.500 deles para serem usados nas escolas.
As escolas públicas devem reabrir as portas a partir do dia 31 de julho. Já estudantes que cursam a 3ª série do Ensino Médio devem regressar no dia 10 de agosto.
Já receberam equipamentos as Unidades Regionais de Educação (UREs) dos municípios de Viana, Pinheiro, Santa Inês, Açailândia, Imperatriz, Balsas, São João dos Patos, Presidente Dutra e Barra do Corda.
A segunda leva de equipamentos do tipo será entregue nas UREs de Rosário, Itapecuru-Mirim, Chapadinha, Codó, Caxias, Timon, Pedreiras e Bacabal.
Os termômetros digitais infravermelhos vêm sendo usados em vários países do mundo desde o início da pandemia de Covid-19. O equipamento é utilizado para rastreio de possíveis casos de infecção, já que a febre é um dos sintomas mais frequentes da Covid-19.
Além dos termômetros também está sendo entregue 646.174 máscaras de tecido (para serem distribuídas entre os alunos e o corpo administrativo das escolas) e 1.157 vasilhames de álcool gel 500 ml, para reduzir ainda mais os riscos de contaminação no ambiente escolar.
Alvos de investigações sobre disseminação de fake news, bolsonaristas tiverem suas contas no Twitter excluídas nesta sexta-feira (24) por determinação do ministro STF, Alexandre de Moraes.
Entre os alvos estão o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os empresários Luciano Hang, Edgard Corona, Otávio Fakhoury, Bernardo Küster, além do blogueiro Allan dos Santos e do assessor do deputado estadual de São Paulo Edson Salomão.
Em maio, eles foram alvos de busca e apreensão autorizadas pelo ministro, em desdobramento do inquérito das fake news, que apura ataques a ministros da Corte e disseminação de notícias falsas.
Em nota, o Twitter disse que “agiu estritamente em cumprimento a uma ordem legal proveniente de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF)”.
Advogados dos investigados disseram à TV Globo que recorreram da decisão do ministro do STF. (Informações G1)
O governo foi alertado, em maio de 2020, de que o Brasil poderia ter falta de medicamentos usados nas UTIs em pacientes com covid-19 —doença causada pelo novo coronavírus.
Mesmo assim, decidiu investir na compra de cloroquina e hidroxicloroquina (fármacos que não têm eficácia comprovada contra a doença) e, agora, tem mais de 4 milhões de comprimidos em estoque.
As informações estão em atas de reuniões do COE (Comitê de Operações de Emergência).
O comitê é formado por especializados em emergências de saúde pública. Entre os orgãos no COE estão o Ministério da Saúde, a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Instituto Evandro Chagas. (O Estado de S. Paulo)
“Nos últimos dias, vídeos de incidentes ocorridos entre mim e guardas municipais de Santos têm motivado intenso debate na mídia e nas redes sociais, com repercussão nacional.
Realmente, no último sábado (18/07) me exaltei, desmedidamente, com o guarda municipal CÍCERO HILÁRIO, razão pela qual venho a público lhe pedir desculpas.
Minha atitude teve como pano de fundo uma profunda indignação com a série de confusões normativas que têm surgido durante a pandemia – como a edição de decretos municipais que contrariam a legislação federal – e às inúmeras abordagens ilegais e agressivas que recebi antes, que sem dúvida exaltam os ânimos.
Nada disso, porém, justifica os excessos ocorridos, dos quais me arrependo. O guarda municipal CÍCERO HILÁRIO só estava cumprindo ordens e, na abordagem, atuou de maneira irrepreensível.
Estendo as desculpas a sua família e a todas as pessoas que se sentiram ofendidas.