Aliados de Bolsonaro já admitem que derrota pode ocorrer no 1º turno

Do Uol

Setores importantes do Centrão, aliado de Bolsonaro no Congresso, já reconhecem a grande possibilidade de derrota do presidente em 2022.

O cenário traçado é visto com tanta preocupação pelos os aliados, que segundo eles, Bolsonaro poderá perder a eleição ainda no primeiro turno.

Na avaliação desses setores, o cenário mais favorável a Bolsonaro, mas que não significaria a certeza da reeleição, só poderá ocorrer em caso de mudança radical da postura do presidente e melhora significativa na econômica, aspectos considerados difíceis de ocorrer.

Com inflação, juros e desemprego em alta, a população sente os efeitos da deterioração econômica e do aumento do preço dos alimentos, do gás de cozinha, da conta de luz e da gasolina. Não se trata de uma situação vista como passageira e, além de tudo, é agravada por uma nova onda da pandemia, crise hídrica e arroubos autoritários de Bolsonaro, que investe em ameaças à democracia e em conflitos institucionais.

Prorrogadas inscrições de 4 editais da 2ª fase da Lei Aldir Blanc no MA

O governo do Maranhão prorrogou nesta quinta-feira, dia 26, o prazo de inscrições de quatro editais da segunda fase da Lei Aldir Blanc.

Os interessados em participar dos editais Fomento a Projetos, Produção de Games, Literatura e Artesanato, agora poderão fazerem suas propostas e efetivar inscrições até às 23h59 do domingo, dia 29.

Os editais estão disponíveis para acesso público no site da Secma (cultura.ma.gov.br), onde constam todas as regras para participação.

As premiações vão de R$ 3.000,00 a R$ 80.000,00. As inscrições e cadastros podem ser feitas na plataforma leialdirblanc.secma.ma.gov.br

‘Não quero modelo cubano ou chinês, mas o inglês’, Lula sobre mídia.

O ex-presidente Lula, líder em todas as pesquisas eleitorais para as eleições de 2022, disse nesta quinta-feira, dia 26, nas redes sociais que o modelo da mídia no Brasil, “é de quando a gente escrevia carta”.

Lula voltou a defender a ‘regulamentação da mídia’ no Brasil, aos críticos da polêmica medida enviou a seguinte mensagem, “não quero modelo cubano ou chinês, quero o modelo inglês”.

Durante a recente passagem de Lula pelo Maranhão, foi questionado sobre sobre o projeto de regulamentação dos meios de comunicação no Brasil, após duras críticas a setores da imprensa brasileira admitiu que essa é uma autocrítica que precisa fazer.

“Tenho que fazer uma autocrítica. Nós não tratamos a reforma da comunicação, como deveria ser tratada (..) Aprovamos um programa para que a gente pudesse regulamentar os meios de comunicação. Eu não sei por que ‘cargas d’água’ não foi colocado no Congresso esse projeto (..) “Eu gostaria que a Rede Globo pedisse desculpas pra mim”, disse Lula.

O polêmico projeto de regulamentação da mídia no Brasil, sempre defendido pelo PT e que não foi viabilizado quando estava no poder, voltou a ser utilizado por setores da grande imprensa e adversários de Lula, para dizer que o petista é tão autoritário quanto Bolsonaro.

Governadores do NE garantem que Estados defenderão legalidade e paz

O Fórum dos Governadores do Nordeste reunidos no Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira, dia 25, atenderam a proposta do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), e divulgaram uma Carta à Nação defendendo a legalidade no país.

“Fiz agora a proposta e foi acolhida, por unanimidade, no Fórum de Governadores do Nordeste, reunido em Natal, uma Carta à Nação defendendo a legalidade e reiterando que as forças policiais estaduais não participarão de tumultos e golpes”, destacou Dino nas redes sociais.

3ª dose da vacina contra Covid começa dia 15 de setembro

Do Uol

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quarta-feira, dia 25, a aplicação da terceira dose da vacina contra Covid-19, em idosos e imunossuprimidos no próxima dia 15 de setembro.

Na mesma data começará a redução do intervalo da vacinação da Pfizer e AstraZeneca, de 12 para 8 semanas.

A imunização extra contemplará idosos a partir de 70 anos, sendo que os primeiros a receberem a vacinação serão os acima de 80 anos.

Bolsonaro não quer Moraes comandando as Eleições em 2022

De acordo com a coluna do Tales Farias no Uol, nesta terça-feira, dia 24, o objetivo de Bolsonaro com o pedido de impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes, é desgastá-lo e impedir que ele presida as eleições de 2022.

O atual vice-presidente do TSE, Edson Fachin, assume o comando da corte em fevereiro de 2022, mas fica no cargo só até agosto. O critério de sucessão é a data da posse como membro do TSE.

Segue, portanto, a ordem que cada ministro assumiu no STF.

Assim, o presidente do tribunal após Fachin será o ministro Alexandre de Moraes.

Para Dino, tudo indica que Bolsonaro tentará invadir o Congresso ou o STF

Os governadores se reuniram nesta segunda-feira, dia 23, para discutirem a crise entre os poderes.

Hoje em entrevista ao Uol News , o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), disse que os últimos posicionamentos do presidente indicam que Bolsonaro e seus aliados tentarão invadir o Congresso Nacional ou mesmo do STF, semelhante ao que ocorreu no Capitólio nos EUA, após as eleições.

“Acho que a atitude nesse momento deve ser de serenidade, porém, de firmeza porque mesmo que ele [Bolsonaro] não tenha êxito nessas tentativas de invadir o Congresso, invadir o Supremo, coisas desse tipo, tudo indica que algo desse tipo será tentado. E ao tentar, já há vítimas. Nós vimos isso no Capitólio, nos EUA. E temos que evitar essa confrontação entre brasileiros. A paz deve prevalecer, o respeito às regras da democracia deve prevalecer”, afirmou o governador.

Para ele, se as eleições presidenciais em 2022 ocorrerem com esse “clima gerado pelo Bolsonaro” é possível que o país se depare com confrontações e uma possível guerra civil.

“Porque se nós formos para a eleição nesse clima gerado pelo Bolsonaro, nós podemos não ter problemas agora no 7 de setembro, mas podemos ter problema no outro 7 de setembro quando se avizinhará a derrota eleitoral do Bolsonaro. E, aí sim, no ambiente eleitoral eles podem perpetrar algum tipo de confrontação, assolar ódio, gerar uma espécie de guerra civil. Então é uma situação muito grave e o general Mourão, repito, apesar de ser uma pessoa à direita, é uma figura que tem se comportado de modo sério, respeitável, diferente do presidente da República”, ponderou Dino.