Wellington Dias (PT), governador do Piauí/Foto: Reprodução
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), reagiu através de nota, sobre a “Operação Topique”, deflagrada na manhã desta segunda-feira (27), cujo governador foi um dos alvos.
Ele classificou a ação da PF como “mais um espetáculo de um processo que começou em 2013, quando não era governador”.
A operação foi determinada pela Juntiça Federal no Piauí e realizada em conjunto com a Controladoria Geral da União e Ministério Público Federal. Ela foi iniciada em 2018, essa foi a terceira etapa e teve 12 mandados de busca e apreensão em Teresina e Brasília.
Nota
Mais um espetáculo em nome de investigação. Desta operação já é o terceiro espetáculo, um processo que vem de 2013, quando eu nem era governo, em contratos qye seguia um padrão nacional, pagamento por quilômetro rodado. Quando a Sec Rejane assumiu a Sec da Educação em 2015, tinha que começar as aulas em fevereiro, os contratos estavam vencendo e, com base em parecer técnico e na lei, considerando a necessidade de não prejudicar aos alunos que precisavam de transporte escolar, foi renovado o contrato, dando tempo para nova licitação e novos contratos.
Fizemos uma mudança que hoje é modelo para outros Estados e municípios, em que passamos a pagar por aluno transportado, como se paga uma passagem de ônibus. Neste caso, como diz o processo, o Estado seria vítima, alegação é que algum contratado pudesse cobrar uma quantidade de km rodado maior que o tamanho das rotas.
Fica mais ridícula e desnecessária por que estamos falando de um fato de 2013, com operação em 2020, quando a ex Secretaria da Educação, hoje deputada federal, se prontificou a colaborar, por duas vezes nos últimos meses se colocou a disposição para prestar depoimento, para repassar todo e quakquer documento ou equipamento que precisar, fez questão de registrar assim, e foi dito que não era possível ela depor agora por que tinha a pandemia e estavam suspensos os depoimentos.
A operação na Câmara, na casa onde hoje quem mora é nosso filho e família, que nunca trabalharam para o estado. Ele é médico e salvando vidas pegou coronavirus… o espetáculo está feito. Ela afirma que a vida inteira agiu na forma da lei, está com a consciência tranquila, pronta para colaborar, e espera agora o direito de ser ouvida.
Acho eu que, infelizmente, muitos espetáculos ainda virão. Ainda bem que temos a lei de abuso de autoridade e estamos tratando com advogados sobre isto.
Jair Bolsonaro voltou a se encontrar com apoiadores na frente do Palácio do Planalto neste sábado, 18 de abril (Foto: Sergio LIMA / AFP)
Um grupo de 152 bispos, arcebispos e bispos eméritos do Brasil divulgou neste domingo 26 uma nota de repúdio ao presidente Jair Bolsonaro e à maneira que seu governo atua durante a pandemia do novo coronavírus.
Chamada de “Carta ao Povo de Deus, o grupo diz que o Brasil atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história, vivendo uma “tempestade perfeita” e cita os erros cometidos pelo governo federal.
“Assistimos, sistematicamente, a discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela COVID-19, tratando-o como fruto do acaso ou do castigo divino, o caos socioeconômico que se avizinha, com o desemprego e a carestia que são projetados para os próximos meses, e os conchavos políticos que visam à manutenção do poder a qualquer preço”, dizem os líderes católicos.
Alvos de investigações sobre disseminação de fake news, bolsonaristas tiverem suas contas no Twitter excluídas nesta sexta-feira (24) por determinação do ministro STF, Alexandre de Moraes.
Entre os alvos estão o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os empresários Luciano Hang, Edgard Corona, Otávio Fakhoury, Bernardo Küster, além do blogueiro Allan dos Santos e do assessor do deputado estadual de São Paulo Edson Salomão.
Em maio, eles foram alvos de busca e apreensão autorizadas pelo ministro, em desdobramento do inquérito das fake news, que apura ataques a ministros da Corte e disseminação de notícias falsas.
Em nota, o Twitter disse que “agiu estritamente em cumprimento a uma ordem legal proveniente de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF)”.
Advogados dos investigados disseram à TV Globo que recorreram da decisão do ministro do STF. (Informações G1)
O governo foi alertado, em maio de 2020, de que o Brasil poderia ter falta de medicamentos usados nas UTIs em pacientes com covid-19 —doença causada pelo novo coronavírus.
Mesmo assim, decidiu investir na compra de cloroquina e hidroxicloroquina (fármacos que não têm eficácia comprovada contra a doença) e, agora, tem mais de 4 milhões de comprimidos em estoque.
As informações estão em atas de reuniões do COE (Comitê de Operações de Emergência).
O comitê é formado por especializados em emergências de saúde pública. Entre os orgãos no COE estão o Ministério da Saúde, a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Instituto Evandro Chagas. (O Estado de S. Paulo)
“Nos últimos dias, vídeos de incidentes ocorridos entre mim e guardas municipais de Santos têm motivado intenso debate na mídia e nas redes sociais, com repercussão nacional.
Realmente, no último sábado (18/07) me exaltei, desmedidamente, com o guarda municipal CÍCERO HILÁRIO, razão pela qual venho a público lhe pedir desculpas.
Minha atitude teve como pano de fundo uma profunda indignação com a série de confusões normativas que têm surgido durante a pandemia – como a edição de decretos municipais que contrariam a legislação federal – e às inúmeras abordagens ilegais e agressivas que recebi antes, que sem dúvida exaltam os ânimos.
Nada disso, porém, justifica os excessos ocorridos, dos quais me arrependo. O guarda municipal CÍCERO HILÁRIO só estava cumprindo ordens e, na abordagem, atuou de maneira irrepreensível.
Estendo as desculpas a sua família e a todas as pessoas que se sentiram ofendidas.
O governo do Maranhão, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia, se reuniu esta semana em São Luís, com representantes do 3º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército, onde foi tratado o andamento da recuperação da BR-135.
“Estamos acompanhando de perto a recuperação da BR-135, que conta com o apoio da Seinc desde o início. Estamos empenhados em agilizar o processo juntamente ao Exército, assim como o funcionamento da base, para entregarmos esta importante via de transporte que impacta diretamente na vida dos maranhenses”, afirmou Simplício Araújo, o secretário de Indústria e Comércio.
No encontro também foi tratado sobre as condições da área cedida pela Seinc ao Exército, onde seria instalada a refinaria Premium, para construção de uma usina de asfalto. O objetivo é da mais celeridade às obras.
Depois dos testes da vacina de Oxford, que forneceu 5 mil doses a voluntários brasileiros, e início das aplicações da chinesa CoronaVac no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mais um ensaio clínico para verificar a eficácia de duas novas vacinas contra o novo coronavírus.