Entregue no Maranhão mais um Hospital de Campanha em Bacabal

 

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Na batalha contra o coronavírus no Maranhão, mais um Hospital de Campanha e Ambulatório foi entre no estado, dessa vez em Bacaba região do Médio Mearim. O hospital com 30 leitos, sendo 25 enfermarias e 5 UTIs, é fruto de parceria com o município. o Governo disponibilizou médicos, equipamentos e medicação.

O Hospital de Campanha de Bacabal será responsável por fazer o acolhimento de pacientes com classificação moderada da doença.

O hospital conta com cerca de 200 profissionais, formada por médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, farmacêuticos, assistente social e maqueiros. Logo depois de entregue, o hospital iniciou os atendimentos.

A unidade receberá pacientes regulados do Hospital Municipal Veloso Costa, porta de entrada para os casos suspeitos. Ao todo, são 62 leitos, destes, 30 são exclusivos para coronavírus no centro de saúde municipal. Por dia cerca de 150 atendimentos são realizados.

O Hospital Regional Drª Laura Vasconcelos, que pertence à rede de Estado da Saúde, continuará trabalhando na recepção de pacientes considerados graves. Atualmente, a unidade estadual está com 24 pacientes clínicos e 5 em UTI. Aqueles que apresentarem complicações no quadro de saúde serão colocados na regulação e transferência para hospitais de alta complexidade da capital.

Lula Fylho chama denúncia de Umbelino Junior sobre EPIs de ‘caluniosa’

 

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Vereador Umbelino Junior e o Secretario Municipal Lula Fylho (Saúde)/Polêmica depósito de EPIs

O Secretario de Saúde de São Luís, Lula Fylho, em vídeo divulgado nas redes sociais nesta sábado (16), chama de ‘caluniosa’ a denuncia do vereador Umbelino Júnior, sobre o depósito com EPIs (Equipamento de Proteção Individual), de responsabilidade da Prefeitura de São Luís.

Segundo Lula Fylho, os equipamentos estão armazenados para serem distribuídos nas unidades de saúde, estando tudo devidamente dentro da Lei.

Primeiro dia de lockdown é marcado por grande adesão na Grande São Luís

 

loc na ilhaLocais na capital maranhense que normalmente apresentam grande movimentação e aglutinação de pessoas como Avenida Litorânea, Anel Viário, Terminal da Praia Grande, entrada da cidade e Terminal da Ponta da Espera ficaram esvaziados ou com pouca circulação nesta terça-feira (5), o primeiro dia do lockdonw (bloqueio) na Ilha de São Luís.

O lockdown foi pedido pelo Ministério Público, concedido pela Justiça e acatado pelo Governo do Maranhão, que pôs em prática diversas medidas. Elas valem até o dia 14, somente na Ilha de São Luís.

O objetivo é reduzir a curva de contágio do coronavírus, cujos casos estão concentrados na Região Metropolitana.

Para ajudar a reduzir a circulação e induzir o cumprimento as regras do lockdown, foram montados 50 pontos de bloqueio em diversas partes da Ilha. Policiais militares e outros profissionais ajudam na operação.

Nesses bloqueios, só pôde passar quem preenchia os requisitos estabelecidos pelos decretos. Entre eles, profissionais de saúde a trabalho, funcionários e servidores de serviços essenciais e caminhões de carga.

Os trabalhadores de serviços essenciais tiveram que mostrar a Declaração de Serviço Essencial, fornecida pelas empresas. O modelo está disponível nos canais oficiais do Governo do Estado.

O documento tem que estar em papel timbrado. Os trabalhadores devem andar com o original. Cópias não são aceitas.

No caso dos caminhões de carga, a circulação foi liberada para abastecer os mercados, que continuam abertos. O mesmo acontece com feiras, hospitais e farmácias, por exemplo.

O sistema de transporte coletivo semiurbano está operando com frota de 50%, com a obrigatoriedade de passageiros sentados e com máscara. Sobre os ferryboats, houve redução para quatro viagens diárias para atender prioridades como caminhões, viaturas e ambulâncias.

As regras

Só podem funcionar serviços essenciais, como os mercados. A venda de alimentos está liberada. Podem funcionar supermercados, mercadinhos, feiras, quitandas e estabelecimentos que vendam alimentos.

Mas todas as empresas e todos os estabelecimentos abertos precisam seguir regras para evitar aglomerações e reduzir o risco de contágio.

Caminhões com cargas de alimentos e produtos de limpeza e higiene, entre outros itens, podem entrar e sair da Ilha.

Podem continuar circulando pessoas que trabalham em atividades essenciais ou que estejam se deslocando em busca de um serviço essencial. Por exemplo, um médico pode sair para o trabalho ou uma pessoa pode ir ao mercado comprar alimentos e produtos de limpeza.

Atividades liberadas

– Supermercados, feiras, quitandas e estabelecimentos semelhantes; delivery de alimentos; venda de produtos de limpeza e de higiene pessoal;
– Hospitais, clínicas e laboratórios; farmácias; clínicas veterinárias para casos urgentes;
– Postos de combustíveis; abastecimento de água e luz; coleta de lixo; imprensa; serviços funerários; telecomunicações; segurança privada;
– Serviços de manutenção, segurança, conservação, cuidado e limpeza em ambientes privados (empresas, residências, condomínios);
– Oficinas e borracharias; pontos de apoio para caminhoneiros nas estradas, como restaurantes e pontos de parada;
– Serviços de lavanderia; comércio de álcool em gel; indústrias do setor de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza

Eliziane Gama sugere utilização dos CRAS e CREAS para que ‘invisíveis’ recebam o auxílio de R$ 600

 

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Senador Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Fodo: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) está sugerindo ao governo Bolsonaro, a utilização dos CRAS e CREAS para que os milhões de ‘invisíveis’ que estão esperando o benefício de R$ 600, destinados em razão da crise do coronavírus, possam finalmente serem localizados e recebam o dinheiro.

“Milhões de brasileiros sem CPF, celular e até endereço precisam urgentemente do auxílio de 600 reais, aprovado pelo Congresso. O momento pede parceria entre União e municípios p/ resolver esse drama. Os CRAS, CREAS e Centros Pop podem ajudar na busca ativa dos mais necessitados (..) Dos 123 bilhões disponibilizados pelo Congresso, apenas 32 bilhões chegaram aos mais necessitados. Há milhões de brasileiros fora dos cadastros oficiais do governo. É urgente um trabalho conjunto c/ a Rede Suas e os munícípios p/ chegar aos cidadãos “invisíveis”. A fome ñ espera”, cobrou Eliziane.

Foi preciso a pandemia para descobrirem que existem quase 50 milhões de pessoas no país que não existem nos dados do governo, o que representa algo entorno de 25% da população. Eles se cadastraram para receberem o auxílio de R$ 600, mas ainda não conseguiram.

Confirmado primeiro caso do novo coronavírus em São Luís Gonzaga

 

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IMG-20200428-WA0091O município de São Luís Gonzaga do Maranhão teve nesta terça–feira (28), o primeiro caso confirmado do novo coronavírus. A pessoa com testagem positiva para Covid-19 é homem de 59 anos, ele está em casa em observação de profissionais na área da área de saúde.

A secretária de Saúde do Município, Socorro Martins, confirmou o caso através de um vídeo nas redes sociais e reforçou o apelo para que as pessoas adotam medidas de prevenção.

Na Região do Médio Mearim outros municípios além de São Luís Gonzaga também já apresentaram confirmações de casos como: Bacabal (29), Pedreiras (5), e Trizidela do Vale (3).

MPF-MA aciona na Justiça prefeito Francisco Gonçalves de Sousa de Maracaçumé

 

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Prefeito de Maracaçumé, Francisco Gonçalves de Sousa/Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal no Maranhão acionou na Justiça o prefeito de Maracaçumé, Francisco Gonçalves de Sousa Lima (PRB), por não prestar contas dos recursos repassados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), destinados à recuperação de 10,40 km de estrada vicinal de acesso ao Pará.

O MPF destaca que os recursos, no valor de R$ 444.231,00, foram repassados no exercício de 2013 e que o prazo final para prestação de contas encerrou no dia 1 de março de 2018. No entanto, mesmo sendo notificado pelo Incra, o prefeito deixou de se manifestar e não prestou contas dos recursos recebidos. Continue lendo

Para Frente Nacional de Prefeitos Bolsonaro tentou fugir da responsabilidade

 

FNP

Do Poder 360

A FNP (Frente Nacional de Prefeitos) criticou o pronunciamento em rede nacional de TV e Rádio nesta 5ª feira (8.abr.2020). Para a instituição, o presidente tentou fugir de sua responsabilidade jogando as decisões de fechar cidades para governos e prefeituras.

Eles argumentam, entretanto, que procuraram o governo federal duas vezes para orientações em relação ao tema e não tiveram resposta.

“O presidente apesar de dizer que respeita a autonomia dos governadores e prefeitos, distancia-se e opõe-se quando afirma que “muitas medidas de forma restritiva, ou não, são de responsabilidade exclusiva dos mesmos”, escreve em ofício.

A instituição, que reúne cidades com mais de 80 mil habitantes, também questiona o trecho do discurso em que Bolsonaro afirma que as medidas restritivas seriam tomadas sem consulta ao governo federal.

“Essas declarações, além de lamentáveis, porque tentam eximir o presidente de suas atribuições de chefe de Estado, autoridade que tem como dever zelar pela harmonia da federação, também não são verdadeiras”, disseram.

No documento divulgado nesta 5ª feira (8.abr), os prefeitos afirmam ter procurado o governo para receberem orientações no enfrentamento à pandemia em 27 de março. Como não tiveram resposta, voltaram a questionar o Executivo em 30 de março. Também não teriam sido atendidos.

“Diante disso, prefeitas e prefeitos das cidades com mais de 80 mil habitantes, que reúnem 61% da população e produzem 75% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, reafirmam que continuarão trabalhando incansavelmente para prestar o melhor atendimento possível à população e também continuarão reforçando as medidas de isolamento social, como forma de não causar um colapso no Sistema Único de Saúde”, encerram o comunicado.

Integra do oficio da FNP

Aprovado projeto que preserva valor de repasses a Estados e Municípios

 

Congresso em Foco
Foto: Reprodução

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) o projeto que obriga o governo federal a garantir a estados e municípios repasses iguais aos de 2019 do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os deputados analisam agora propostas de mudanças no texto-base. O projeto seguirá para análise do Senado Federal.

De acordo com o PL 1161/2020, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), a União terá de complementar a perda de arrecadação resultante da crise econômica relacionada à pandemia de covid-19.

A Constituição determina que a União repasse ao FPE um total de 21,5% e, ao FPM, 24,5% do produto líquido da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). (Congresso em Foco)