Governador do Rio é criticado duramente nas redes sociais neste domingo

 

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, ainda não se manifestou em relação ao assassinato de Ágatha Félix, criança de 8 anos morta com um tiro de fuzil desferido pela PM no Complexo do Alemão, ocorrido na madrugada de sexta-feira para sábado (21).

Às 9h deste domingo (22), voltou ao Twitter, apenas para comemorar o aniversário do município do São Gonçalo. Seguidores se revoltaram e lotaram o espaço de comentários da publicação com críticas.

A morte de Ágatha se soma às inúmeras outras, principalmente de negros e pobres moradores de comunidades, que vêm aumentando desde que Wilson Witzel assumiu como governador do Rio de Janeiro.

Witzel é entusiasta de uma política de segurança agressiva, e causou polêmica ainda no ano passado, quando disse que a polícia sob seu comando vai “mirar na cabecinha e fogo”. Ele já chegou, inclusive, a lamentar por não poder disparar mísseis em comunidades do Rio. (Revista Fórum)

Governadores do Nordeste se reúnem no Rio Grande do Norte

 

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O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), uma das vozes mais contestadora e lucidas na atual conjuntura política brasileira, também mantém uma agenda intensa nacionalmente. A sua ideia de uma frente ampla de centro esquerda vem tomando corpo e já é encarada como alternativa para 2020 e 2022.

No  twitter nesta segunda-feira (16), ele anunciou sua participação em mais uma reunião do Consórcio Nordeste, que acontece no Rio Grande do Norte. Flávio Dino também mantém liderança e protagonismo entre os governadores da Amazônia Legal.

‘Participo hoje da reunião do Consórcio Nordeste, realizada no Rio Grande do Norte. Debatemos sobre simplificação e justiça do sistema tributário no Brasil, parcerias administrativas na área da saúde e dos direitos do consumidor, além da pauta federativa no Congresso Nacional’, destacou Flávio Dino nas redes sociais.

‘Amigo sincero’ ajudaria Bolsonaro a evitar crises externas, diz Dino

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão/Foto: Reprodução

BRASÍLIA  –  O governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), disse nesta quinta-feira que espera que o presidente Jair Bolsonaro tenha um “amigo sincero” perto dele para que o alerte sobre os riscos de se produzir incidentes internacionais “todos os dias.”

A afirmação faz referência às recorrentes trocas de farpa protagonizadas por Bolsonaro com líderes de outros países e órgãos internacionais. Ontem, o presidente atacou a líder chilena Michelle Bachelet.

“Espero que [Bolsonaro] tenha algum amigo sincero perto dele. Não é algo correto todos os dias produzir incidentes internacionais. Não ajuda o Brasil. Digo isso como um autêntico patriota que acredita no Brasil”, afirmou.

Dino falou sobre o assunto durante debate promovido pelo Conselho das Américas, organização empresarial norte-americana cujo objetivo é promover o livre comércio no continente.

Ao ser questionado, numa escala de 0 a 100, em qual medida as declarações do presidente Bolsonaro atrapalham a atuação de investidores no país, Dino enfatizou: “100”. Já o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que também participou do evento, optou por uma resposta mais política.

“Questões políticas sempre interferem mas não são uma peculiaridade do Brasil. Declarações do Trump também [atrapalham]. O Reino Unido tem vivido um conflito político enorme em função do Brexit. E tem a Itália, que não consegue sustentar um governo. A democracia é um enorme desafio que, nos tempos atuais, com redes sociais, torna ainda mais instável a relação entre representantes e representados”, respondeu.

(Informações Valor Econômico)

Revogadas limares de transferências para Curso de Medicina da UEMA em Caxias

 

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O caso das transferências no Curso de Medicina da UEMA (Universidade Estadual do Maranhão), na cidade de Caxias, autorizadas através de liminares teve um desfecho importante nesta quarta-feira (4), cinco das dezessete autorizações foram revogadas.

O caso foi denunciado semana passada na Assembleia Legislativa, onde o deputado Yglésio Moisés (PDT), chegou a colher assinaturas para instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), para apurar a denuncia de professores, pais e alunos.

Segundo Yglésio, a decisão de revogar é um passo importante, mas que não significa a solução do problema em definitivo.

“Hoje tivemos a revogação de cinco decisões liminares, o juiz sentenciou enveredando pela não ajuizamento da ação principal do processo considerou que apenas a ação cautelar, como ação assessoria, não seria substancialmente suficiente para dar prosseguimento ao feito e diante optou extinguir os cinco processos. Mas, ainda há vários  ações para serem analisadas e esperamos que o bom censo prevaleça”, avaliou o deputado Yglésio.

A decisão foi do juiz Sidarta Galtama da 1ª Vara Cível de Caxias, o mesmo que havia autorizado liminarmente as transferências de estudantes de instituições particulares de outros estados e exterior para UEMA, instituição pública.

Othelino Neto fala sobre CPI das transferências no curso de medicina da UEMA

 

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Deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa/Foto: Reprodução

O deputado Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, manifestou-se, oficialmente, sobre a instalação da CPI, proposta pelo deputado Yglésio (PDT), para apurar denuncias de transferência suspeitas no Curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) em Caxias.

Para Othelinor,  cabe à Corregedoria Geral de Justiça (CGJ) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apurar condutas de magistrados.

“Não discordo do mérito, tão pouco da queixa e da reclamação, mas acredito que o ambiente de investigação de supostas condutas irregulares de membros do Judiciário deve ser no próprio Poder Judiciário”, acentuou, reconhecendo que “é um tema grave e merece ser tratado com a devida atenção”, disse Othelino.

Ainda segundo os esclarecimentos do deputado Othelino Neto, a Assembleia é uma instância política e garantiu que a Casa tem dado o suporte necessário à causa.

“De toda forma, contem  com a solidariedade objetiva e concreta da Alema, naquilo que é prerrogativa desse Poder. Inclusive, Yglésio informou que já esteve com o corregedor-geral de Justiça, que, por sua vez, já deu início ao procedimento, e César disse que a Casa pode auxiliar em uma possível representação junto ao CNJ, e, de fato, podemos auxiliar, sim”, explicou.

‘A dor é dos dois lados’: mãe do sequestrador morto no Rio é consolada por pai de vítima

 

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Renata mãe do sequestrado morto no Rio consolada pelo pai de uma das vítimas Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo

Ainda em meio ao clima tenso no Rio de Janeiro, na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), nesta terça-feira (20), uma cena chamou atenção.

Após chegar à especializada acompanhada do marido, Renata Paula da Silva, mãe de Willian Augusto da Silva, de 20 anos, morto por um sniper da Polícia Militar enquanto mantinha 37 pessoas reféns num ônibus na Ponte Rio-Niterói, se sentiu mal e precisou ser amparada.

Quem consolou a mulher e lhe ofereceu uma garrafa d’água foi Paulo César Leal, de 54 anos: pai de Raiane Leal, 23 anos, uma das vítimas mantidas dentro do coletivo.

‘Eu nao tenho poder de julgar. Falei para ela ter calma e confiar. O que você fala para uma familia que perdeu o filho? Tentei confortar. Tentei ajudar. A minha intenção como um ser humano foi de tentar ajudar. Porque a dor é dos dois lados. E ali, naquele momento, ela estava precisando. Fui falar alguma coisa. Ela sofreu um desmaio. Não adianta ver so o meu lado familiar’, disse Paulo.

(Informações O Globo)

Quem poderia imaginar: hacker disse que repassou ao The Intercept Brasil conversas de Moro

 

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Walter Delgatti Neto, ‘o Vermelho’/Foto: Reprodução

O jornal O Estado de SP nesta quinta-feira (25), informa a partir da confirmação de altas autoridades ligadas à operação da PF, que um dos hackers presos na última terça-feira (23), em São Paulo, identificado com Walter Delgatti Neto, ‘o Vermelho’, disse que passou dados hackeados de autoridades ao Jornalista Glenn Greenwal.

A defesa do jornalista, fundador do site The Intercept Brasil, disse, em nota, que “não comenta assuntos relacionados à identidade de suas fontes anônimas”.

A Polícia Federal tem indícios de que os quatro suspeitos presos são os mesmos que acessaram conversas trocadas pelo Telegram de várias autoridades dos Três poderes, entre elas, Sérgio Moro, o ministro da Economia, Paulo Guedes; e a líder do governo Bolsonaro no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP).

Coincidente a deputada Joice Hasselmann e o ministro Paulo Guedes anunciaram que seus celulares teriam sido invadido na véspera da realização da Operação, que prenderam os quatro hackres’.

Os investigadores tratam o relato do hacker com cautela, uma vez que ele é apontado como estelionatário. Razão pela qual tudo o que ele informar será investigado, especialmente a partir da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do grupo, autorizada pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10.ª Vara Federal de Brasília.

Um dos supostos hackrs chegou a responder a uma postagem de Deltan

brasil 247 – Walter Delgatti Neto, um dos quatro supostos hackers presos na terça-feira (23) pela Polícia Federal, comentou sobre de que maneira as investigações poderiam demonstrar que, mesmo com o histórico de conversas de Sergio Moro e Deltan Dallagnol no Telegram tendo sido apagado, seria possível identificar a autenticidade das mensagens trocadas entre o ex-juiz e o chefe da Lava Jato em Curitiba, informa o BR18.

“No Twitter, em resposta a uma mensagem em que Deltan alega que após os ataques terem sido identificados, a decisão foi de ‘desativar a conta’, o suposto hacker indicou: ‘Mesmo apagando tudo, os caches ficam no celular, eles são arquivos fragmentados, sem o conteúdo da mensagens, mas com todas saídas e entradas de mensagens, EX: 23/04/2016 15:15:17 saiu uma mensagem, 15:30:18 recebeu uma, e se comparado com o material vai confirmar autenticidade!’, escreveu em 20 de junho, poucos dias após as primeiras reportagens serem publicadas. O conteúdo da Vaza Jato, aliás, é o principal assunto compartilhado por Walter na rede social”, conta a reportagem.