CNT/MDA: governo Bolsonaro é reprovado por 43,4% da população

 

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Foto: Reprodução

A avaliação negativa do governo  Bolsonaro saltou de 31% para 43,4%, no período de janeiro a maio de 2020. É o que revela a Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (12). A diferença é de 12,4 pontos. A avaliação positiva caiu de 34,5% para 32%.

O estudo foi contratado pela Confederação Nacional dos Transportes, que ouviu 2.002 pessoas por telefone, entre 7 e 10 de maio, em 494 municípios de 25 estados. A marge de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.

Flávio Dino reage a fake news: “não tenho medo de milicianos”

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino, se transformou em alvo dos aliados do presidente Bolsonaro nas redes sociais. As ações e criticas contundentes do governador ao presidente em relação ao enfrentamento da pandemia, que passaram repercutir nacionalmente, tornaram Flávio Dino alvo preferência de fake news nas redes sociais.

Nesta terça-feira (12), o governador reagiu e denunciou os ataques atribuindo a autoria das mensagens ao ‘gabinete do ódio’ e suas filiais.

“O Brasil hoje enfrenta várias doenças. Uma delas são as abjetas mensagens do “gabinete do ódio” e suas várias filiais. Dedicam-se a mentir, agredir, criar versões, semear o mal. Reitero: não tenho medo de miliciano. Nem nas ruas, nem nas redes”, reagiu Dino.

Toffoli defende Judiciário e critica “notinhas públicas” contra Bolsonaro

 

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O ministro Dias Toffoli, presidente do STF, durante entrevista no Roda Viva da TV Cultura segunda-feira (11), defendeu o Judiciário e disse que os problemas da política precisam ser resolvidos pela política, se referindo ao Executivo e Legislativo.

“não haverá unidade e soluções para os problemas com notinhas”.

O posicionamento de Toffoli se deu em razão do questionamento sobre o comportamento do presidente Bolsonaro na pandemia. De acordo com ele, os membros dos poderes executivo e legislativo, escolhidos pelo povo é que devem encontrar soluções.

“.. não é soltando notas que se resolve problemas tão graves quanto no nosso país (..) temos que resolver primeiro na política, e a política são os eleitos pelo povo, poder executivo,  legislativo, governadores de estado, parlamentos e prefeitos, é a política que defende o futuro da nação..”, destacou Toffoli.

Questionado sobre o papel do Poder Judiciário na atual conjuntura, disse que o poder está fazendo seu papel.

“..na arena do poder judiciário.., o juiz fala nos autos e fala no foro..”

‘..atividade essencial que Bolsonaro deveria se preocupar era de presidente..”, disse Dino

 

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De acordo com a Coluna Painel  do Jornal Folha de SP, vários governadores disseram na noite desta segunda-feira (11), que vão ignorar a decretação do presidente Jair Bolsonaro tornando academias e salões de beleza atividades essenciais.

Entres os governador ouvidos está, Flávio Dino, que tem travado um embate particular com Bolsonaro, declarou que nada mudará por enquanto no Maranhão com o decreto de Bolsonaro.

“Bolsonaro deveria estar preocupado com a atividade realmente essencial que cabe a ele cuidar, a de presidente da República, e passar a exercê-la com seriedade”, disse Dino.

O governador do Ceará, Camilo Santana, foi um dos primeiros à se pronunciarem contrários à adoção do decreto do presidente. Nas redes sociais foi enfático ao garantir que no Ceará continua prevalecendo o decreto do governador.

“.. apesar do presidente decretar salões de beleza, barbearias e academias atividades essenciais, esse ato NADA altera o decreto em vigor no Ceará, e devem permanecer fechados..”, destacou Camilo Santana.

Outros governadores como João Dória (São Paulo), Helder Barbalho (Belém) e Renato Casa Grande (Espirito Santo) também se posicionaram no mesmo sentido de alterar as medidas adotadas em seus respectivos estados em relação o decreto do presidente Bolsonaro.

Governo ainda não divulgou pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial

 

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O governo Bolsonaro ainda não divulgou a data para liberar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do coronavírus.

No início das inscrições para o programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, havia dito que a segunda parcela do benefício seria paga entre os dias 27 e 30 de abril, o que não ocorreu.

A terceira parcela ficaria para os dias 26 e 29 de maio. (Revista Fórum)

Flávio Dino recomenda a empresário preocupado com ‘morte de CNPJ’ que visite um Hospital

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino, propôs ao empresário que nesta quinta-feira (7), disse está preocupado com “mortes de CNPJ), que ele visite um hospital onde pessoas estão lutando pela vida. A declaração polêmica do empresário foi dada durante reunião constrangedora no STF (Supremo Tribunal Federal), com vários empresários levados pelo presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia).

“Ao cidadão que perpetrou a frase sobre “morte de CNPJ”, faria bem uma visita a um hospital para conhecer PESSOAS que estão lutando pela vida. É possível defender empresas sem desprezar a vida. Basta ter cérebro e coração”, sugeriu Flávio Dino.

A reunião no STF foi agendada de última hora e não agradou ao presidente do STF, Dias Toffoli, e demais membros do Suprema Corte. A atitude de Bolsonaro e Paulo Guedes ao levar os empresários numa espécie de ‘Marcha na Praça dos Três Poderes”, do Palácio Planato ao STF onde se reuniram com o ministro Dias Toffoli, foi considerado pressão e tentativa de transferir a responsabilidade ao Supremo e aos governadores e prefeitos, do problemas na economia causados pela Pandemia da Covid-19.

“[Bolsonaro] é filho do ethos autoritário. Se puder, dará um golpe”, diz Flávio Dino

 

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Flávio Dino: “Bolsonaro quer se desviar, mas tem que tratar do coronavírus. Ele é sócio do coronavírus” — Foto: Silvia Zamboni/Valor

O governador do Maranhão, Flávio Dino, aumentou sua exposição nacional em meio a pandemia da Covid-19, ratificando sua condição de uma das principais vozes capazes de explicar a crise e complexidade da atual conjuntura política brasileira, agravada pela crise sanitária.

Em live realizada esta semana pelo Jornal Valor Econômico, Flávio Dino, mostrou-se mais uma vez lucidez e preocupação com os rumos que o Brasil está tomando e as prováveis consequências a curto, médio e longo prazo. Para ele, a situação poderia ser diferente se o presidente Bolsonaro não insistisse em ‘sabotar o país’, com seus rompantes autoritários.

“Bolsonaro é filho do ethos autoritário. Se puder, dará um golpe. Ele não se conforma com o fato de não exercer um poder absolutista. Outro dia declarou: a Constituição sou eu. Ele resiste a todo tipo de decisão do Congresso, sobretudo do Supremo. Então se ele puder, ele atravessa aquela praça ali [dos Três Poderes]. Um dos filhos disse que bastaria um cabo e um soldado para fechar o Supremo. Eles têm esse impulso autoritário. Ele pensa que exerce algum tipo de liderança bonapartista, de perfil autoritário.”, disse Flávio Dino.

Considerado um dos potenciais nomes para disputa presidencial em 2022, foi o primeiro governador a adotar no Brasil o ‘lockdown’, medida considera extrema contra o coronavírus, atraindo mais atenção da grande mídia para suas ações no estado e dando a ele oportunidade de intensificar suas bem fundamentadas críticas ao governo Bolsonaro. Leia mais aqui

Governadores e a Pandemia: Flávio Dino, fala na Live do Valor nesta quarta, às 11 horas

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) será o entrevistado no quadro “Os governadores e a pandemia” da Live do Valor, que vai ao ar às quarta-feira,11 horas, no site e nos canais do Valor no YouTube e no Facebook.

Ele vai conversar com a editora-assistente Malu Delgado sobre os impactos da pandemia de covid-19 em seu Estado e sobre o cenário político nacional.

Ex-juiz federal e o único governador do PCdoB, Dino tem ocupado posição de destaque em debates nacionais. Na pandemia de covid-19, fez uma surpreendente operação comercial, em abril, para compra de 107 respiradores da China, passando pela Etiópia, com objetivo de fugir do rastreamento dos Estados Unidos e da Europa, e também de barreiras do governo federal. A Receita Federal acusou o governador de uma operação ilegal, mas ele nega.

Apontado como um político moderado, experiente, com trânsito no Executivo e Legislativo (Dino foi deputado federal), o maranhense, antes da pandemia, vinha articulando diálogos pelo centro, para formar uma alternativa política em 2022. Em 2014, quando foi eleito para o governo do Maranhão, Flávio Dino conseguiu derrotar a oligarquia dos Sarney, que passaram 50 controlando o estado. (Valor Econômico)