“..popularidade de Bolsonaro não é sustentável..”, diz Flávio Dino

 

dino_bozo

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alertou o campo progressista, nesta sexta-feira (14), para não desanimar com a pesquisa DataFolha que revela crescimento da popularidade de Bolsonaro.

Para Flávio Dino, o crescimento significativo do governo e de Bolsonaro, a melhor desde o início, não é sustentável. De acordo com ele, os problemas familiares e no próprio governo deverão reverter esse cenário.

Flávio Dino também aconselhou o campo progressista a continuar apresentando alternativas para os problemas do país de maneira “clara, viável e conectadas com as necessidades da população”.

Bolsonaro recebe indicações para lugar de Carlos Decotelli ‘o breve’

 

o breveCom o desembarque de Decotelli do governo, Bolsonaro recebeu a indicação de diversos nomes para o comandar o Ministério da Educação.

Militares indicaram Anderson Ribeiro Correia, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Ele é também ex-presidente da Capes e foi membro do Conselho Deliberativo do CNPQ. (Informações O Antagonista)

Centrão perto de controlar R$ 76 bilhões do orçamento federal, podendo aumentar

 

esplanada

Os partidos do Centrão já controlam R$ 46,4 bilhões do orçamento de 2020 do governo federal, podendo ser acrescido de R$ 29,3 bilhões caso passe comandar o Banco do Nordeste, de acordo com levantamento do Congresso em Foco.

O Centrão já comandam o Ministério das Comunicações, o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) do Ministério da Educação, a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) do Ministério da Saúde e secretarias no ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Regional.

PP, PSD, PL, Republicanos, PSC e Avante já emplacaram aliados no governo.

A participação do Centrão no governo Bolsonaro poderá ser maior com o recrudecimento da crise no núcleo do Palácio do Planato, após a prisão nesta semana de Fabrício Queiroz.

Segundo públicação na Folha de SP, neste sábado (20), no dia da prisão do Queiroz o presidente Bolsonaro reuniu os principais alidos para dizer que precisa ser intensificado sua rede de proteção no Legislativo.

O objetivo é se blindar contra possíveis processos de impeachemt no Congresso Nacional.

Enfim Weintraub não é mais Ministro da Educação. E agora, o que virá?

 

Abraham Weintraub gravou e divulgou um vídeo ao lado do presidente Bolsonaro na tarde desta quinta-feira (18), para se despedir da titularidade do MEC. Simpático ao grupo ideológico e familiar do governo ele deve ocupar cargo no Banco Mundial.

No vídeo o semblante do presidente é de quem não está a vontade. A impressão é que apenas o corpo do presidente está presente, a cabeça estaria em outro lugar. Provavelmente na prisão do Queiroz.

Na sua fala Weintraub parece ter deixado a pasta na condição de celebridade.

“.. eu queria agradecer todo apoio e carinho que eu minha família estamos recebendo de vocês. Eu achava que tinham poucos Weintraubs no Brasil, mas, cada dia sinto que vocês fazem mais parte da minha família. Acho que hoje existem muitos wintraubs, obrigado..”, diz um trecho do dircurso de Weintraub.

Flávio Bolsonaro diz que está tranquilo com prisão do Queiroz

 

flaviodidasampaio
Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), disse que está tranquilo com a prisão do Queiroz/Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro foi o primeiro da família do presidente a se pronunciar sobre a prisão de Fabrício Queiroz.

Ele disse no twitter que está tranquilo, ‘Encaro com tranquilidade os acontecimentoos de hoje. A verdade prevalecerá!’ disse o senador.

Fabríco Queiroz foi preso numa residência no interior de São Paulo cujo proprietário é Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro.

Queiroz é ex-assessor do então deputado estadual, Flávio Bolsonaro, e ligado à família do presidente. Ele é considerado peça importantíssima na investigação de ‘rachadinhas’ na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Flávio Dino defende investimentos em obras públicas e infraestrutura contra crise econômica

 

O governador Flávio Dino defendeu nesta quarta-feira (3), a importância de Estados e Municpios na retomada econômica pós pandemia, durante debate com professores do Instituto de Economia da UNICAMP, uma das universidades mais inpoortantes do Brasil.

O governador também defendeu a necessidade de encontrar caminhos de financiamento não só do setor privado, mediante crédito, mas também de efeitos positivos decorrentes do conjunto das atividades econômicas.

“Não há margem de dúvida de que o setor público tem papel decisivo. E isso se refere ao segmento de bancos públicos, não só na dimensão do fomento das atividades privadas, mas também no sentido de encontrar formas de financiamento de investimentos que alavanquem os setores que são intensivos no emprego de mão-de obra e que podem redundar no crescimento do PIB, como por exemplo, a construção civil”, afirmou o governador.

Flávio Dino também defendeu que os estados que podem, devem tomar crédito das várias instituições, como bancos públicos, Banco do Brasil, BNDES, para serem veículos rápidos na realização de obras públicas.

“Investir nas áreas fundamentais, como pavimentação de estradas, infraestrutura viária, programas habitacionais, funciona como uma espécie de locomotiva para impulsionar uma retomada econômica, com o objetivo de reduzir os danos derivados de problemas anteriores de dimensão estrutural, agudizados com a crise do coronavírus”, finalizou Dino.

O que falou na reunião “o ministro mais importante nessa missão aí”, segundo Bolsonaro

 

Foto: Reprodução

O ministro Paulo Guedes, da Economia, foi um dos que mais falou na reunião ministerial do dia 22 de abril. Como o encontro foi principalmente para discutir soluções para a crise econômica imposta pela covid-19, Guedes abriu a reunião e foi citado por Bolsonaro como “o ministro mais importante nessa missão aí”.

Auxílio a empresas

“Montamos um comitê de bancos, estamos lá com o Montezano agora fazendo justamente a reestruturação. Não vai ter molezinha pra empresa aérea, pra nada disso. É dinheiro que nós vamos botar usando a melhor tecnologia financeira lá de fora. Nós vamos botar dinheiro, e … vai dar certo e nós vamos ganhar dinheiro. Nós vamos ganhar dinheiro usando recursos públicos pra salvar grandes companhias. Agora, nós vamos perder dinheiro salvando empresas pequenininhas. Então, nós estamos fazendo tudo by the book, direitinho”.

Privatização do Banco do Brasil

“O Banco do Brasil não é tatu nem cobra. Porque ele não é privado, nem público. Então se for apertar o Rubem [de Freitas Novaes, presidente do Banco], coitado. Ele é super liberal, mas se apertar ele e falar: “bota o juro baixo”, ele: “não posso, senão a turma, os privados, meus minoritários, me apertam.” . Aí se falar assim: “bota o juro alto”, ele: “não posso, porque senão o governo me aperta.”. O Banco do Brasil é um caso pronto de privatização. É um caso pronto e a gente não tá dando esse passo. Senhor já notou que o BNDE e o … e o … e a Caixa que são nossos, públicos, a gente faz o que a gente quer. Banco do Brasil a gente não consegue fazer nada e tem um liberal lá. Então tem que vender essa porra logo. 

Impeachment

“Não tem jeito de fazer um impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas, tudo em dia. Acabou! Não tem jeito. Não tem jeito.“

Contratação de jovens por R$ 200

“Nós sabemos pra onde nós vamos voltar já, já. Tá certo? E se o mundo for diferente, nós vamos ter capacidade de adaptação. Por exemplo: eu já tenho conversado com o ministro da Defesa, já conversamos algumas vezes. Quantos? Quantos? Duzentos mil, trezentos mil. Quantos jovens aprendizes nós podemos absorver nos quartéis brasileiros? Um milhão? Um milhão a duzentos reais, que é o bolsa família, trezentos reais, pro cara de manhã faz calistenia, faz é… fa… né? Aprende ci … civil. .. organização social e como é que é o? OSPB, né? Faz ginástica, canta o hino, bate continência. De tarde, aprende, aprende a ser um cidadão, pô! Aprende a ser um cidadão. Disciplina, usar o … usar o tempo construtivamente, pô! É … voluntário pra fazer estrada, pra fazer isso, fazer aquilo. Sabe quanto custa isso? É duzentos reais por mês, um milhão de cá, duzentos milhões, pô! Joga dez meses aí, dois bi. Isso é nada! Então, nós vamos pegar na reconstrução, nós vamos pegar um bilhão, dois bilhões e contrata um milhão de jovens aqui. A Alemanha fez isso na reconstrução.”

Relação com a China

“A China é aquele cara que cê sabe que cê tem que aguentar, porque pro cês terem uma ideia, pra cada um dólar que o Brasil exporta pros Estados Unidos, exporta três pra China. Você sabe que ele é diferente de você. Cê sabe que geopoliticamente cê tá do lado de cá. Agora, cê sabe o seguinte, não deixa jogar fora aquilo ali não porque aquilo ali é comida nossa. Nós tamo exportando pra aqueles cara. Não vamos vender pra eles ponto crítico nosso, mas vamos vender a nossa soja pra eles. Isso a gente pode vender à vontade. Eles precisam comer, eles precisam comer.”

(Informações Congresso em Foco)

“Não vou esperar f. minha família ou amigo”, Bolsonaro na reunião

 

Foto: Reprodução

O presidente Bolsonaro disse, durante a reunião no dia 22 de abril, que não iria esperar toda a família e amigos serem prejudicados para trocar “alguém da segurança da ponta de linha”, se referindo ao Rio de Janeiro. Essa fala está na transcrição feita pela própria Advocacia Geral da União, que atua na defesa do presidente.

“Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”, disse.

Ao contrário do que o presidente vinha afirmando nos últimos dias, que durante a reunião não tinha falado sobre a Polícia Federal, segundo a transcrição da própria AGU, ele citou o órgão.

“Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não tem informações; a Abin tem seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação”, reclamou Bolsonaro.

(Informações Congresso em Foco)