Clinton, Bush e Obama tomarão a vacina contra Covid-19 publicamente

Os ex-presidente dos EUA, Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton se ofereceram para tomarem publicamente a vacina contra a Covid-19.

O objetivo é estimular a população para fazerem o mesmo. O país deve aprovar mais duas vacinas ainda neste mês.

A iniciativa foi do republicano Bush, como forma de ajudar promover a confiança nas vacinas. (Informações CNN)

Eleição nos EUA faz Dino e Maia acreditarem na volta de valores democráticos

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), se pronunciaram neste sábado, dia 7, sobre a importância da vitória de Joe Biden nos EUA para os valores democráticas.

Bolsonaro quer ‘voto impresso’ de volta no Brasil em 2022

O presidente Bolsonaro disse durante sua live desta quinta-feira, dia 5, que vai se dedicar pessoalmente para a volta do ‘voto impresso’ no Brasil.

A eleição nos EUA de fato impactou o governo brasileiro, mas que se imaginava e ascendeu o ‘sinal de alerta’ do bolsonarismo.

“.. vamos mergulhar na Câmara e Senado para que a gente possa realmente ter um sistema eleitoral confiável em 2022..”, presidente Bolsonaro durante live.

A ‘facada’ de Trump: presidente já tem desculpa para fugir dos debates

Do DCM

Donald Trump e a primeira-dama Melania revelaram, na madrugada desta sexta, dia 2, que testaram positivo para o coronavírus.

Provavelmente pegaram de Hope Hicks, ex-modelo e assessora que estava no debate da última terça-feira.

E aí a questão: Trump e seu estafe podem ter infectado outras pessoas naquela noite, incluindo o democrata Joe Biden.

“Você provavelmente é mais contagioso no dia em que desenvolve os sintomas (da Covid-19), mas é provavelmente contagioso por até 48 horas antes disso, o que certamente incluiria a noite de debate”, disse o médico Jonathan Reiner à CNN.

“Olha, a equipe Trump se recusou a usar máscaras no corredor. Isso foi ultrajante. Foi ultrajante já antes de sabermos que um membro dessa equipe já era positivo”.

São três pessoas assumidamente doentes na Casa Branca, pelo menos.

Com o grau de delinquência dessa turma e a falta de cuidado básico, é de se imaginar que o estrago seja maior.

O governo precisará “rastrear seus contatos e colocar em quarentena as pessoas que estiveram em contato próximo com alguém”, disse Reiner.

Os próximos dois debates estão também em xeque. Um deles está agendado para o dia 15 de outubro.

O covid-19 pode ser a facada de Adélio na versão Trump.

Provavelmente, o presidente americano adotará a estratégia de seu imitador Jair Bolsonaro e vai fugir.

Já tem argumento para isso.

A imprensa americana discute também o que acontecerá se Trump tiver complicações de saúde no dia da eleição, em 3 de novembro.

Brasil quando atingir pico da contaminação poderá ser pior que dos EUA, diz especialista

 

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Os Estados Unidos se tornaram o epicentro da pandemia de coronavírus no mundo. O país atualmente lidera o ranking mundial de infectados e mortos pela covid-19, com mais de 530 mil casos e 20 mil óbitos confirmados até a manhã deste domingo (12).

O médico Herlen Alencar, brasileiro que vive e trabalha em Boston é especialista em Radiologia Intervencionista pela Harvard Medical School e tem vivenciado de perto a expansão da doença em território americano. Para ele, o Brasil está perdendo um tempo importante em que poderia adotar ações de prevenção à doença para não repetir os erros dos Estados Unidos.

Olhando para a evolução da doença em diferentes países, Alencar prevê que a situação do Brasil deve ser pior do que a dos Estados Unidos quando a pandemia atingir seu pico por aqui. “O sistema de saúde brasileiro é um pouco mais frágil, o nível socioeconômico é menor e as pessoas não estão seguindo as regras de distanciamento social”, avalia.

As projeções oficiais do Ministério da Saúde mostram que em qualquer um dos cenários possíveis, o país ainda verá um aumento significativo no número de casos de covid-19. Atualmente, estamos na 15ª semana epidemiológica, a previsão é que o pico aconteça dentro de 10 semanas. (Congresso em Foco)

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Lava Jato escondeu da PGR acordo com EUA sobre dinheiro da Petrobras

 

Procurador, Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato/Foto: Reprodução

Mais recente matéria publicada da série Vaza Jato, desta vez realizada pelo The Intercept e Agência Publica, mostra que Deltan Dallagnol e sua equipe esconderam da Procuradoria-Geral da República o acordo para repatriar parte da multa bilionária paga pela Petrobras nos Estados Unidos.

Eles tentaram criar uma fundação gerida pela força-tarefa para o “combate à corrupção” que seria mantida com recurso oriundos do acordo.

Segundo a reportagem, Deltan Dallagnol, iniciou as tratativas com representantes do Departamento de Justiça dos Estados Unidos em outubro de 2015, quando uma missão estadunidense esteve no Brasil.

No dia 7 de outubro, o chefe da Lava Jato teria falado com o então chefe do setor de cooperação internacional da Procuradoria-Geral da República (PGR), Vladimir Aras, reclamando de uma reportagem do Jornal GGN, de Luís Nassif, sobre o conluio que estava sendo costurado com os estadunidenses.

Na conversa, Dallagnol avisa a Aras: “Temos que pensar na linha de imprensa quando vier a notícia do 1.6 bi de dólares de multa”. “Era esperado. Mas sossega. Os cães ladram”, responde Aras.

Leia aqui reportagem na íntegra

(Informações Revista Fórum)