Mendonça vai para o STF após ‘molho histórico’

Por 47 votos a 32, o Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, dia 1º de novembro, a indicação de André Mendonça para o STF.

A realização da sabatina e votação dele estava parada a quatro meses na CCJ.

Ele foi advogado-geral da União e ministro da Justiça do governo Bolsonaro. Sua escolha pelo presidente foi parte da promessa de um nome com perfil de ‘terrivelmente evangélico’.

Mais cedo após ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça sua indicação foi aprovada por 18 votos a 9.

Ele vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio.

Para Dino conceito de ‘justo’ é inadequado para Moro

O govenador do Maranhão e ex-juiz federal, Flávio Dino (PSB), contestou nas redes sociais nesta terça-feira, dia 2, o conceito de ‘justo’ ao ex-juiz e ministro, Sérgio Moro, que ao falar de sua filiação ao Podemos disse que deseja um “Brasil justo para todos”.

Para Dino, o ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro foi considerado incompetente e suspeito pelo STF.

“O conceito de “justo” não é adequado para um juiz que foi declarado incompetente e suspeito pelo Supremo Tribunal Federal. Tampouco pode ser considerado “justo” alguém que alimentou e serviu alegremente a Bolsonaro, até ser descartado”, disse Dino, nas redes sociais.

Sérgio Moro se filiará ao Podemos no próximo dia 10, partido que sonha em lançá-lo candidato à Presidência da República em 2022.

Se a candidatura de Moro se confirmar enfrentará Lula, que retirou da disputa em 2018, favorecendo a vitória de Bolsonaro, de quem passou a ser ministro.

Camarão e Maranhãozinho: Merenda Escolar e as Eleições 2022

Os pré-candidatos ao governo do Maranhão, Felipe Camarão (Secretário de Educação), e Josimar de Maranhãozinho, deputado federal, nesta quinta-feira, dia 28, travaram um embate na internet sobre ‘Merenda Escolar’, com sabor de disputa eleitoral.

Começou com a cobrança do deputado em tom irônico ao governo do estado, sobre a falta de ‘merenda escolar’ em Junco do Maranhão, e o questionamento sobre se estava faltando também alimentos no Palácio dos Leões.

Em resposta, Felipe Camarão, disse que a culpa da falta de ‘merenda’ nas escolas era de Bolsonaro, que mudou a forma de repasse de recursos, e sugeriu ao deputado que melhor se informasse com o aliado, se referindo ao presidente

Daí em diante, se deu uma sucessão de questionamentos e respostas, em tom de disputa eleitoral.

Dino é contra ‘solução’ de Guedes e Bolsonaro para Petrobras

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), contestou nesta terça-feira, dia 26, o presidente Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Gudes, que voltaram defender a privatização da Petrobras.

Ao contrário do que deseja Paulo Guedes, que para agradar o mercado quer privatizar tudo, principalmente a Petrobras, para Flávio Dino, ‘a solução não é privatização. É exatamente o contrário: desprivatização’.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento que contou com prensa do presidente Jair Bolsonaro, ontem segunda-feira, dia 25, defendeu a venda da Petrobras para ampliar investimentos públicos e em tecnologia e bancar gastos sociais.

Guedes está derretendo, membros de sua equipe pedem exoneração

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram no final da tarde desta quinta-feira, dia 21, exoneração dos cargos no Ministério da Economia.

A saída dos dois membros de equipe de Paulo Guedes acontece em meio a polêmica sobre o teto de gastos.

Nota à imprensa

O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (21/10).

A decisão de ambos é de ordem pessoal. Funchal e Bittencourt agradecem ao ministro pela oportunidade de terem contribuído para avanços institucionais importantes e para o processo de consolidação fiscal do país.

A secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo, também pediram exoneração de seus cargos, por razões pessoais.

Os pedidos foram feitos de modo a permitir que haja um processo de transição e de continuidade de todos os compromissos, tanto da Seto quanto da STN.

Hoje também pediu demissão do cargo, José Mauro Coelho, Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia.

“..serão julgados, na terra e no céu..”, Flávio Dino sobre o relatório do CPI

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), parabenizou o trabalho da CPI da Covid nesta quarta-feira, dia 20, após a leitura do relatório com indiciamento e imputação de vários crimes aos acusados, entre elas, o presidente Bolsonaro e o deputado Ricardo Barros (líder do governo na Câmara) aos quais foram imputados vários crimes.

O governador classificou de ‘impressionante’ a quantidade de crimes atribuídos aos acusados.

Além do presidente Jair Bolsonaro, constam na lista de indiciados: os filhos do presidente (Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro), políticos, empresas e empresários.

As punições previstas pelo Código Penal nos crimes comuns imputados a Bolsonaro poderiam chegar a quase 40 anos, em caso de pena máxima. Em hipótese de pena mínima, o mesmo cálculo levaria a pouco mais de 20 anos de detenção.

Crimes apontados a Bolsonaro pela CPI: epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas; prevaricação; crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos; crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

CPI apresentará relatório com 72 indiciados nesta quarta, dia 20

Do Uol

O senador, Renan Calheiros (MDB-AL), iniciará a leitura do documento final da CPI da Covid-19, nesta quarta-feira, dia 20.

A expectativa no Senado é que a leitura seja concluída ainda hoje.

O texto sugere o indiciamento de 70 pessoas, entre os quais o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e de duas empresas, em um total de 24 crimes.

A previsão para que o documento seja votado é a terça-feira, dia 26.

Eleições 2022: Bolsonaro tem maior rejeição desde a redemocratização

Da Folha de SP

A rejeição de Jair Bolsonaro é a maior já registrada, nas últimas oito eleições para Presidente da República, desde a redemocratização.

Em 2018 sua rejeição de 44% já era considerada muito alta, mas mesmo assim conseguiu ser eleito. O seu opositor no 2° das eleições, Fernando Haddad (PT) tinha 41%.