PF é impedida de entrar no gabinete de José Serra no Senado Federal

 

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Davi Alcolumbre mandou a Polícia Legislativa do Senado barrar a entrada de policiais federais no gabinete de José Serra na operação de hoje, que investiga caixa 2 na campanha de 2014.

O presidente do Senado considerou que um juiz de primeira instância não tem competência para determinar uma medida invasiva dentro do Senado e que a Polícia Federal não poderia cumprir a ordem.

No momento que policiais chegaram, não havia ninguém no gabinete. Assessores e advogados do senador foram ao local para conversar com os agentes. (O Antagonista)

Polícia Federal no encalço de deputados, blogueiros e empresários bolsonaristas

 

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Foto: Reprodução

A Polícia Federal cumpre 21 mandados de busca e apreensão contra investigados no inquérito que apura atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre os alvos estão o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), que informou, pelo Twitter, que agentes federais estão em seu apartamento, e o blogueiro Allan dos Santos, do site Terça Livre, acusado de produzir e disseminar fake news.

As diligências foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news e das investigações que apuram atos antidemocráticos contra o Supremo.

“As medidas têm o objetivo de instruir o inquérito que investiga a origem de recursos e a estrutura de financiamento de grupos suspeitos da prática de atos contra a democracia”, diz nota da Polícia Federal.

As buscas são feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no Distrito Federal.

Também são alvos da PF os youtubers Ravox Brasil e Lisboa, além de Sergio Lima, marqueteiro do Aliança pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaro tenta registrar na Justiça Eleitoral. Suplente do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), o advogado Luís Felipe Belmonte, vice-presidente do Aliança pelo Brasil, também está entre os investigados.

Ontem a líder do grupo 300 do Brasil, Sara Winter, foi presa temporariamente no mesmo inquérito que investiga atos contra a democracia. (Congresso em Foco)

Carla Zambelli não adivinhou a Operação de hoje da Polícia Federal

 

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Deputada Carla Zambelli (PSL-SP), hoje não comemorou a Operação da Polícia Federa/Foto: Reprodução

Seis deputados bolsonaristas deverão ser ouvidos no inquérito sobre fake news e ameaças ao STF. A determinação é do ministro Alexandre de Moraes.Os parlamentares tem 10 dias para prestarem os esclarecimentos e estão proibidos de deletarem publicações nas redes sociais.

Eles são todos suspeitos e investigados no inquérito objeto da ação do ministro do Alexandre Moraes.

Entre os parlamentares estão Carla Zambelli (PSL-SP), que ontem comemorou a operação da PF no Rio de Janeiro contra Wilson Witzel (PSC-RJ, e ainda, Luís Phillipe de Orleans e Bragança (PSL-SP), descendente da família real portuguesa.

Os outros deputados são: Bia Kicis (PSL-DF); Daniel Silveira (PSL-RJ); Filipe Barros (PSL-PR); Cabo Junio Amaral (PSL-MG). Outros dois deputados estaduais ambos do PSL também serão ouvidos Gidelvanio Santos Diniz, o “Carteiro Reaça” (PSL) e Douglas Garcia.

Fake News e Ameaças: Roberto Jefferson e Luciano Hang entre alvos da Polícia Federal

 

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Roberto Jefferson (presidente do PTB) e o Luciano Hang (empresários) alvos da Operação da PF contra fake news e ameaças a ministros do STF/Foto: Reprodução

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (27), uma operação e cumprem 29 Mandados de Busca e Apreensão no âmbito do procedimento conduzido pelo Exmo. Senhor Ministro Alexandre de Moraes. As ordens judiciais estão sendo cumpridas no DF, RJ, SP, MT, PR e SC.

Não há mandados de prisão apenas busca e apreensões. O inquérito apura fake news e informações falsas e ameaças com ministros do STF.

São alvos da operação Roberto Jefferson (presidente do PTB), o empresário Luciano Hang, o deputado Douglas Garcia (PSL-SP) e Allan dos Santos, este último é blogueiro.

“Parabéns à Polícia Federal, tá ok?”, disse Bolsonaro. Ação está sendo vista como retaliação

 

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Presidente Jair Bolsonaro e os governadores João Dória (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio de Janeiro)/Foto: Reprodução

A Operação Placebo em andamento no Rio de Janeiro e São Paulo nesta terça-feira (26), estados comandados respectivamente por Wilson Witzel (PSC) e João Dória (PSDB), está sendo vista com desconfiança por alguns setores da sociedade e meios políticos.

Witzel e Dória se transformaram durante a pandemia, entre os governadores, dois dos principais adversários de Jair Bolsonaro.

O objetivo da Operação é investigar contratos para construção de Hospitais de Campanha. Não há mandados de prisão, apenas buscas e apreensões.

O presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada na manhã de hoje comemorou a operação no Rio e São Paulo.

“Parabéns à Polícia Federal. Fiquei sabendo agora pela mídia. Parabéns à Polícia Federal, tá ok?”, disse Bolsonaro.

A ação ocorre em meio o imbróglio, principalmente na Superintendência da PF no Rio de Janeiro , e também após o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, dizer no programa Fantástico da Globo, no último domingo (24), que o governo Bolsonaro não tem interesse em combate à corrupção.

Principal alvo da operação o governador do Rio, Wison Witezel, disse que se há irregularidades no objeto da ação não tem participação dele. Chamou de estranho a operação ser antecipada por uma deputada ligada ao presidente, e que a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal está ‘oficializada’.

“..Estranha-me e indigna o fato de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará (..) A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada..”, destacou Witezel.

O deputado federal, Márcio Jerry, vice-líder do PCdB na Câmara, nas redes sociais disse que o Brasil conheceu ‘a nova porta voz’ da PF. Se referindo à deputada Carla Zambelli, que ontem antecipou a operação contra alguns governadores.

O Secretário de Saúde no Maranhão, Carlos Lula, na sua conta no twitter chamou de “abjeto o uso, para fins políticos-eleitorais, instituições tão relevantes”. O secretário utilizou o áudio da deputada federal, Carla Zambelli (PSL-SP), uma especie de ‘relações públicas’ do governo Bolsonaro, para corroborar sua desconfiança quanto utilização da PF para fins nada republicanos.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), considera grave o vazamento da operação da PF feito pela aliada de Bolsonaro, a deputada federal Carla Zambeli. De acordo com ele, a parlamentar bolsonaristta precisa ser investigada e explicar no Congresso o que está acontecendo.

Operação Maranhão-Etiópia: ministro do TCU vê excesso da Receita Federal

 

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O ministro Bruno Dantas do Tribunal de Contas da União (TCU) vê excesso da Receita Federal no processo contra  o governo do Maranhão, relacionado aos 107 respiradores importados da China via Etiópia. Para a Receita pode ter havida desvio de finalidade na operação.

“Percebo que, a despeito de a Receita Federal do Brasil estar aparentemente agindo dentro do seu exercício institucional, a descrição dos fatos sugestiona ter havido uma reação desproporcional que pode vir a ser classificada como desvio de finalidade”, escreve no documento o ministro Bruno Dantas.

O caso foi levado ao TCU pelo Maranhão.

Sempre assim? Dantas afirma que as acusações do estado são gravíssimas e pede esclarecimentos à Receita. Ele diz querer saber se o procedimento usado no episódio é padrão.

“Reputo imprescindível esclarecer se faz parte do procedimento padrão da Receita Federal a instauração do referido expediente em casos como o que se apresenta e se foram observados os atos preparatórios comumente adotados”, consta no despacho.

Calma O ministro ainda afirma que pode haver elementos suficientes para medidas cautelares, mas que vai ouvir as partes antes de tomar uma decisão.

“O perigo na demora […], neste caso, possa causar embaraço à adoção de medidas urgentes e relevantes pelo Maranhão, atingindo, em última instância, a saúde e a vida da população em meio a uma crise de proporções ainda incomensuráveis, mas de consequências já sabidamente trágicas”, acrescenta no documento.

(Coluna Painel da Folha de S. Paulo)

PF deflagra Operação Eleazar no Maranhão, Piauí, Pará e São Paulo

 

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A Polícia Federal, com o apoio da Caixa Econômica Federal, deflagrou nesta manhã (12/2) a Operação Eleazar, cujo objetivo é desarticular organização criminosa que realizava saques fraudulentos de precatórios em diversas regiões do país.

Cerca de 70 policiais participam da operação que dão cumprimento a 19 mandados de busca e apreensão e a 1 mandado de prisão preventiva nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e São Paulo.

Também foram expedidas 2 medidas cautelares diversas da prisão contra servidores da CEF, bem como determinado o bloqueio de contas e sequestro de bens.

Saiba mais aqui

Realizada operação ‘Faz de Conta’ contra esquema com emendas parlamentares em São Luís

 

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O Ministério Público do Maranhão e a Polícia Civil deram cumprimento a dez mandados de busca e apreensão e a um mandado de prisão temporária, na manhã desta terça-feira, 5, na capital, em razão de decisão judicial da 1ª Vara Criminal do Termo Judiciário de São Luís.

A operação teve como alvos as entidades Instituto Social Renascer e Instituto Periferia, e seus responsáveis legais, Izadora Pestana Rocha e Márcio Rogério Leonardi, respectivamente; os contadores Ney Almeida Duarte, Paulo Roberto Barros Gomes e Neuber Dias Ferreira Júnior e seus respectivos escritórios de contabilidade; e o despachante Márcio Jorge Berredo Barbosa.

As medidas foram requeridas pelo MPMA para evitar a destruição ou ocultação de provas, e para instruir o Procedimento Investigatório Criminal instaurado pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal do Termo Judiciário de São Luís, que apura a possível falsificação do Atestado de Existência e Regular Funcionamento, emitido pelas Promotorias de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social da Capital.

Segundo as investigações, o Instituto Renascer e o Instituto Periferia acima teriam utilizado o Atestado de Existência e Regular Funcionamento para se beneficiarem mediante a celebração de convênios junto a Secretarias Municipais de São Luís, com aplicação de recursos de emendas parlamentares da Casa Legislativa da Capital.

A investigação descobriu um Título Federal fraudado por uma dessas entidades; a partir daí, o Gaeco iniciou investigação de dois beneficiários por emendas de R$ 500 mil do vereador Isaias Pereirinha (PSL).

Cada vereador pode destinar até R$ 1,1 milhão em emendas.

Paulo Roberto Barros Gomes foi preso temporariamente pelo prazo de cinco dias. Também foram apreendidos computadores e diversos documentos, que serão periciados.

Coordenaram a operação as unidades do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), bem como a Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) e a Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).