Foi oficializado nesta sexta-feira (28), o que todos já sabiam, inclusive o deputado Wellington do Curso, que não disputará a eleição em São Luís pelo PSDB, comandado no Maranhão por Roberto Rocha.
O presidente do partido em São Luís, Roberto Rocha Júnior, filho do senador, confirmou hoje que o PSDB apoiará Eduardo Braide (Podemos). Não adiantou nem mesmo, Wellington insinuar que poderia estar sendo vítima de ‘traíragem’.
“Pelo favoritismo, liderança nas pesquisas.., a gente anuncia a decisão da nossa comissão e da direção nacional do PSDB que apoiaremos incondicionalmente o Braide a prefeito de São Luís. Lamentamos a ausência na reunião do Wellington do Curso”, anunciou Roberto Rocha Júnior.
Tanto barulho para nada! Assim se resumi o desespero de Wellington para viabilizar sua candidatura na capital pelo PSDB de Roberto Rocha.
Só o deputado não quis ver que no projeto de poder do senador, tem espaço apenas para o próprio Roberto Rocha.
O deputado estadual, Wellington do Curso (PSDB), continua tentando manter sua pré-candidatura à prefeitura de São Luís, pelo PSDB, mas o fato é que ela está em um processo claro de ‘fritura’, mesmo assim voltou afirmar nesta quarta-feira (26), que está na disputa.
“.. eu não participei de nenhum acordo em 2018, de nenhum tipo de reunião e não dei a minha palavra e nem compromisso na pré-candidatura de Eduardo Braide para 2020. Prova disso que, quando eu fui para o PSDB, todos sabiam do meu interesse, do meu desejo em disputar a eleição em 2020..”, destacou Wellington na Assembleia Legislativa.
A reação desesperada de Wellington é justificável, seu desejo de disputar a eleição na capital pelo PSDB, está virando ‘lenda’.
A direção municipal do PSDB já informou que ainda semana definirá o caminho do partido nas eleições municipais. Nos meios políticos a pré-candidatura de Wellington já foi para o espaço.
Isso ficou claro após o deputado, Eduardo Braide (Podemos), ratificar o acordo do PSDB em 20018 para apoiá-lo. Como já havia sido anunciado pelo senador Roberto Rocha, presidente estadual do PSDB no Maranhão.
Ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin/ Foto: Reprodução
O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi indiciado nesta quinta-feira (16), por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.
As investigações a partir de delações do grupo Odebrecht apontam indícios de prática de cartel no Metrô de São Paulo e no Rodoanel.
Também foram indiciados o ex-secretário de Planejamento de Alckmin Sebastião Eduardo Alves de Castro e o ex-tesoureiro de campanha Marco Monteiro.
Além das colaborações de funcionários da Odebrecht, a PF obteve cópia do sistema de informática da empreiteira, análise de extratos telefônicos, obtenção de conversas por Skype e ligações telefônicas.
O indiciamento de Alckmin é o segundo episódio judicial envolvendo a alta cúpula do PSDB este mês.
No último dia 3, o senador José Serra foi denunciado pelo Ministério Público Federal por lavagem de dinheiro transnacional. A filha do parlamentar, Verônica Allende Serra, também é investigada. (Informações Agência Estado)
(Brasília – DF, 26/04/2019) Encontro com Senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e Maura Jorge, Ex-deputada. .Foto: Marcos Corrêa/PR
Abrigada em um cargo federal na Funasa, a ex-prefeita de Lago da Pedra e ex-candidata de Bolsonaro ao Governo do Maranhão, Maura Jorge, filiou-se ao PSDB no apagar das luzes da janela partidária, fechada no último sábado (04).
Uma das principais lideranças do bolsonarismo no estado, Maura deve disputar novamente a prefeitura em seu município de origem.
Sem espaço no PSL maranhense, que passou a ser controlado pela família Macedo, ela deve permanecer no ninho tucano até que Bolsonaro consiga formalizar o partido Aliança pelo Brasil, que inda não conseguiu reunir as assinaturas necessárias para sua criação.
A ida de Maura Jorge para o PSDB tenta dar musculatura a um partido que não conseguiu estabelecer uma estratégia de crescimento no Maranhão, desde que passou a ser controlado pelo Senador Roberto Rocha.
Isolado e sem ter obtido sucesso na tentativa de coligação com o Podemos, do deputado Eduardo Braide, Rocha tenta agora garantir a própria sobrevivência, se ancorando no esfacelado e anti-popular movimento bolsonarista no Maranhão. Seu plano A é tentar se reeleger ao Senado em 2022, mas as possibilidades de sobrevivência política são maiores se tentar uma cadeira na Câmara Federal.
Os movimentos erráticos do senador também enfraqueceram a pré-candidatura à prefeitura de São Luís, do deputado Wellington do Curso, que foi colocado na geladeira para que o projeto de apoio à candidatura de Braide vingasse.
Como Braide recusou o apoio do PSDB, a pré-candidatura de Wellington foi mantida aos trancos e barrancos e sem muito interesse da cúpula partidária.
Com o enfraquecimento do Bolsonarismo no país e também no Estado, o PSDB caminha para um desempenho eleitoral em 2020 que, na melhor das hipóteses, dará a seu controlador maior a possibilidade de continuar sobrevivendo na política. (Blog da Lígia Teixeira)
Wellington do Curso e Roberto Rocha em Brasília/Foto: Reprodução
O deputado estadual Wellington do Curso finalmente teve a garantia do senador Roberto Rocha, presidente do PSDB no Maranhão, que será candidato à Prefeitura de São Luís pela legenda.
O fato é que mesmo pontuando nas pesquisas entre os principais pré-candidatos, o anuncio só aconteceu após Wellington pegar um verdadeiro ‘molho’ do próprio senador.
“Almocei e jantei em minha casa em Brasília com meu companheiro e amigo, deputado Welligton, nosso pré- candidato a prefeito de São Luís.
Por mais que os comunistas queiram nos dividir, só conseguem nos fortalecer”, disse Roberto Rocha no instagram.
O senador Aécio Neves (PSDB), se posicionou após a Operação Ross realizada nesta terça-feia (11), pela Polícia Federal que teve ele e sua irmã como principais alvos. Réu no STF (Supremo Tribunal Federal), voltou tentar desqualificar os executivos da JBS que o acusam de receber propina do grupo empresarial e comprar apoio político.
Com medo de não obter sucesso na sua reeleição para o senado, Aécio Neves disputou e conseguiu uma das vagas para Câmara Federal, o que lhe garante certa tranquilidade frente às investigações e processos que responde. O senador classificou de desnecessária a operação da policia federal e disse ser o maior interessado no esclarecimento de todas acusações contra ele.
Tucanos dos mais e menos bicudos, já não escondem o desejo de defenestra-lo do PSDB, após mais esse escândalo.
Polícia Federal e Ministério Público Federal nesta terça-feira (11), fazem buscas e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio e em Minas Gerais.
Andréa é considerada operadora do senador nas investigações da Lava Jato. Ela foi presa pela PF em maio de 2017 e foi solta há um ano, por decisão do ministro Marco Aurélio.
A operação tem objetivo de encontrar documentos baseados em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves.
Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias.
São um total de 24 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos em oito estados e no Distrito Federal. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
São alvos da operação: Aécio Neves (PSDB), senador e deputado federal eleito; Agripino Maia (DEM), senador; Andréa Neves, irmã de Aécio; Antonio Anastasia (PSDB-MG), senador; Benito da Gama (PTB), deputado federal; Cristiane Brasil (PTB), deputada federal; Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, deputado federal e presidente nacional do partido Solidariedade. Empresários também são investigados e alvos da da polícia Federal.
A operação no Rio é braço de investida que ocorre simultaneamente em São Paulo (capital e interior, com nove mandados), Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte. Decorre do inquérito 4519, que tem como relator, no Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio.
Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.