Senador Rodrigo Pacheco também faz apelo aos EUA por vacina

Nesta sexta-feira, dia 19, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informou que em carta endereçada a Kamala Harris, vice-presidente dos EUA, fez um apelo para obter vacinas para o Brasil.

“Solicitei, nesta sexta-feira, aos Estados Unidos, por meio de ofício enviado à vice-presidente Kamala Harris, pedido de socorro ao Brasil nas ações de combate à pandemia da Covid-19 (..) No ofício, pedi que fosse considerada, pelas autoridades norte-americanas, a eventual concessão de autorização especial que permita a aquisição, pelo governo brasileiro, de doses de vacina estocadas nos Estados Unidos e ainda sem a previsão de serem utilizadas localmente (..) Esse compartilhamento de estoques, caso autorizado, daria impulso decisivo ao esforço de imunização dos 210 milhões de brasileiros”, destacou Rodrigo Pacheco no twitter.

Nesta semana, o ex-presidente Lula, em entrevista à CNN norte-americana, pediu ao presidente, Joe Biden, que reúna o G-20 para distribuírem o excedente das vacinas, também sejam enviadas ao Brasil.

Na ausência de governo e coordenação no enfrentamento à pandemia no Brasil, autoridades e lideranças políticas tenta preencher a lacuna.

“Um saiu, mas não saiu. Um entrou, mas não entrou”, Dino sobre Pazuello e Queiroga

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), classificou a situação da mudança no comando do Ministério da Saúde como ‘absurda, entre tantos absurdos’.

“Situação desta semana é tão absurda, entre tantos absurdos, que temos dois ministros da Saúde, por conseguinte nenhum. Um saiu, mas não saiu. Um entrou, mas não entrou”, governador Flávio Dino.

Weverton e Eliziane lamentam morte do senador Major Olímpio

Os senadores maranhenses Weverton (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) lamentaram o falecimento do senador Major Olímpio (PSL), vítima da Covid-19.

A notícia foi confirmada e divulgada no perfil oficial do senador Major Olímpio, que tinha 58 anos, e se encontrava internado desde o inicio deste mês de março no Hospital São Camilo em São Paulo.

“Com muita dor no coração, comunicamos a morte cerebral do grande pai, irmão e amigo, Senador Major Olimpio. Por lei a família terá que aguardar 12 horas para confirmação do óbito e está verificando quais órgãos serão doados. Obrigado por tudo que fez por nós, pelo nosso Brasil”, destacou seu perfil.

Petistas chamam Bolsonaro de ‘genocida’ e são presos em Brasília

Cinco militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) foram presos nesta quinta-feira (18), em Brasília, após estenderem uma faixa contra o presidente Bolsonaro (sem partido) e com a palavra “genocida” escrita.

De acordo com o deputado federal Alencar Santana Braga (PT-SP), eles foram presos na Praça dos Três Poderes. Durante toda a manhã o paradeiro dos detidos era desconhecidos. “Nós fomos em 5 DPs, estamos tentando idenfiticar onde eles estão, mas até agora não se achou. Isso é um absurdo”, declarou o deputado Alencar à Fórum.

Dos cinco manifestantes presos, já se sabe a identidade de dois: Rodrigo Pilha e Guilherme Martins.

Informações mais recentes dão conta de que os militantes foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional e que teriam sido levados para a Polícia Federal. Os deputados Alencar e Natália Bonavides (PT-RN) estão a caminho da PF e vão acompanhar o caso de perto. (Revista Forum)

PoderData aponta que Lula e Ciro venceriam Bolsonaro no 2º turno

Do PoderData

Pesquisa PoderData realizada nesta semana em todo o país com 3.500 pessoas indica que, se a eleição presidencial fosse hoje, Jair Bolonaro (sem partido) iria para o 2º turno junto Lula (PT).

O atual presidente tem 30% e o petista pontua 34%. Como a margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há um empate técnico no limite desses percentuais.

Depois de Bolsonaro e Lula, todos os demais candidatos testados ficam com menos de 10%.

Sergio Moro (sem partido) tem 6%; Ciro Gomes (PDT), 5%; Luciano Huck (sem partido) fica com 4%; João Dória (PSDB) pontua 3%; João Amoêdo (Novo) tem 3% e Mandeta (DEM), 2%.

Maranhão assina contrato para adquirir mais de 4,5 milhões doses da vacina Sputink

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou na manhã desta quarta-feira, dia 17, a assinatura de contrato para compra de 4.582.861 doses da vacina Sputinik.

A medida tem objetivo preventivo para garantir a vacinação dos maranhenses. Flávio Dino reiterou o compromisso com o PNI (Plano Nacional de Imunização) do governo federal.

“Assinamos contrato para a compra da vacina russa Sputnik. O Maranhão pretende adquirir 4.582.861 doses de vacina. Estamos enviando contrato hoje para a empresa russa. Expectativa é conclusão da compra e início das entregas em abril (..) O Maranhão reitera o compromisso com o Plano Nacional de Imunização (PNI), nos termos da lei. Assim, caso o Ministério da Saúde opte por assumir o contrato, não vamos nos opor. Caso não queira, vamos manter a compra”, destacou Flávio Dino.

O governador Flávio Dino, divulgo um vídeo nas redes sociais explicando do compra da vacina Sputnk pelo Maranhão. A estratégia é garantir a vacinação de setores estratégicos como o da Educação.

Queiroga diz que não vai “fazer mágica”, quando o país mais precisa de respostas

Os ministros da Saúde que sai e outro que assume respectivamente, Eduardo Pazzuello e Marcelo Queiroga, concederam entrevista coletiva, no final da tarde desta terça-feira, dia 16.

Quando mais se precisa de respostas do novo ministro sobre a pandemia, o governo evita perguntas. Entre os destaques da fala de Queiroga, está o aviso de que não vai “fazer mágica”.

“.. não vou fazer mágica e resolver os problemas da saúde que temos. Mas, teremos a ajuda dos brasileiros, com isso ter um resultado, é, mais desejável no enfrentamento da pandemia..”, disse Queiroga.

Ele também ratificou que dará continuidade ao trabalho de Pazzuelo. Mais cedo, Marcelo Queiroga, disse que a política de saúde é do presidente, ele apenas executa,

Médico Marcelo Queiroga aceita ser Ministério da Saúde de Bolsonaro

Da CNN

O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para ocupar o Ministério da Saúde, que aceitou substituir o general Pazuello.