Governador Flávio Dino (PCdoB), ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite/Foto: Divulgação
‘Nesta segunda, em São Paulo, visitei o ex-presidente Fernando Henrique, fui entrevistado no jornal O Estado de S.Paulo e tive debates com o governador do Rio Grande do Sul, no Vetor Brasil e no IFHC. Falei sobre gestão pública, educação, políticas no Brasil e no Maranhão’, informou Flávio Dino no twitter.
Flávio Dino (PCdoB), defende uma frente de esquerda ampla para as eleições em 2022, mas pondera sobre “exclusivismo” do PT, o maior partido do campo.
“vimos, por exemplo, na Argentina, a própria Cristina Kirchner fez esse movimento e resultou na vitória do campo político que ela lidera”, pontuou Flávio Dino.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), concedeu no inicio da tarde desta segunda-feira (20), entrevista ao Estadão com transmissão ao vivo no Youtube. Ele falou sobre conjuntura política nacional e as possíveis saídas para o país, sucessão em 2020 e ainda sobre o ‘ juiz de garantias’.
Flávio Dino está cumprindo agenda em São Paulo desde o último sábado (18), quando voltou se reunir com o ex-presidente Lula e nesta segunda-feira (20), participará de um evento no Instituto Fernando Henrique Cardoso, com presença do ex-presidente tucano.
Contratação de serviços de consultoria legislativa custou para a Câmara dos Deputados R$ 16,8 milhões em 2019.
Apesar de a Câmara contar com uma qualificada equipe técnica formada por servidores concursados e que formam um time de 193 consultores legislativos e 37 de Orçamento e Fiscalização Financeira, 332 deputados contrataram no ano passado, empresas e profissionais externos para realizar serviçosde consultoria legislativa, pesquisas e assessoria jurídica.
Todos eles têm direito a R$ 111,6 mil por mês para o custeio de até 25 assessores. (Congresso em Foco)
A mais nova polêmica criada pelo governo Bolsonaro, desta vez protagonizada por Roberto Alvim, Secretário Especial de Cultura, pasta com estato de ministério, ocorrido na noite de quinta-feira (16), onde em pronunciamento ele cita trechos de discurso nazista, motivou vários políticos se manifestaram e pediram a cabeça do secretário nas redes sociais.
“Um vídeo nazista não é apenas ridículo. É perigoso e ilegal. Desrespeita os judeus no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Deve ser objeto de repúdio e de providências no Congresso Nacional e no Poder Judiciário”, Fávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão.
“O secretário da Cultura passou de todos os limites. É inaceitável. O governo brasileiro deveria afastá-lo urgente do cargo”, Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara Federal.
“Não é possível que se tolere que o Sec. da Cultura do governo, Roberto Alvim faça plágio de trechos de um discurso de Joseph Goebbels, min. da Propaganda de Hitler com trilha sonora e tudo, e permaneça no cargo. É inconcebível que esse discurso abjeto seja visto como normal”, Senadora Eliziane Gama (Cidadania).
“O Secretário de Cultura, Roberto Alvim, escancarou a propaganda nazista citando e imitando Goebbels, o auxiliar de Hitler. Uma afronta a judeus e a todos os democratas; um acinte que não pode passar impunemente. Fora Alvim” deputado federal Márcio Jerry (PCdoB).
“O secretário nacional de Cultura, Roberto Alvim, plagiou a proposta nazista ao propor uma nova arte e reproduziu uma fala de Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda na Alemanha governada por Hitler. Precisamos parar tudo e tomar medidas importantes para coibir atitudes como essa”, deputado federal, Gil Cutrim (PDT).
“Secretário de cultura de Bolsonaro faz discurso nazista, citando um nazista, com estética nazista. Não há qualquer dúvida. Estamos diante de uma ameaça concreta à democracia”, deputado federal Marcelo Freixo (PSOL).
O levantamento realizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro os ataques a jornalistas e a veículos de imprensa cresceram 54,07%. Só o presidente Jair Bolsonaro foi responsável por 121 dos ataques.
General Augusto Heleno e o Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA)/Foto: Reprodução
O deputado federal Márcio Jerry(PCdoB-MA), comentou nesta quinta-feira (16), sobre a descrição que fez o general Heleno do então candidato a presidência Jair Bolsonaro durante a campanha, e que está publicado no livro “Tormenta – O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama.
‘O cara não sabe nada, pô, é um despreparado’. Finalmente alguma frase do general Augusto Heleno com a qual concordo integralmente. Pena que um homem de frase tão assertivamente correta tenha no governo Bolsonaro ficado tão frouxo, tão sem nervos e inteligência’ disse Márcio Jerry no twitter.
De acordo com o livro, o general Augusto Heleno, hoje ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Bolsonaro, durante a campanha eleitoral de 2018, no intervalo de uma reunião definiu o então candidato a presidente da seguinte maneira “O cara não sabe nada, pô! É um despreparado”.