Flávio Dino diz que calote no Maranhão quem deu foi o grupo Sarney

 

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Governador Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador Flávio Dino reagiu no twitter, nesta quinta-feira (28), aos ataques sistemáticos que passou sofrer de políticos e setores da imprensa ligados à oposição ao seu governo no Maranhão.

A ação foi iniciada após ser encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa do Estado, mensagem solicitando autorização para obter o empréstimo de R$ 600 milhões, para pagar precatórios. A mesma medida já teria sido adotada por outros estados

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Para Dino, seus opositores tentam jogar para opinião pública que estão preocupados com o Maranhão, quando verdadeiramente apenas desejam voltar ao poder no estado de qualquer jeito.

“Pegamos a maior recessão econômica nacional desde 1929. Não me queixo. Luto com o que tenho e como posso. Mantemos o Estado funcionando. Ampliamos serviços públicos. Eles foram rejeitados em 2014 e 2018, mas, em desespero, querem voltar a mandar no grito. Coisa feia”, acrescentou Flávio Dino.

Presidente do TRE-MA Cleones Cunha reage aos ataques a Justiça Eleitoral

 

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Desembargador Cleones Cunha (Presidente do TRE-MA)/Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Regional Eleitora, desembargador Cleones Cunha, repudiou e fez um desabafo nesta quarta-feira (20), contra os ataques que vem sendo realizados contra a Justiça Eleitoral nas redes sociais.

“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, disse Cleones Cunha durante sessão no TRE-MA, e no TJMA.

Os ataques se intensificaram após o STF decidir que julgamentos de Caixa 2, devem ser julgadas no âmbito da Justiça Eleitoral. Os contrários à justiça especializada alegam que em outros países não existe , totalmente desnecessária e que atenderia apenas aos interesses da corrupção política.

“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, destacou o desembargador.