Segundo pesquisa Datafolha, 64% dos brasileiros que souberam da prisão de Fabrício Queiroz em Atibáia, o presidente Bolsonaro sabia onde ele estava escondido.
De acordo com os entrevistados três quartos disseram ter conhecimento do caso: 29% detalhadamente; 35% mais ou menos e 11% mal.
O professor Carlos Alberto Decotelli da Silva é o novo ministro da Educação/Foto:Reprodução
O professor Carlos Alberto Decotelli da Silva é o novo ministro da Educação. O perfil e curriculo do escolhido do governo Bolsonaro é completamente diferente do antecessor Weintraub.
Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Fundação Getúlio Vargas, doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.
O vereador, Ditinho Bueno (PSC), de Bragança Paulista foi flagrado, na última terça-feira (23), pela câmera de sua própria transmissão on-line, durante uma sessão da Câmara Municipal, observando e cheirando uma calcinha.
Os vereadores participavam de forma digital da 21ª Sessão Ordinária de 2020. Alguns participavam da sessão de suas residências. Ditinho, no entanto, estava em seu gabinete, na Câmara Municipal. (Revista Forum)
O vice-presidente, Hamilton Mourão, voltou se reunir nesta quinta-feira (25), através de vídeo conferência, com governadores da Amazônia Legal. O governador do Maranhão, Flávio Dino, classificou a agenda como positiva.
Mais uma boa reunião entre o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os governadores da Amazônia Legal. Enfatizei a importância da retomada do Fundo Amazônia e das ações educativas e preventivas.
Hamilton Mourão que coordena o Conselho da Amazônia, disse aos governadores que em relação à carta escrita por dezenas de instituições, que administram US$ 3,7 trilhões em todo o mundo, contra o desmatamento da Amazônia, disse que a resposta será com “verdade e trabalho”.
A eventual participação de Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro, no ato virtual pela Democracia, organizado pelo movimento ‘Direitos Já’, rachou o evento. O evento está marcado para amanhã sexta-feira (26).
A inclusão de Moro no ato foi proposto pelo deputado José Nelto (Podemos-GO).
Alguns dos convidados se posicionaram de forma contrária à participação do ex-juiz e ministro de Bolsonaro. Entre eles, o também ex-ministro Aldo Rebelo que pediu “que o avisem quando acontecer”.
Outro é Guilherme Boulos que avisou se Moro entrar ele sai: “Se ele entrar por uma porta, eu saio por outra”.
Os ex-presidentes Sarney e Temer que haviam confirmado presença, ontem desistiram. Alegaram que o ato havia se transformado em movimento contra Bolsonaro.
Está claro que a união de forças políticas em defesa da Democracia, nos moldes do movimento ‘Diretas Já’, não acontecerá.
Mas, não é apenas Moro que dificulta uma união desse nível no país. O estrago e polirazação política nos últimos anos no Brasil foi maior que se imagina. (Informações de Mônica Bergamo)
O ministro do STF, Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não popou elogios ao senador Weverto (PDT), nesta quarta-feira (24), durante entrevista ao programa Ponto e Virgula na Rádio Difusora FM.
Weverton relatou a PEC de adiamento das Eleições 2020 , aprovada em 1º e 2º turnos no Senado Federal, ontem. Barroso disse está impressionado com a articulação e condução do senador maranhense na aprovação da proposta no Senado, em 48 horas.
O ministro falou durante a entrevista sobre realização do pleito eleitoral em meia a pandemia do novo coronavírus.
O ministro Roberto Barroso já havia parabenizado o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o senador Weverton (PDT-MA), nas redes sociais.
Cumprimento o presidente do Senado, @davialcolumbre, e o relator da PEC, senador @wevertonrocha, pela presteza com que conseguiram acudir a esta circunstância que recai sobre a Justiça Eleitoral: de se definir o quanto antes as datas em que serão realizadas as eleições.
— Luís Roberto Barroso (@LRobertoBarroso) June 24, 2020
Flávio Dino, governador do Maranhão, e Jair Bolsonaro, presidente da República/Foto: Reprodução
O FMI (Fundo Monetário Internacional) prevê queda da economia brasileira de -9,1% em 2020. O Banco Central havia projetado 6,5% no último Boletim. Aqui mais informações.
O governador do Maranhão, Flávio Dino, questionou o presidente Bolsonaro nas redes nas redes sociais, quais as prioridades do seu governo enquanto o Brasil afunda em crises, principalmente a econômica.
“Enquanto isso, qual a agenda de trabalho do presidente da República ? Interesses pessoais, dos filhos, de Queiroz e seus demais amigos ? Ou há uma intensa agenda com empresários, trabalhadores, estados e municípios? Pessoa errada, métodos errados, metas erradas”,