Flávio Dino representará quem subscreveu na PGR pedido de investigação contra ele

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino, reagiu com indignação na manhã desta segunda-feira (27), em relação ao pedido de investigação contra ele, feito pela PGR (Procuradoria Geral da República), sobre compra de combustíveis para uma aeronave pela Secretaria de Segurança do Estado, que foi publicado hoje no Jornal O Globo.

Insinuando que a medida pode tratar-se de retaliação a sua postura política em nível nacional, principalmente em relação ao governo Bolsonaro, disse que não mudará  sua conduta séria e corajosa, e ainda, que representará por abuso de autoridade quem subscreveu “tamanha indecência”.

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Ainda sobre a petição, o governador Flávio Dino, que é ex–juiz federal, acrescentou que a “grave investigação” foi inicialmente requerida por uma pessoa de Varginha, Minas Gerais, e que o pedido não considera, por exemplo, ao menos que a Polícia só paga o que usa. De acordo com o governador, o que há no contrato é uma PREVISÃO de consumo. E quem faz contrato e paga não é o governador.

“..não utilizaremos a dor alheia como instrumento de luta política..”, Carlos Lula aos críticos

 

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Dr. Carlos Lula, Secretário de Saúde do Maranhão/Foto: Reprodução

O secretario de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, reagiu em tom de indignação na manhã desta segunda-feira (27), às críticas de políticos de oposição ao governo do estado em relação ao enfrentamento ao novo coronavírus. Para o secretário, não é momento de usar a dor alheia como palanque.

“Em tempos de necropolitica, nada mais simbólico do que gente querendo palco com a dor alheia. Tenham piedade, meus amigos. Se não pode ajudar, não atrapalhe. Não passam de hipócritas. Vocês não possuem nenhuma solidariedade com a dor do outro”, reagiu Carlos Lula.

O secretário, Carlos Lula, cobrou dos críticos apoio ao invés de ficarem atrapalhando de forma ‘raza e vil’. Ele ainda sugere que existe outras formas de ser útil e responsáveis.

“Apenas querem fazer uso desvirtuado da política, da forma mais rasa e vil possível. Não me surpreende vindo de gente metida com agiota. Vocês não fazem ideia do qto os profissionais dos hospitais têm lutado todos os dias. Existem outras formas de sermos úteis e responsáveis (…), um mandato tem que ser coletivo. Precisa ser propositivo. É o meu apelo: em vez de espetáculo, resolução. Assim trabalhamos e continuaremos a trabalhar para proteger os maranhenses (…), e nada disso vai fazer parar minha luta diária – e de toda minha equipe – por mais leitos. Nós vibramos com cada vida salva. Temos foco. E nunca, nunca utilizaremos a dor alheia como instrumento de luta política. Há limites para tudo”, concluiu Carlos Lula.

Atlas Político aponta que 54% querem impeachment de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

O Atlas Político divulgou nesta segunda-feira (27), no jornal El País, mais uma pesquisa com foco na crise envolvendo saída de Sérgio Moro do governo Bolsonaro.

O levantamento aponta que 54% das pessoas ouvidas defendem o impeachment de Jair Bolsonaro.

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A rejeição de Bolsonaro é de 64,4% – diante de 30% de aprovação.

O governo Bolsonaro é avaliado como ruim ou péssimo por 49%. Outros 28% acham o governo regular e 21% classificam como ótimo ou bom.

Covid-19: Brasil registra 61.888 casos e 4.205 mortes, o MA é 6º em número de casos confirmado

 

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Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde registrou 61.888 casos de coronavírus no Brasil e 4.205 mortes até às 14h deste domingo (26), segundo informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 3.379 novos casos e 189 novos óbitos.  Todos os estados brasileiros registram casos e mortes por coronavírus. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 20.715 casos e 1.700 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 7.111 casos e 645 óbitos.

No Maranhão o número de novos casos chegaram a 187, contaminados já somam 2410 caso, 125 óbitos. Casos descarados são 67 e pessoas recuperadas 463.

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Governo Bolsonaro é reprovado por 42% da população após saída de Moro

 

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Foto: Reprodução

A XP Investimentos realizou uma pesquisa entre as 18h de quinta-(23) e as 18h de sexta(24), com amostra de 800 entrevistas e margem de erro de 3,5 pontos percentuais.

A primeira pergunta foi a avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro.

A aprovação foi de 31% e a desaprovação, de 42%.

Outros 24% dos entrevistados avaliaram o governo de forma regular e 3% disseram não saber ou não responderam.

Entre 13 e 15 de abril, as pesquisas mostravam aprovação era de 30% e reprovação de 40%; Entre 20 e 22 de abril, a aprovação era de 31% e a reprovação, 42%.

Sobre a saída de Sérgio Moro do governo e, depois de ocorrida, sobre a saída, 77%
disseram ter conhecimento enquanto 22% disseram não saber.

1% disse não saber ou não responderam.

Sobre a decisão de Moro sobre sua saída se o presidente interferisse na chefia da Polícia Federal:

44% aprovaram, 42% desaprovaram e 14% disseram não saber ou não responderam.

Sobre o impacto da saída de Moro do governo para o país.

67% acham que o impacto é negativo, enquanto 10% acreditam que será positivo e 6% que não terá impacto para o país.

Sobre a expectativa com o resto do mandato do governo Bolsonaro:

49% disseram que o restante do mandato será ruim ou péssimo após a saída de Moro, enquanto 18% acreditam que será bom e ótimo, 25% que será regular. 9% não sabem.(Revista Forum)

Flávio Dino e Eliziane Gama viram denuncias de crimes graves na fala de Sérgio Moro

 

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O desembarque do ex-ministro, Sérgio Moro, do governo Bolsonaro nesta sexta-feira (24), teve impacto comparado ao de uma ‘bomba atômica’ nos meios políticos e jurídicos causando perplexidade. Para o governador Flávio Dino, que também é ex-juiz federal, o pronunciamento do ex-ministro Moro, constitui crime de responsabilidade do ponto de vista jurídico.

“Do ponto de vista jurídico, o depoimento de Moro constitui prova de crimes de responsabilidade contra a probidade na Administração, contra o livre exercício dos Poderes e contra direitos individuais. Artigo 85 da Constituição Federal e Lei 1.079/50”, esclarece Flávio Dino.

A senador, Eliziane Gama, viu com perplexidade a quantidade de crimes denunciados no anuncio de saída do governo Bolsonaro. Para ela, o ex-ministro Moro precisa ser ouvido imediatamente pelo Congresso Nacional.

“Obstrução da justiça, falsidade ideológica, crime de responsabilidade, tudo junto nas declarações do ministro Moro. É necessário investigar essas informações e cobrar responsabilidades. Estamos pedindo que o Congresso Nacional ouça com urgência Sérgio Moro e tome providências”, destacou Eliziane.

Moro deixa governo Bolsonaro numa situação gravíssima

 

Pedido de demissão do ex-ministro Sérgio Moro nesta sexta-feira (24), causou perplexidade pelos detalhes da crise envolvendo a crise na Polícia Federal. O ex-juiz elencou uma serie de denuncias gravíssimas contra o governo Bolsonaro, deixando a possibilidade de desdobramentos significativas.

Grande Mídia diz que Moro anunciará saída do governo Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

Os jornais da grande mídia cravam nesta sexta (24) que Sergio Moro já avisou a aliados que anunciará a demissão do cargo de Ministro da Justiça às 11h.

Na Folha, consta que Moro comunicou Bolsonaro pela manhã que “não ficaria no governo com a saída do diretor-geral [da Polícia Federal, Maurício Valeixo], escolhido por Moro para comandar a PF.”

CNN Brasil afirma que ouviu de 3 fontes que Moro já tomou a decisão, porém, haveria movimentações de setores do Planalto tentando apagar o incêndio para evitar o desembarque do ministro.

Também há informações de que Bolsonaro exonerou Valeixo justamente para provocar a saída de Moro. Uma outra corrente acredita que o presidente interviu no comando da Polícia Federal para blindar a família de investigações. (Jornal GGN )