Torcidas de Vasco e Corinthians juntas em defesa da Democracia

 

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Torcedores do Vasco e do Corinthians lideram movimentos de protesto em defesa da democracia e criticas ao governo Bolsonaro neste domingo (21), em Brasília.

Torcidas de vários outros clubes e movimentos sociais também participam. Do outro lado da Esplanada dos Ministérios, um grupo protesta a favor do governo Bolsonaro.

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Foto: Reprodução

Antes do início do protesto, o grupo chamado “Somos Democracia”, dirigiu-se ao presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia por meio de uma carta.

“Não é admissível conviver com tamanha crueldade e irresponsabilidade de um governo que – sequer – respeita a diplomacia entre as instituições e costuma desrespeitar os poderes, as autoridades e o próprio congresso nacional. Bolsonaro passa dos limites diariamente, entrevistas que debocham das pessoas mortas pelo covid-19, sem ministro da saúde e sem estratégia para conter o avanço do vírus no Brasil (..) O Presidente brinca com a vida da população, governa exclusivamente para os seus apoiadores e não compreende o que significa governar uma nação”, diz trecho da carta.

(Com informações do UOL)

Tensão entre Poderes: Forças Armadas não aceitam tomada de poder por outro poder

 

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O presidente Bolsonaro, o vice-presidente, general Mourão e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, assinaram uma nota divulgada pela Secom que afirmam que as Força Armadas não aceitam “ordens absurdas”, como “tomada de Poder”.

Na última sexta-feira (12), o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, disse que é “ultrajante e ofensivo” falar em “golpe” com apoio das Forças Armadas, porém, ele fez a ressalva de que isso nunca acontecerá se a oposição “não esticar a corda”.

A declaração voltou criar um clima de tensão e reações entre os poderes.

“A missão institucional das Forças Armadas na defesa da Pátria, na garantia dos poderes constitucionais e na garantia da lei e da ordem não acomoda o exercício de poder moderador entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, disse o ministro Fux do STF em uma ação.

A nota assinado por Bolsonaro, Mourão e Fernando Azevedo foi em resposta à repercução da decisão do ministro STF.

“As FFAA do Brasil não cumprem ordens absurdas, como p. ex. a tomada de Poder. Também não aceitam tentativas de tomada de Poder por outro Poder da República, ao arrepio das Leis, ou por conta de julgamentos políticos”, afirma a nota.

(Congresso em Foco)

Manifestações em Brasília em defesa da democracia e contra o racismo

 

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“Ou nos unimos em 2020 ou pode nem haver 2022”, Eliziane sobre pandemia e bolsonarismo

 

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Senadora Eliziane Gama (Cidadani-MA)/Foto:Reprodução

A senadora Elizaene Gama (Cidadania-MA), líde do partidido no Senado, nesta terça-feira (2), defendeu a unidade para enfrentar e vencer a pandemia, e ainda, ameaça autoritária bolsonarista, que deseja o caos e rompimento instucional no país.

“..precisamos nos unir com quem divergimos.., nossa convergência tem que ser no ponto principal: a defesa irrestrita do estado democrático de direito..”, alerta Eliziane

Eliziane se referia a iniciativa da frente ampla e suprapartidaria lançada no final de semana formada por políticos e artistas de várias matizes. Para ela, a unidade precisa se consolidar agora durante a batalha contra o coronavírus e fortalecer a luta em defesa do Estado Democratico de Direitos.

Políticos de direita, esquerda e artistas se unem em defesa da Democracia

 

Movimentos ganharam força neste sábado (30) com manifestações em favor da união das diversas correntes políticas em defesa da democracia. Um deles,  coma a hastag somos70porcento, foi um dos assuntos mais comentados do Twitter.

O movimento Estamos Juntos reúne políticos como Fernando Henrique Cardoso, Fernando Haddad,  Flávio Dino e artistas, entre eles, Fernanda Montenegro, Antônio Fagundes, Lobão e Caetano Veloso e outros.

O escritor Paulo Coelho e o apresentador Luciano Huck também estão entre os cerca de 300 apoiadores. O texto, intitulado “Somos muitos”, foi publicado na forma de anuncio na Folha de S.Paulo, no Estadão e no Globo deste sábado.

Sem citar o nome do presidente Jair Bolsonaro, o grupo diz que se alinha a dois terços da população. O presidente tem média de aprovação popular de 30%.

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“..a questão não é de ‘se’ , mas de ‘quando’..”, Eduardo Bolsonaro sobre ruptura democratica

 

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O deputado federal, Eduardo Bolsonaro (filho do presidente), que já havia dito que “para fechar o STF  basta um cabo e um soldado”, na última quarta-feira (27), disse que a ruptura da democratica no Brasil não se trata mais de ‘se’, mas ‘quando’.

“.. entendo essas pessoas que querem evitar esse momento de caos. Mas falando bem abertamente, opinião do Edurado Bolsonaro, não é mais uma opinião de ‘se’, mas de ‘quando’ isso vai ocorrer”..”, deputado Eduardo Bolsora sobre ruptura democratica.

O posicionamento de Eduardo Bolsonaro se deu em meio a reação do governo à operação da PF contra fake news, que teve como alvo aliados do presidente Bolsonaro.

“Vamos para guerra”, do ex-bolsonarista Alexandre Frota para o presidente

 

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Foto: Reprodução

O ex-bolsonarista, Alexandre Frota, deputado federal pelo PSDB-SP, agora adversário e critico implacáveis da família bolsonaro, nesta quinta-feira (28), motivado pela operação da PF contra fake news e ataques aos ministros do STF, fez uma convocação nas redes sociais para a batalha contra o presidente da república e seus aliados.

“Ontem a quadrilha digital começou a ser desmontada no Brasil” disse Frota no twitter. 

https://twitter.com/alefrota77/status/1266096800466898949

Chamou atenção de muitos o fato de Alexandre Frota concordar com o ex-presidente Lula, que também no twitter, alertou para o risco e intensão de Bolsonaro em promover a ruptura democrática no Brasil.

Flávio Dino e Jair Bolsonaro sobre democracia no Brasil e fake news

 

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Foto: Reprodução

O governador FLávio Dino contestou o presidente Bolsonaro nas redes sociais, após este defender aliados alvos da operação da PF que investiga de fake news. A ação foi determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Para o presidente a operação foi “um sinal que algo de muito grave está acontecendo com a democracia”, e que os investigados são ‘cidadãos de bem’ exercendo o ‘direito de expressão’.

Em resposta Flávio Dino disse que ‘sinal de algo grave com nossa democracia’ é a “indevida pressão do presidente da República sobre o Supremo Tribunal Federal”.