Governo Bolsonaro admite risco de falta de energia e cobra sacrifícios

Do Uol

Coube ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em pronunciamento na noite desta terça-feira, dia 31, em rede nacional, admitir o que o governo vinha tentando negar, que a crise energética é real e que será necessário sacrifício do consumidor para evitar agravamento no setor elétrico.

“..me dirijo novamente a todos para informar que a nossa condição hidroenergética se agravou. O período de chuvas na região Sul foi pior que o esperado (..) Para aumentarmos nossa segurança energética e afastarmos o risco de falta de energia no horário de maior consumo, é fundamental que a Administração Pública, em todas as suas esferas, e cada cidadão-consumidor, nas residências e nos setores do comércio, de serviços e da indústria, participemos de um esforço inadiável de redução do consumo..”, afirmou Bento Albuquer.

Fiesp e Febraban adiam manifesto para depois do dia 7 de setembro

Do O Globo.

O manifesto em defesa da harmonia entre os poderes envolvendo a Fisp (Fedração das Industrias de São Paulo) e Febraban (Federação Brasileira de Bancos), deverá acontecer só após o dia 7 de setembro.

A decisão teria sido tomado após conversa do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputado, com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

No próximo dia 7 de setembro está marcada mobilização a favor de Bolsonoro e um suposto golpe institucional.

Aliados de Bolsonaro já admitem que derrota pode ocorrer no 1º turno

Do Uol

Setores importantes do Centrão, aliado de Bolsonaro no Congresso, já reconhecem a grande possibilidade de derrota do presidente em 2022.

O cenário traçado é visto com tanta preocupação pelos os aliados, que segundo eles, Bolsonaro poderá perder a eleição ainda no primeiro turno.

Na avaliação desses setores, o cenário mais favorável a Bolsonaro, mas que não significaria a certeza da reeleição, só poderá ocorrer em caso de mudança radical da postura do presidente e melhora significativa na econômica, aspectos considerados difíceis de ocorrer.

Com inflação, juros e desemprego em alta, a população sente os efeitos da deterioração econômica e do aumento do preço dos alimentos, do gás de cozinha, da conta de luz e da gasolina. Não se trata de uma situação vista como passageira e, além de tudo, é agravada por uma nova onda da pandemia, crise hídrica e arroubos autoritários de Bolsonaro, que investe em ameaças à democracia e em conflitos institucionais.

‘Não quero modelo cubano ou chinês, mas o inglês’, Lula sobre mídia.

O ex-presidente Lula, líder em todas as pesquisas eleitorais para as eleições de 2022, disse nesta quinta-feira, dia 26, nas redes sociais que o modelo da mídia no Brasil, “é de quando a gente escrevia carta”.

Lula voltou a defender a ‘regulamentação da mídia’ no Brasil, aos críticos da polêmica medida enviou a seguinte mensagem, “não quero modelo cubano ou chinês, quero o modelo inglês”.

Durante a recente passagem de Lula pelo Maranhão, foi questionado sobre sobre o projeto de regulamentação dos meios de comunicação no Brasil, após duras críticas a setores da imprensa brasileira admitiu que essa é uma autocrítica que precisa fazer.

“Tenho que fazer uma autocrítica. Nós não tratamos a reforma da comunicação, como deveria ser tratada (..) Aprovamos um programa para que a gente pudesse regulamentar os meios de comunicação. Eu não sei por que ‘cargas d’água’ não foi colocado no Congresso esse projeto (..) “Eu gostaria que a Rede Globo pedisse desculpas pra mim”, disse Lula.

O polêmico projeto de regulamentação da mídia no Brasil, sempre defendido pelo PT e que não foi viabilizado quando estava no poder, voltou a ser utilizado por setores da grande imprensa e adversários de Lula, para dizer que o petista é tão autoritário quanto Bolsonaro.

3ª dose da vacina contra Covid começa dia 15 de setembro

Do Uol

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quarta-feira, dia 25, a aplicação da terceira dose da vacina contra Covid-19, em idosos e imunossuprimidos no próxima dia 15 de setembro.

Na mesma data começará a redução do intervalo da vacinação da Pfizer e AstraZeneca, de 12 para 8 semanas.

A imunização extra contemplará idosos a partir de 70 anos, sendo que os primeiros a receberem a vacinação serão os acima de 80 anos.

MA já recebeu 7.030.320 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19

O Maranhão recebeu, segunda-feira (23), novos lotes das vacinas Pfizer, CoronaVac e AstraZeneca para continuidade à vacinação contra a Covid-19.

São 228.020 doses de imunizantes, sendo 56.600 doses de CoronaVac, 59.670 doses de Pfizer e 111.750 doses da AstraZeneca. 

Com a nova remessa, o Maranhão totaliza 7.030.320 doses recebidas, sendo 2.013.990 doses da CoronaVac, 3.548.700 doses da AstraZeneca, 1.354.730 doses da Pfizer e 112.900 doses da Jansen.

Para Dino, tudo indica que Bolsonaro tentará invadir o Congresso ou o STF

Os governadores se reuniram nesta segunda-feira, dia 23, para discutirem a crise entre os poderes.

Hoje em entrevista ao Uol News , o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), disse que os últimos posicionamentos do presidente indicam que Bolsonaro e seus aliados tentarão invadir o Congresso Nacional ou mesmo do STF, semelhante ao que ocorreu no Capitólio nos EUA, após as eleições.

“Acho que a atitude nesse momento deve ser de serenidade, porém, de firmeza porque mesmo que ele [Bolsonaro] não tenha êxito nessas tentativas de invadir o Congresso, invadir o Supremo, coisas desse tipo, tudo indica que algo desse tipo será tentado. E ao tentar, já há vítimas. Nós vimos isso no Capitólio, nos EUA. E temos que evitar essa confrontação entre brasileiros. A paz deve prevalecer, o respeito às regras da democracia deve prevalecer”, afirmou o governador.

Para ele, se as eleições presidenciais em 2022 ocorrerem com esse “clima gerado pelo Bolsonaro” é possível que o país se depare com confrontações e uma possível guerra civil.

“Porque se nós formos para a eleição nesse clima gerado pelo Bolsonaro, nós podemos não ter problemas agora no 7 de setembro, mas podemos ter problema no outro 7 de setembro quando se avizinhará a derrota eleitoral do Bolsonaro. E, aí sim, no ambiente eleitoral eles podem perpetrar algum tipo de confrontação, assolar ódio, gerar uma espécie de guerra civil. Então é uma situação muito grave e o general Mourão, repito, apesar de ser uma pessoa à direita, é uma figura que tem se comportado de modo sério, respeitável, diferente do presidente da República”, ponderou Dino.