O ‘hacker de Araraquara’ conta porque grampeou Moro e Procuradores da Lava Jato

247 – Walter Delgatti, o ‘hacker de Araraquara’, revelou em entrevista ao vivo à TV 247 nesta terça-feira (16) que descobriu, por meio das conversas a que teve acesso, que o ex-presidente Lula foi traído por uma pessoa próxima.

Questionado pelo jornalista Joaquim de Carvalho, disse ser uma pessoa que fazia parte do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, respondeu positivamente. E informou que foi uma ação – e não uma mensagem, ou declaração – que “acabou ajudando a Lava Jato e prejudicando Lula”.

Walter Delgatti contou em detalhes sobre o que o motivou a invadir os celulares de procuradores e do ex-juiz Sergio Moro: ele próprio foi alvo de uma operação do Ministério Público, pela qual foi acusado injustamente de traficante, preso por seis meses e perdeu todos os amigos, namorada e emprego.

‘Não é um erro de agora, o país fez a aposta errada e estamos pagando o preço’, Carlos Lula à Radio CBN

O secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Eduardo Lula, em entrevista à Rádio CBN, na manhã desta terça-feira, dia 16, falou sobre falta de vacinas e uma terceira onda com variante.

Para ele, o Brasil está pagando o preço por apostar em uma só vacina e não seguir os países desenvolvidos. O cenário é ruim porque gera descredibilidade e permite o surgimento de novas variantes do coronavírus.

‘Não é um erro de agora, mas do passado’, afirma o secretário. Ele acrescenta que ‘quando a gente aposta em várias vacinas, a gente está ‘comprando’ lugar na fila. O país fez a aposta errada e, infelizmente, estamos pagando pelo preço desse erro’.

Sobre a postura da população, ele disse que ‘parece que a sociedade já normalizou a doença. É uma situação alarmante e gravíssima’. Ao falar da segunda dose, ele disse que está garantida porque os estados reservaram os lotes. ‘Foi uma estratégia’. Ele finalizou dizendo que ‘o Ministério da Saúde tem que estar focado em adquirir mais vacina para imunizar mais gente’. (Rádio CBN)

Eliziane chama de “desvario completo” alteração de decretos para facilitar compra e registro de armas

A senador Eliziane Gama (Cidadania-MA), classificou de “um desvario completo”, neste sábado, dia 13, o ‘pacote de mudanças’ do governo Bolsonaro editado e divulgado ontem à noite sexta-feira, que flexibilizam os limites para compra e estoque de armas e cartuchos.

“O PR insiste em sua trama, a de querer transformar o Brasil em uma praça de guerra. Em dois anos, o número de armas legais em mãos das pessoas saltou de pouco mais de 600 mil para perto de 1 milhão e 200 mil. Um desvario completo (..) Agora, divulga novos decretos permitindo uma derrama desses instrumentos de morte em nosso país. Uma irresponsabildade completa com a qual o Congresso não pode concordar. Os brasileiros precisam de mais concórdia, tolerância, amor e vacina, não de violência e armas”, protesta Eliziane.

As alterações incluem:

a) aumenta de 4 para 6, o número máximo de uso permitido para pessoas com Certificado de Registro de Arma de Fogo.

b) possibilidade de substituir o laudo de capacidade técnica-exigido pela legislação para colecionadores, atiradores e caçadores – por um “atestado de habilidade” – emitidos por clubes ou entidades de tiro.

c) permissão para que caçadores registrados comprem até 60 e 30 armas, respectivamente, sem necessidade de autorização expressa do Exércicio;

d) elevação, de 1 mil para 2 mil, da quantidade de recargas de cartucho de calibre restrito que podem ser adquiridos por “desportistas” por ano.

Dino reage ao ataque de Bolsonaro e diz não ter medo ‘nem de polícia nem de milícia’

O governador, Flávio Dino (PCdoB), reagiu ao ataque do presidente Jair Bolsonaro, na live de quinta-feira, 11, onde disse que iria perguntar à Polícia Federal sobre o destino do dinheiro enviado para leitos de UTI no Maranhão.

Nas redes sociais, Flávio Dino, respondeu dizendo que Bolsonaro inventou uma conta sobre dinheiro enviado ao estado. Ele também foi taxativo em dizer que ‘não tem medo da polícia e nem da mílicia’. 

A nova ofensiva esta semana do presidente Bolsonaro contra o governador Flávio Dino, está relacionado a ação judicial no STF que deu entrada o governo do Maranhão na última segunda-feira, dia 8, para obrigar o Ministério da Saúde a reabilitar leitos de UTI custeados pelo SUS e destinados a pacientes com Covid-19.

Rubens Jr. questiona volta de Bolsonaro ao Maranhão para entregar 120 títulos terras

O secretário Rubens Júnior, Articulação Política do Maranhão, comentou nesta quinta-feira, dia 11, nas redes sociais o retorno do presidente Jair Bolsonaro ao estado, para entregar 120 títulos de terras em Alcântara.

“Bolsonaro, em mais de dois anos de governo, se dará ao trabalho de vir ao Maranhão com grande comitiva, para entregar 120 títulos de propriedade”, questionou Rubens Júnior.

Ontem o próprio presidente Bolsonaro, também nas redes sociais, anunciou que estará no Centro de Lançamento de Alcântara no Maranhão, para entregar títulos de terras para famílias locais.

“Amanhã, às 10:00, estarei em Alcântara (MA) para a entrega de títulos de propriedade rural no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). – Famílias do Maranhão serão beneficiadas com seus títulos, cuja emissão estão pendentes desde a década de 1980..”, disse Bolsonaro.

Dino acionará governo Bolsonaro no STF para garantir leitos de UTI

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), entrará ainda nesta segunda-feira, dia 8, com uma ação no STF com o objetivo de obrigar o governo Bolsonaro reativar leitos de UTI para pacientes com Covid-19.

A decisão foi tomada após um fim de semana de reuniões entre os governadores da Amazônia Legal, que divulgaram uma carta pedindo a reabilitação desses leitos.

O grupo reúne, além do Maranhão, os representantes do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Na carta, os governadores apontam que a reabilitação dos leitos é uma medida vital e emergente neste momento pra evitar crise como a que ocorreu em Manaus, desde janeiro. (Metropóles)

XP volta apontar subida da avaliação negativa do governo Bolsonaro

XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira, dia 8, aponta avaliação negativa do governo Bolsonarro em alta. Para 42% dos entrevistados o governo é ruim ou péssimo, ante 40% no último levantamento.

A popularidade de Bolsonaro voltou a cair logo após o corte do auxílio emergencial federal, distribuido durante a pandemia. Este é o quarto levantamento consecutivo que mostra a subida da sua avaliação negativa.

Apesar dos números negativos, Bolsonaro ainda lidera com 28% na corrida presidencial de 2022.

Em seguida aparecem: Haddad (12%), Moro (12%), Ciro Gomes (11%), Huck (7%), Boulos (6%), Doria (4%), Amoêdo (3%) e Mandetta (3%).

Haddad bota bloco na rua e Dino diz que retira nome se Lula for liberado em 2022

247 – O ex-prefeito Fernando Haddad antecipou, quinta-feira, dia 4, que aceitou ser candidato a presidente em 2022, diante do impasse sobre os direitos políticos do ex-presidente Lula.

“Ele me chamou para uma conversa no último sábado e disse que não temos mais tempo para esperar (..) Ele me pediu para colocar o bloco na rua e eu aceitei”, afirmou Haddad.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), cujo o nome tem figurado como um dos possíveis nomes da esquerda para disputa presidencial em 2022, disse ao site que se forem devolvidos os direitos políticos de Lula, ele retira seu nome da sucessão presidencial em nome da unidade democrática.