“É preciso proteger o trabalhador do desemprego e da fome”, alerta Weverton

O senador Weverton, líder do PDT no Senado, com base no aumento preocupante dos preços de itens da cesta básica como arroz e óleo, está defendendo o auxílio emergencial por mais tempo.

“A pandemia piorou a já combalida economia do país. É preciso proteger o trabalhador do desemprego e da fome”, disse Weverton no twitter.

“Acho um absurdo salários da alta administração. São muito baixos”, diz Paulo Guedes

Em uma videoconferência com Rodrigo Maia e mediada pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), o ministro da Economia disse que é preciso ter uma “enorme diferença” nos salários para manter servidores no alto escalão.

“Acho um absurdo os salários da alta administração brasileira. Acho que são muito baixos (…). O Bruno Dantas [ministro do TCU], em qualquer banco, vai ganhar US$ 4 milhões por ano. É difícil convencer o Bruno a ficar no TCU, porque ele vai receber várias propostas do setor privado”, disse.

“Tem que haver uma enorme diferença de salários sim. Quantos chegam ao STF ou ao TCU? O secretário do Tesouro ganhava 20% a mais do que um jovem que foi aprovado em um concurso para a carreira jurídica. Não é razoável. Tem que haver uma valorização da meritocracia.”

E completou:

“O presidente da República ou um ministro do STF tem que receber muito mais do que recebem hoje. Pela responsabilidade do cargo, pelo peso das atribuições, pelo mérito em chegar a uma posição dessa. E não é nada assim no serviço público brasileiro.”

Informações O Antagonista

Em nota PCdoB se posicionamento após polêmica do ‘perdão das dívidas de Igrejas’

Em nota assinada pela líder do PCdoB na Câmara Federal, Perpétua Almeida, o partido se posicionou sobre a polêmica em relação ao ‘perdão às dividas’ das Igrejas, após a forte cobrança nas redes sociais.

O projeto está à espera da sanção do presidente Jair Bolsonaro, e poderá livrar igrejas de dívidas que totalizam R$ 1 bilhão.

Leia a nota abaixo:

No dia 15/7, foi votado o PL 1581/2020, que viabiliza recursos para estados, DF e municípios de dívidas em precatórios, destinando-os para o combate à Covid-19.

O PCdoB acompanhou o voto do relator pela rejeição de todas as emendas. Uma delas, no entanto, foi destacada, a emenda nº 1, motivo de grande polêmica.

A bancada do PCdoB orientou o voto sim à emenda considerando que:

1. A Constituição Federal (Art. 150, inciso VI, alínea b) determina ser vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir impostos sobre templos de qualquer culto;

2. A emenda sob análise retirava dos templos de qualquer culto a caracterização de contribuinte, para evitar a tributação sobre atividades acessórias, como as atividades sociais prestadas por essas instituições;

3. O texto aprovado não trata da tributação ou de perdão de dívidas de pessoas físicas relacionadas a essas igrejas. Nem perdoa fraudes porventura existentes. Regula a imunidade já garantida pela Constituição, e alcança todas as denominações religiosas. Foi neste entendimento que foram consideradas nulas as autuações feitas em descumprimento ao texto da Constituição.

Para o PCdoB, a ação fiscal do Estado deve estar dirigida ao combate à fraude e ser direcionada prioritariamente aos grandes sonegadores, às pessoas físicas detentoras de grande patrimônio e não mirar ações sociais realizadas por instituições religiosas.

Em tempo, reafirmamos que quaisquer desvios ou abusos cometidos, inclusive por instituições e líderes religiosos, devem ser apuradas e punidas de acordo com mecanismos legais já existentes.

Lembramos ainda que foi o Partido Comunista, através do então deputado Jorge Amado, que garantiu a liberdade de culto religioso no Brasil, na Constituição de 1946, como um direito fundamental dos brasileiros.

É da essência da democracia a divergência e o debate de opiniões, mas devem ser repudiada as tentativas de confundir ou distorcer os fatos com objetivos de ganhos políticos.

Brasília, 8 de setembro de 2020
Bancada do PCdoB
Deputada Perpétua Almeida – líder da bancada

Flávio Dino e lideranças do PDT elogiaram fala de Lula que animou oposição a Bolsonaro

247 – Dirigentes do PDT elogiaram a fala de Lula. Apontado como um dos pré-candidatos à Presidência da República da esquerda, o governador Flávio Dino (PC do B-MA) elogiou publicamente o discurso do petista.

Ao Painel, Dino foi além: 

“Se Lula puder ser candidato, defendo a sua candidatura como o melhor caminho para chegarmos a um novo contrato social. Ele faria uma espécie de transição política entre o horror bolsonarista e um outro momento, inclusive com projeção de novas lideranças (…) Lula trouxe uma bandeira que acho central para nos diferenciarmos do bolsonarismo. Bolsonaro se alimenta de divisões e confrontações permanentes. Lula hoje apontou outro caminho: o do diálogo em busca de um novo contrato social. Desde 2013 o Brasil vive rupturas e sobressaltos em série. O resultado não é bom e, na minha avaliação, vai piorar. Bolsonaro não tem como oferecer estabilidade política e segurança jurídica, atributos essenciais para que a economia volte a crescer de modo sustentável”, destacou Dino.

Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, apesar de Lula hoje não poder se candidatar, já que foi condenado e está sem seus direitos políticos, a iniciativa está sendo interpretada como uma mensagem de que, caso a situação seja revertida na Justiça, ele concorrerá, sim, à Presidência da República em 2022.

IBOPE: para 33% Bolsonaro é o maior culpado pela situação da pandemia

Pesquisa Ibope divulgada neste domingo(6), mostra que para 38% dos entrevistados o povo é o maior responsável pela situação da covid-19 no Brasil.

O presidente Bolsonaro é apontado por 33% o principal responsável

O levantamento também aponta que 71% dos brasileiros concordam que o país sofreu mais do que o esperado com a pandemia.

Entre os que se dizem de direita, 8% disseram que Bolsonaro agravou a pandemia, enquanto 45% culpam a população.

Quanto aqueles que se declaram de esquerda, 78% responsabilizam Bolsonaro, já 15% destes atribuem ao o povo. Aqui mais detalhes no O GLOBO

Aprovação do governo Bolsonaro caiu no Nordeste após viagens à região

Pesquisa PoderData mostra que a estratégia do presidente Bolsonaro de intensificar a agenda no Nordeste não funcionou na avaliação do governo na região.

A aprovação do governo Bolsonaro no Nordeste, que estava crescendo, caiu 8 pontos percentuais. Passou de 48% para 40% em relação de acordo com o último levantamento realizado em agosto.

A desaprovação ficou em 50% –variação positiva, dentro da margem de erro. As taxas estão abaixo da avaliação nacional: 51% aprovam o governo Bolsonaro e 41% desaprovam. Aqui mais informações no Poder 360

“Corte de 50% no valor do auxílio emergencial é crueldade de Bolsonaro”, diz Márcio Jerry

Vice-líder do PCdoB, o deputado federal Márcio Jerry (MA) definiu como ‘crueldade’ a redução do auxilio emergencial anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (1º), para R$ 300.

“Corte de 50% no valor do auxílio emergencial é mais uma crueldade de Jair Bolsonaro contra os que mais precisam. Não vamos aceitar. Foi uma luta conquistar o auxílio emergencial de 600 reais, derrotando Bolsonaro que só queria fazer de 200 reais. Tem luta, teremos vitória!”, declarou.

O auxílio emergencial foi criado em meio à crise sanitária, em abril deste ano. Em meio ao debate do Congresso, o governo chegou a propor o pagamento de apenas R$ 200, mas foi pressionado por parlamentares a aumentar para R$ 600.

Governo Bolsonaro decide manter orçamento da Educação maior que Defesa

O governo federal manteve no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) previsão de gastos maiores com a Educação que com a Defesa em 2021.

Serão destinados R$ 144,5 bilhões ao Ministério da Educação e R$ 116,1 bilhões ao Ministério da Defesa.

Considerando apenas os gastos discricionários (aqueles em que o governo pode ou não executar, de acordo com a previsão de receitas), o valor destinado à Defesa passa de R$ 10,8 bilhões para R$ 11,7 bilhões.

Já as despesas não obrigatórias destinadas à Educação passam de R$ 19,6 bilhões para R$ 19,9 bilhões. Mais informações aqui no Congresso em Foco