Brasil apresenta redução de 13% de mortes violentas em 2018

 

O Brasil apresentou redução de 13% em mortes violentas em 2018. O levantamento feito com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, e faz parte do Monitor da Violência em parceria com G1, Núcleo de Estudos da Violência da USP e do Fórum Brasileiro de Segurança.

Foram registrados 51.589 assassinatos no ano passado, ante 59.128 em 2017.Apesar da queda, o número de vítimas ainda é alto. São 24,7 mortos a cada 100 mil habitantes.

Seis estados registraram uma redução superior a 20% no número de mortes violentas.

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Relação completa (a ordem está da maior redução para a menor; os três estados com alta estão no fim da tabela):

Crimes violentos no Brasil

Estado Vítimas de crimes violentos em 2017 Vítimas de crimes violentos em 2018 Variação (em %)
Pernambuco 5.427 4.170 -23,2
Alagoas 1.775 1.376 -22,5
Santa Catarina 1.077 839 -22,1
Acre 530 413 -22,1
Minas Gerais 4.136 3.236 -21,8
Espírito Santo 1.456 1.147 -21,2
Rio Grande do Norte 2.246 1.819 -19,0
Rio Grande do Sul 2.994 2.447 -18,3
Sergipe 1.185 984 -17,0
Mato Grosso do Sul 560 481 -14,1
Maranhão 1.948 1.699 -12,8
Ceará 5.134 4.498 -12,4
Distrito Federal 539 474 -12,1
Rondônia 508 448 -11,8
Bahia 6.321 5.613 -11,2
São Paulo 3.892 3.463 -11,0
Goiás 2.421 2.178 -10,0
Paraná 2.290 2.088 -8,8
Rio de Janeiro 5.622 5.163 -8,2
Mato Grosso 1.053 978 -7,1
Piauí 650 612 -5,8
Amazonas 1.232 1.175 -4,6
Paraíba 1.254 1.210 -3,5
Pará 4.043 3.963 -2,0
Amapá 318 349 9,7
Tocantins 293 421 43,7
Roraima 224 345 54,0

(Informações G1)

Rubens Pereira Jr explica em vídeo pontos do Projeto Anticrime

 

rubensjr-minO deputado federal Rubens Pereira Jr (PCdoB-MA) publicou hoje (18), no Youtube, a análise dos principais pontos do Projeto de Lei Anticrime, apresentado no início do mês pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

A expectativa do governo é enviar proposta ao Congresso Nacional ainda nesta semana, mesmo em meio à crise envolvendo o caso Bebianno, este é um dos projetos que representam algumas das principais promessas de campanha do governo Bolsonaro.

Márcio Jerry protocola convocação para General explicar ‘espionagem’

 

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Deputado Federal Marcio Jerry (PCdoB-MA)

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), protocolou nesta terça-feira (12), junto a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, requerimento convocando o General Augusto Heleno (Ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), para esclarecer a denuncia de ‘espionagem’ publicada no Jornal O Estado de São Paulo, no último domingo (10).

De acordo com a publicação o governo federal através da Agência Brasileira de Informações (ABIN)  realizou ‘espionagem’ de atividades de membros da CNBB (Conferencia Nacional do Bispos do Brasil), em Belém, Manaus, Marabá e sudoeste de Boa Vista. Ainda segundo a denuncia o governo Bolsonaro vê a Igreja Católica como sua potencial opositora.

para o deputado Marcio Jerry a denuncia da atividade é gravíssima, por essa razão tomou a iniciativa de solicitar a convocação do general Augusto Heleno para prestar os esclarecimento à Câmara Federal. Difícil será ser aprovado, considerando o número de apoiadores do governo Bolsonaro no Congresso.

protocolo ABIN

Flávio Dino diz que Portela só não continua na Segurança se não quiser

 

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Jefferson Portela (Secretário de Segurança) e o governador Flávio Dino/Foto: Reprodução

Em solenidade na manhã desta segunda-feira (11), no Palácio dos Leões, Policiais Civis e Militares que mais apreenderam armas em 2018, no âmbito do Programa Pacto Pela Paz, foram premiados.

A experiência do Maranhão, no combate à violência através do Pacto Pela Paz, ao contrário da proposta do governo Bolsonaro de armar a população, tem objetivo de estimular a polícia e retirar armas de fogo das ruas.

“Cada arma apreendida representa uma premiação de R$ 300 a R$ 1.500 reais. No final do ano os 6 policias que apreenderam o maior número recebem premio extra de R$ 20 mil cada um”, disse Flávio Dino.

O governador Flávio Dino, aproveitou o evento para acabar com especulações em relação a mudança no comando do Sistema de Segurança Pública do Maranhão. Após ressaltar a confiança e trabalho de Jefferson Portela ratificou sua permanência na Secretaria de Segurança, e completou dizendo que ele só não continua na pasta, se não quiser. Em tom descontraído, Dino lembrou o sonho do secretário em ser candidato à Prefeito de Chapadinha, seu município de origem. Situação em que precisaria deixar a pasta, mas essa é uma decisão apenas de Jefferson Portela, que continua em alta com o governador.

‘Guerra ao crime organizado precisa mais que declarações ou projetos’

 

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Flávio Dino (Governador do Maranhão) e Sérgio Moro (Ministro da Justiça e Segurança)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), reagiu com incredulidade e critica ao projeto anticrime de Sérgio Moro (Ministro da Justiça e Segurança) e o governo Bolsonaro para combater a corrupção e o crime organizado no Brasil.

Nesta segunda-feira (4), Sérgio Moro, apresentou o pacote de propostas para o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), Presidente da Câmara Federal, Governadores e Secretários de Segurança. O projeto prevê alterações no Código Penal, no Código de Processo Penal, na Lei de Execução Penal, na Lei de Crimes Hediondos e no Código Eleitoral.

Na mensagem enviada hoje ao Congresso Nacional, o presidente Bolsonaro afirma que o governo Brasileiro declarou “guerra” ao crime organizado. As medidas terão que ser apreciadas e aprovados pelo Congresso. “O governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção”, afirmou o governo na mensagem.

No twitter o ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino, disse ser necessário mais que declarações e projetos para combater o crime organizado. É imperativo dá exemplo.

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Ainda no twitter, o comunista alertou para as consequências dessas medidas caso sejam aprovadas e aplicadas sem analise rigorosa. Para ele, o “pacote” de Moro e Bolsonaro pode ser um ‘tiro no pé’, dando como exemplo  agravamento da superlotação dos presídios, que segundo ele, fortalecerá mais ainda as facções criminosas. Dino também lembrou que há vários projetos bons em tramitação e a serem enviados ao Congresso que deveriam ser contemplados. Por fim, ressaltou a recente experiência do Maranhão no combate e redução da criminalidade.

dino 2 Veja aqui íntegra da proposta de Moro

Homicídios na Grande São Luís caem 33% em janeiro

 

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Foto: Reprodução

O governo do Maranhão, através do Sistema de Segurança do Estado, está informando que o número de homicídios na Grande São Luís caiu 33% em janeiro 2019 em comparação com o mesmo mês em 2018.

Em janeiro de 2018, foram registrados 39 casos. Em janeiro de 2019, o total caiu para 26.

Quando comparado a janeiro de 2014, a queda é ainda mais acentuada. Naquele mês, tinham sido 87 homicídios. Em quatro anos, portanto, a queda foi de 70%.

A queda sistemática tem sido possível graças aos investimentos feitos na Segurança Pública. Hoje o Maranhão tem 15 mil policiais, o maior número da história. Mais de mil viaturas novas foram entregues em quatro anos. Dezenas de prédios para a Segurança Pública foram reformados ou construídos. Cerca de 9 mil policiais receberam promoções.