Flávio Dino considera erro grave boicote a posse do presidente Alberto Fernandez da Argentina

 

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O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), disse nesta segunda–feira (9) através das redes sociais, que o governo brasileiro comete mais um erro grave e prejuízo ao país, por não participar da posse do presidente Alberto Fernandes da Argentina.

“Mais um monumental equívoco da atual política externa: boicotar a posse do presidente da Argentina. Não é bom caminho criar confusão com importante parceiro comercial, colocando empresas e empregos do Brasil em risco”, alerta Flávio Dino.

O motivo da possibilidade e não haver representante do governo brasileiro na solenidade seria mais uma ‘picuinha’ do presidente Bolsonaro. Segundo jornais argentinos, o presidente brasileiro não teria gostado da presença de deputados de esquerda, entre eles Paulo Pimenta (PT-RS), na comitiva liderada pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara Federal, que foi recebida por Fernandes semana passada na Argentina.

Senado aprova prorrogação de isenção do ICMS para Templos Religiosos por 15 anos

 

A Lei que permitiu a prorrogação do ICMS para Templos Religiosos e entidades beneficentes é 2017, autorizava a medida por 1 ano. Agora por unanimidade, o Senado  Federal aprovou o projeto que estende esse prazo em 15 anos.

Além do ICMS os Templos e entidades beneficentes já são isentos do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), IR (Imposto de Renda), COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social), ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortes e Doação) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Datafolha: Lula melhorou, e Bolsonaro piorou a imagem do país no exterior

 

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A pesquisa Datafolha, publicada neste domingo (8), mostra que, para 39% da população, a imagem do Brasil no exterior piorou um ano depois que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência. Outros 25% dizem que o prestígio do país ficou igual e 31% afirmam que ele melhorou.

No fim do primeiro ano do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em dezembro de 2003, 53% achavam que seu governo tinha contribuído para melhorar a imagem do país no mundo e somente 7% diziam que ela tinha piorado, segundo o Datafolha.

Os números do instituto indicam que Bolsonaro chega ao fim do primeiro ano no cargo com avaliação pior do que a recebida por alguns de seus antecessores no mesmo período do mandato.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era aprovado por 41% da população no fim do primeiro ano, Lula alcançou 42% e Dilma Rousseff (PT) tinha 59% de aprovação a essa altura.

Somente Michel Temer (MDB) e Itamar Franco chegaram ao fim do primeiro ano com reprovação maior do que a de Bolsonaro agora. Um ano após o impeachment de Dilma, o ex-presidente Temer era reprovado por 61%.

A percepção do entrevistados pelo Datafolha é bem próxima à realidade. Pesquisa da Imagem Corporativa, publicada em maio, feita no primeiro trimestre com 1.822 reportagens de grandes veículos de imprensa de onze países revelam que 73% delas eram negativas, seja pelo acidente em Brumadinho, pelo presidente desconectado das pautas do século XXI ou ainda pela economia em retração.

O melhor momento deu-se há dez anos, no governo Lula, quando 83% das reportagens retratavam o país de forma positiva. (Revista Fórum)

Governo do Maranhão quer a gestão do Parque Nacional dos Lençóis Maranhense

 

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O estado do Maranhão quer ficar com a gestão dos lençóis maranhenses. Principal ponto turístico do Maranhão, o território é federal e recentemente foi incluído em uma lista de localidades que serão privatizadas pelo governo de Jair Bolsonaro, junto com os parques nacionais de Jericoacoara (CE) e Iguaçu (PR).

A movimentação para trazer o espaço para influência do estado começou antes mesmo do anúncio da privatização. O governador Flávio Dino enviou um ofício ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) pedindo que a gestão passasse para o estado, por meio da Maranhão Parcerias (Mapa), em 6 de setembro.

“A proposta fortalecerá as relações interinstitucionais entre o Estado do Maranhão e a União, aperfeiçoará a gestão socioambiental integrada da unidade de conservação em apreço, bem como a sua relação com o seu entorno”, defende o governador Flávio Dino.

O ofício, porém, até hoje não recebeu resposta. Pouco menos de três meses depois, em 3 de dezembro, o governo federal anunciou que o parque seria privatizado, mesmo com a demonstração de interesse do estado.

“O governo estadual destaca que mantém o interesse na administração do parque e que aguarda um retorno sobre o pedido feito pelo governador Flavio Dino em junho, ao Ministério do Meio Ambiente”, disse o governo do Maranhão em nota.

O Ministério do Meio Ambiente ainda não se posicionou oficialmente sobre a solicitação do governo do Maranhão. (Congresso em Foco)

Risco de volta da ditadura militar no Brasil é real para 40% dos brasileiros

 

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Bolsonaro: elogios à ditadura militar desde a época de deputado (Marcos Corrêa/PR)

A possibilidade dos militares voltarem a governar o Brasil é uma realidade para 40% brasileiros, segundo pesquisa VEJA/FSB publicada na edição desta semana. Outros 28% acreditam que essa possibilidade é pequena — e só 26% estão razoavelmente tranquilos nesse aspecto.

O levantamento também mostra que a grande maioria – 77% – acredita que a democracia é sempre, ou na maior parte das vezes, o melhor sistema de governo.

Apenas 10% apontaram a ditadura como uma alternativa ideal.  A pesquisa foi feita em meio a seguidas referências do presidente Jair Bolsonaro à ditadura militar que governou o país entre 1964 e 1985. (Revista Veja)

“Em vez de fuzis e tiros contra jovens;.. educação, música e esperança..”, Flávio Dino

 

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“Em vez de fuzis e tiros contra jovens, acredito em educação, música, esperança. Hoje entregamos 4.000 instrumentos musicais para municípios e escolas”, provocou Flávio Dino.

Não é novidade que o governo do maranhão tem mantido uma postura de contraponto em relação às medidas do governo Bolsonaro. Nesta quinta-feira (5), o governador Flávio Dino ao participar da entrega de 4.000 instrumentos musicais para várias escolas municipais no estado, aproveitou para dar mais uma alfinetada em Jair Bolsonaro.

Joice Hasselmann e Carla Zambelli usam CPI para lavarem ‘roupa suja’

 

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A reunião da CPI das Fake News na Câmara Federal na quarta-feira (4), com a presença da deputada federal Joice Hasselmann (PSL), que se ofereceu para depor e denunciou um ‘gabinete do ódio’, que segundo ela, seria comandado pelos irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro, filhos do presidente, promoveu um embate triste entre as antigas amigas e deputadas Joice Hasselmann e Carla Zambelli.

A classificação para o que aconteceu durante a sessão da CPI em vários momentos foi uma verdadeira e lamentável ‘lavem de roupa suja’. As revelações e baixarias foram de conspirações na campanha e após a chegada ao poder de Jair Bolsonaro a questões pessoais.