Eleições 2022: candidatos ao Senado favoritos em 16 Estados

Do Congresso em Foco

A disputa para Senado Federal promete grandes expectativas nos próximos dias. Porém, em 16 estados o primeiro colocado aparece com pelo menos dez pontos percentuais à frente do adversário mais próximo.

Apenas em oito, onde o líder desponta com ao menos 20 pontos de vantagem, pode-se dizer que há franco favoritismo.

Nesse grupo estão além do ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB); em Alagoas, com Renan Filho (MDB); Bahia, com Otto Alencar (PSD); Ceará, com Camilo Santana (PT); Mato Grosso, com Wellington Fagundes (PL); Mato Grosso do Sul, com Tereza Cristina (PP); Piauí, com Wellington Dias (PT), e Rio de Janeiro, com Romário (PL).

Os oito candidatos estão com pelo menos 20 pontos de vantagem sobre o segundo colocado.

Eduardo Leite, Flávio Dino e Rui Costa os três melhores governadores do país

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), é o mais bem avaliado pelos líderes no Congresso. Esta é a primeira vez que o tucano lidera o ranking feito pelo Painel do Poder, ferramenta de pesquisa do Congresso em Foco.

Atrás dele vêm Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, Rui Costa (PT), da Bahia, João Doria (PSDB), de São Paulo, e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás.

Temendo derrota desgaste governo recua de adiamento da votação da PEC do Fundeb

 

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Foto: Agência Câmara

O governo Bolsonaro desistiu de defender o adiamento da PEC do Fundeb. O clima no Congresso não estava nada bom em relação a proposta do governo.

A PEC está sendo debatida desde 2015. O atual governo não participou de nenhum dos debates.

O governo pediu que a complementação do Fundeb para a Educação saia de 10% para 23%, com 5% aplicados exclusivamente na Educação Infantil, o que foi aceito.

O aporte do governo federal começará em 2021 com 12%, em 2013 passará para 13%, seguido por um aumento de 2% a cada ano até chegar em 23%.

Na divisão do aporte total, 10% são do modelo atual de financiamento, outros 2,5% serão de indução de resultado, 5% para a educação infantil e 5,5% para outras etapas.

O governo avaliou a situação e decidiu acumular mais esses desgaste, já que a derrota era dada como certa. (Correio Brasiliense)

Centrão perto de controlar R$ 76 bilhões do orçamento federal, podendo aumentar

 

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Os partidos do Centrão já controlam R$ 46,4 bilhões do orçamento de 2020 do governo federal, podendo ser acrescido de R$ 29,3 bilhões caso passe comandar o Banco do Nordeste, de acordo com levantamento do Congresso em Foco.

O Centrão já comandam o Ministério das Comunicações, o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) do Ministério da Educação, a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) do Ministério da Saúde e secretarias no ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Regional.

PP, PSD, PL, Republicanos, PSC e Avante já emplacaram aliados no governo.

A participação do Centrão no governo Bolsonaro poderá ser maior com o recrudecimento da crise no núcleo do Palácio do Planato, após a prisão nesta semana de Fabrício Queiroz.

Segundo públicação na Folha de SP, neste sábado (20), no dia da prisão do Queiroz o presidente Bolsonaro reuniu os principais alidos para dizer que precisa ser intensificado sua rede de proteção no Legislativo.

O objetivo é se blindar contra possíveis processos de impeachemt no Congresso Nacional.

PF prende Sara Winter líder do grupo bolsonarista ‘300 do Brasil’

 

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A Polícia Federal prendeu na manhã desta segunda-feira (15), a militante bolsonarista Sara Winter, líder do movimento conhecido como ‘300 do Brasil’, em Brasília. Winter é investigada pela prática de fake news, no Supremo Tribunal Federal (STF).

A prisão foi determinado pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, que comanda o inquérito contra as fake news no Supremo.

No fim de semana, o grupo de Winter se envolveram em vários atos contra o STF e o Congresso. Sábado (13), o governo do DF desmontou o acampamento bolsonarista na Esplanada dos Ministérios.

Além de descumprirem o decreto de isolamento em vigor na capital federal, os ‘300 do Brasil’ também são alvo de investigações do Ministério Público por suspeita de porte de arma.

Ela é ex-assessora de confiança da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, Winter protestou contra o fim do acampamento pelo Twitter.Ela cobrou reação do presidente Bolsonaro.

“Hoje às 6 (horas) da manhã a PMDF junto à Secretaria de Segurança desmantelou baixo (sic) gás de pimenta e agressões. Barracas, geradores, tendas, tudo tomado à força! A militância bolsonarista foi destruída hoje. Presidente, reaja!”, disse Winter no Twitter.

Após o desmantelamento do acampamento, integrantes do grupo invadiu a parte de cima da cúpula do Congress, pelo lado do Senado Federal, onde é proibido o acesso ao público. Eles ficaram no local por cerca de 30 minutos. Depois, ocuparam o gramado em frente ao espelho d’água do Congresso.

Na noite do sábado, pouco antes do fechamento da Esplanada dos ministérios para veículos e pedestres, manifestantes do grupo simularam com fogos de artifício um ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os fogos foram disparados às 21h30 na direção do edifício principal do STF, na Praça dos Três Poderes, enquanto os manifestantes xingavam ministros da Suprema Corte. (Informação O Estadão)

Nelson Teich vai ao Congresso após declaração polêmica e cruel de Bolsonaro

 

Nelson Teich
Foto: Reprodução

Um dia após o Brasil superar a China, em número mortos pelo novo coronavírus e o presidente dá a sua pior declaração durante a Pandemia, o novo ministro da Saúde, Nelson Teich enfrenta nesta quarta-feira, 29, o Congresso Nacional.

O ministro será interrogado e questionado pelos senadores sobre ações que estão sendo adotadas para enfrentar a crise sanitária e o socorro aos estados, o Distrito Federal e os municípios no combate à covid-19.

Nelson Teich terá que apresentar resultados e ações objetivas no Congresso, sob pena de de sua presença na sabatina aumentar os problemas do governo, principalmente após o presidente Bolsonaro, ao ser questionado pelas mortes por coronavírus, responder:  “E daí? Lamento. Quer que faça o que? Sou Messias, mas não faço milagre”. 

Ontem o Brasil bateu recorde mortes diárias pela covid-19, 474, o país passou a China em número de vítimas fatais, 5.017.

“Não atacou o Parlamento quando aumentou o salário dele de militar da reserva”, Maia para Heleno

 

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Deputado Federal Rodrigo Maia (Presidente da Câmara) e general Augusto Heleno (ministro da Segurança Institucional)

O presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara Federal, respondeu à proposta do general Augusto Heleno, ministro da Segurança Institucional, que sugeriu endurecer o jogo com o Congresso.

A fala do general foi revelada pelo jornal O globo, e teria sido dada na presença de Paulo Guedes (ministro Economia) e Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

“Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, sugeriu Heleno ao governo.

Rodrigo Maia lamentou a declaração do general Heleno e sua opinião sobre o Parlamento. Para ele, pela idade de Augusto Heleno, e para agir com equilíbrio e menos como um adolescente.

“.. na vida, quando a gente vai ficando mais velho, a gente vai ganhando equilíbrio, experiência e paciência. O ministro, pelo jeito, está ficando mais velho e está falando como um jovem, um estudante no auge da sua juventude. É uma pena que o ministro.., tenha se transformado num radical ideológico contra a democracia. Muito triste. Ele não atacou o parlamento quando votou o aumento do salário dele como militar da reserva..”, destacou Rodrigo Maia.

‘..eleição, carnaval e feriados.., podem atrapalhar Reforma Tributaria’, diz Roberto Rocha

 

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Senador Roberto Rocha (PSDB)/Foto: Reprodução)

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), disse ao site Congresso em Foco que risco da Reforma Tributaria não ser realizada este ano é grande. Segundo ele, vários fatores contribuem para que não ocorra, entre eles, a questão dos prazos regimentais e as eleições 2020.

“… este ano será muito curto. Teremos metade do ano, porque a outra será de eleição.. Nesta primeira metade de ano ainda tem pré-campanha… Tem Carnaval. Tudo começa em março. Aí vêm os feriados…”, disse Rocha.

Rocha presidirá a comissão que tentará construir um texto em comum, a partir das propostas da Câmara e do Senado.