Após declaração dura em relacão ao filho, Bolsonaro volta defendê-lo

 

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Entrevista à agência de notícias Bloomberg, em Davos Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado sobre as denuncias contra seu filho Flávio Bolsonaro, ontem quarta-feira (23) durante entrevista a agência de notícias Bloomberg na Suiça, onde participa do  Forum Internacional em Davos, ele respondeu de forma dura.

“Se por acaso ele errou e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar por essas ações que não podemos aceitar”, declarou.

Após a repercussão da sua fala e as especulações sobre um possível isolamento do Flávio Bolsonaro, o presidente voltou no mesmo dia falar sobre o assunto, dessa vez à TV Record, onde mudou e tom passando a defender o filho.

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Entrevista à TV Record também em Davos/Foto: Reprodução

“Acredito nele. A pressão em cima dele é para tentar me atingir. Ele tem explicado tudo o que acontece com essas acusações infundadas, que teve sim seu sigilo quebrado”, afirmou na entrevista concedida em Davos, na Suíça. “Nós não estamos acima da lei. Pelo contrário, estamos abaixo da lei. Agora, que se cumpra a lei, não façam de maneira diferente para conosco. Não é justo atingir o garoto, fazer o que estão fazendo com ele, para tentar me atingir”, disse Bolsonaro.

As investigações do COAF que vinham tendo como alvo principal Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, senador eleito e filho mais velho do presidente, acabou caindo no ‘colo do governo’ causando forte desgaste.

Flávio Dino antecipa presente de Natal dos Funcionários do Estado

 

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Independente de questões políticas e ideológicas é necessário reconhecer o trabalho do governador do Maranhão na condução das contas e destinos do estado nestes quatro anos de grandes dificuldades em todo país, com agravamento das crises política e econômica.

Também nas redes sociais Flávio Dino reconheceu que 2019, será difícil e conflituoso. “Estamos empenhado em cortar despesas, racionalizar procedimentos e ajustar receitas, para que consigamos atravessar o ano de 2019, que se figura difícil e conflituoso. Mas temos sempre muita fé. Deus proverá”, disse no twitter.

Esta semana os estados do Rio Grande Sul, Minas Gerais e Rio Grande Norte anunciaram que não conseguiram cumprir o pagamento do 13º, na data limite o último dia 20. Milhares de servidores estão sem o que comemorar neste fim de ano.

Um não tem previsão de quando pagará o 13º, outro que só agora conseguiu completar o pagamento de 2017, fará outro parcelamento de 12 vezes para pagar 2018, a partir de janeiro. O terceiro ficou de realizar uma reunião nesta sexta-feira (21), para definir um cronograma de pagamento dos servidores.

Maranhão continuará com gasolina e diesel mais baratos do Nordeste

 

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Foto: Reprodução

Item mais contestado pela oposição contra o Projeto Anticrise, aprovado na Assembleia  Legislativa do Maranhão, o ajuste na gasolina e o óleo diesel no estado permanecerá o mais baratos do Nordeste.

A gasolina no Maranhão e sétima mais barata no Brasil. O óleo diesel também é o mais barato do Nordeste e o quinto no país.

O mais recente levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostra que o litro da gasolina no Maranhão sai em média por R$ 4,312.

O Estado que mais se aproxima desse valor no Nordeste é Pernambuco, com R$ 4,415. Uma diferença de pouco mais de R$ 0,10 (dez centavos) a cada litro.

O ajuste na alíquota do ICMS, a gasolina no Maranhão terá impacto de R$ 0,08 para o consumidor final.

No caso do diesel, o impacto para o consumidor final no Maranhão será: R$ 0,01. O valor médio do diesel no Maranhão é de R$ 3,586, o menor do Nordeste.

Com a alteração, ficará um centavo mais caro, abaixo ainda do Estado nordestino que mais se aproxima do Maranhão, a Bahia, com R$ 3,627. E será o sexto mais barato de todo o Brasil.

Pacote Anticrise é aprovado na Assembleia com duas emendas

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Foto: Reprodução

Após mais de cinco horas, deputados estaduais do Maranhão aprovaram o Projeto de Lei do governo Flávio Dino, chamada pelos governistas de ‘Pacote Anticrise’.

A oposição, minoria na Assembleia Legislativa, chegou no plenário sabendo que seria derrotada, Tentou sem sucesso impedir a votação e até adiar, mas não conseguiu.

O projeto foi aprovado e terá noventa dias para as medidas contidas nele entrarem em vigor. Das várias emendas apresentadas, penas duas foram aprovadas e incluídas. Uma deputado Rogério Cafeteira (DEM) e outra de Zé Inácio (PT).

Havia expectativa de comparecimento na Assembleia Legislativo de um número significativos de populares, em razão da repercussão, apelos dos oposicionistas e caráter polêmico do projeto. Apenas representantes do movimento MBL e apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro, além de alguns partidários dos deputados de oposição apreceram.

O pacote aprovado isenta milhares de pequenas empresas do pagamento de ICMS. Coloca fim ao IPVA para motos de até 110 cilindradas. E ainda, cria o Cheque Cesta Básica que destina o valor do ICMS pago nos produtos da cesta básica para os maranhenses mais pobres.

Também tem a compensação da perda de arrecadação dessas medidas, que vai alterar a alíquota de ICMS do óleo diesel e da gasolina. O aumento para o consumidor final será pequeno: R$ 0,01 e R$ 0,08, respectivamente.

Agora o projeto aprovado vai para sanção no governador terá noventa dias para entrar em vigor.

Flávio Dino pagará 13º e lamenta campanha contra o Maranhão

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Flávio Dino (Governador do Maranhão)

Do Blog do Jhon Cutrim

O pagamento do 13º salário do funcionalismo público estadual está garantida, informaram o governador Flávio Dino e fontes do governo do Maranhão consultadas pelo blog neste sábado (17).

Informo que é absolutamente falsa a notícia de que não pagaremos o 13º salário deste ano. Já pagamos metade em junho e pagaremos a outra metade antes do Natal. Apesar da perda de R$ 1,6 bilhão de transferências federais desde 2015“, asseverou Flávio Dino.

Há uma macabra torcida contra o Maranhão desde 2015. De tempos em tempos, inventam tragédias. Temos adotado todas as medidas necessárias para manter o funcionamento do Estado e assim vamos continuar a fazer. Com transparência e coragem“, completou Dino.

“Não há nenhum risco, o 13º salário está garantido e será pago”, afirmou ao blog um membro do alto escalão do governo estadual da área financeira.

Sobre reportagem do Jornal da Globo o qual afirmou que o Maranhão era um dos estados que não confirmaram o décimo terceiro, em nenhum momento a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) foram consultadas sobre o assunto.

O Governo do Maranhão já efetuou em junho o pagamento da primeira parcela do 13º salário do funcionalismo público estadual. A segunda parcela também será paga e deve acontecer até o dia 20 de dezembro.

Substituição dos cubanos no Mais Médicos sairá mais caro ao governo

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Cleomar Tema (Presidente da FAMEM)

Prefeitos estão preocupados com a crise no Mais Médicos, causado pela saída dos cubanos do Programa, após desentendimento entre o presidente eleito Bolsonaro e o governo de Cuba. Para Cleomar Tema, Presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (FAMEM), a substituição não será tarefa fácil.

No Maranhão 2,4 milhões de pessoas são atendidas pelo Mais Médico. Mesmo com a presença de 710 profissionais no estado, sendo 450 cubanos, a carência ainda é muito grande de médicos. Outro desafio será atrair ou convencer médicos morarem em pequenos municípios e trabalharem 40h semanais para ganhar salário de R$ 10 mil.

“Caso não encontrem uma estratégia imediata a carência deixada com a iminente saída dos cubanos, os municípios maranhenses vão enfrentar sérios problemas, dentre os quais: elevação dos custos de contratação de novos médicos e a custos mais altos em função da baixa oferta desses profissionais; dificuldade de cumprimento da carga horária exigida expondo gestores as auditorias e as consequências decorrentes destas, dentre outros”, enfatizou Cleomar Tema.

Para 7 milhões de habitantes, o Maranhão tem apenas 6.096 médicos, o que dá uma proporção de 0,87 profissionais por mil habitantes, sendo esta a menor proporção do país entre os estados. A média recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de um médico para cada 1.000 habitantes.

O presidente da Famem, que também é médico, informou que a situação do Maranhão será colocada no encontro entre prefeitos de todo o Brasil com os presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro, na próxima segunda-feira (19), em Brasília.