A decisão de João Doria (PSDB-SP) de aplicar a primeira vacina no domingo, dia 17, gerou mal-estar. Em grupo de WhatsApp de governadores, Wellington Dias (PT-PI) disse que a atitude foi lamentável.
“O entendimento sempre foi o Brasil numa mesma data. Um estado coloca os demais como de segunda categoria”, escreveu.
A insatisfação chegou a Pazuello, que convidou governadores a um ato simbólico nesta segunda-feira (18). No encontro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou o inicio da vacinação para às 17h de hoje.
O Plano Nacional de Vacinação inicialmente estava marcado para a próxima quarta-feira (20), às 10h.
Pouco mais de cem pessoas já receberam o imunizante em São Paulo, logo após a CoronaVac ser aprovada para uso emergencial pela Anvisa, incluindo a enfermeira Mônica Calazans, primeira pessoa vacinada no país. A vacinação no estado continua hoje no Hospital das Clínicas da capital paulista. (Com informações do UOL)
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), é o mais bem avaliado pelos líderes no Congresso. Esta é a primeira vez que o tucano lidera o ranking feito pelo Painel do Poder, ferramenta de pesquisa do Congresso em Foco.
Atrás dele vêm Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, Rui Costa (PT), da Bahia, João Doria (PSDB), de São Paulo, e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás.
247 – Enquanto o país ultrapassa os mais de 100 mil óbitos em decorrência da Covid-19, o governo Jair Bolsonaro, sem ministro da Saúde, prepara uma lista para relacionar governadores e prefeitos com as regiões com maiores índices da doença.
De acordo com reportagem do jornal O Globo, o nome do aliado Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, foi omitido.
No entanto, o documento que O Globo teve acesso mostra que há um “top 5” de locais com mais “novos casos” e “novos óbitos”.
Ao lado dos indicadores, vem o nome dos cinco chefes do Executivo estadual respectivos, começando por João Doria, governador de São Paulo e adversário político de Bolsonaro.
O documento foi elaborado pela Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República usando dados do Ministério da Saúde justamento do último sábado, dia em que o Brasil ultrapassou os 100 mil mortos pela Covid-19.
Deputada e Professora Dorinha (DEM-TO), relatora da PEC do novo Fundeb/Foto: Reprodução
Governadores de 20 unidades da federação assinaram uma carta em apoio ao substitutivo da Professora Dorinha para o FUNDEB.
Não assinaram o manifesto em defesa da Educação Básica, os governadores de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Amazonas e Rodônia.
O vice-presidente, Hamilton Mourão, voltou se reunir nesta quinta-feira (25), através de vídeo conferência, com governadores da Amazônia Legal. O governador do Maranhão, Flávio Dino, classificou a agenda como positiva.
Mais uma boa reunião entre o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os governadores da Amazônia Legal. Enfatizei a importância da retomada do Fundo Amazônia e das ações educativas e preventivas.
Hamilton Mourão que coordena o Conselho da Amazônia, disse aos governadores que em relação à carta escrita por dezenas de instituições, que administram US$ 3,7 trilhões em todo o mundo, contra o desmatamento da Amazônia, disse que a resposta será com “verdade e trabalho”.
Presidente Jair Bolsonaro e os governadores João Dória (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio de Janeiro)/Foto: Reprodução
A Operação Placebo em andamento no Rio de Janeiro e São Paulo nesta terça-feira (26), estados comandados respectivamente por Wilson Witzel (PSC) e João Dória (PSDB), está sendo vista com desconfiança por alguns setores da sociedade e meios políticos.
Witzel e Dória se transformaram durante a pandemia, entre os governadores, dois dos principais adversários de Jair Bolsonaro.
O objetivo da Operação é investigar contratos para construção de Hospitais de Campanha. Não há mandados de prisão, apenas buscas e apreensões.
O presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada na manhã de hoje comemorou a operação no Rio e São Paulo.
“Parabéns à Polícia Federal. Fiquei sabendo agora pela mídia. Parabéns à Polícia Federal, tá ok?”, disse Bolsonaro.
A ação ocorre em meio o imbróglio, principalmente na Superintendência da PF no Rio de Janeiro , e também após o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, dizer no programa Fantástico da Globo, no último domingo (24), que o governo Bolsonaro não tem interesse em combate à corrupção.
Principal alvo da operação o governador do Rio, Wison Witezel, disse que se há irregularidades no objeto da ação não tem participação dele. Chamou de estranho a operação ser antecipada por uma deputada ligada ao presidente, e que a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal está ‘oficializada’.
“..Estranha-me e indigna o fato de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará (..) A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada..”, destacou Witezel.
O deputado federal, Márcio Jerry, vice-líder do PCdB na Câmara, nas redes sociais disse que o Brasil conheceu ‘a nova porta voz’ da PF. Se referindo à deputada Carla Zambelli, que ontem antecipou a operação contra alguns governadores.
Brasil conheceu ontem e teve confirmação hoje de uma nova “função” : a de porta voz informal de operação da PF. Com direito a antecipar em um dia o anúncio da operação. A porta voz é a deputada @CarlaZambelli38 , da intimidade do presidente @jairbolsonaro .
O Secretário de Saúde no Maranhão, Carlos Lula, na sua conta no twitter chamou de “abjeto o uso, para fins políticos-eleitorais, instituições tão relevantes”. O secretário utilizou o áudio da deputada federal, Carla Zambelli (PSL-SP), uma especie de ‘relações públicas’ do governo Bolsonaro, para corroborar sua desconfiança quanto utilização da PF para fins nada republicanos.
Um escárnio instrumentalizar dessa forma os órgãos de controle e investigação do país.
Abjeto o uso, para fins politico-eleitorais, de instituições tão relevantes para o país.
O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), considera grave o vazamento da operação da PF feito pela aliada de Bolsonaro, a deputada federal Carla Zambeli. De acordo com ele, a parlamentar bolsonaristta precisa ser investigada e explicar no Congresso o que está acontecendo.
O vazamento de informações privilegiadas sobre operações da PF à deputada Carla Zambelli, aliada de Bolsonaro, tem que ser investigado e nós exigimos explicações ao Congresso. Ontem a parlamentar disse numa rádio que haveria ações contra governadores. Como sabia disso?
Governador Flávio Dino e outros governadores participaram de debate na Globonews sobre crises sanitária, econômica e política/Foto: Reprodução
Durante entrevista na GloboNews, o governador Flávio Dino junto com os governadores João Dória (SP), Romeu Zema (MG), Rui Costa (BA) e Antonio Denaruim (RR), ressaltou que a paralisação da economia não deriva dos decretos dos governadores.
Dino disse ainda que quem deseja retomar a economia mais rapidamente são aqueles que neste momento estão tendo coragem em sustentar as medidas preventiva.
“Alguém acha que as cadeias produtivas, globais, de oferta e demanda vão se estabelecer num contexto de grave pandemia? Alguém acha que haverá investimentos privados com pessoas morrendo? Então nós temos que entender que não há contradição a não ser falácia ideológica entre defender a vida e a economia. Só há um modo verdadeiro de defender a economia, que é defendendo a vida”, assegurou Dino.
Neste sábado, na TV GloboNews, apresentei minhas opiniões sobre a pandemia, seus terríveis efeitos e as responsabilidades de Bolsonaro. Vejam um trecho >>> pic.twitter.com/I5wnNFXBxE