Genial/Quaest: Lula abre 18 pontos e venceria no 1º turno

A 12ª rodada da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, dia 8, mostra Lula com 47% das intenções de votos contra 29% de Bolsonaro, diferença de 18 pontos, o que garantiria vitória do petista no 1º turno.

De acordo com Felipe Nunes, diretor da Quaest, os números são muito ruins para Jair Bolsonaro, mas dois aspectos se destacam: o índice de rejeição do presidente e do governo, e a situação econômica.

“..Há algumas formas de explicar o favoritismo de Lula. A primeira é a rejeição dos candidatos: na disputa entre os menos piores, Lula tem a menor taxa de rejeição entre os candidatos competitivos 40%, Bolsonaro tem a maior 60% (..) A péssima percepção do eleitor sobre a situação econômica atual também ajuda a entender porque Lula está na frente: para 44% dos brasileiros, a economia é o principal problema enfrentado pelo país atualmente..”, destaca Felipe Nunes.

A pesquisa perguntou sobre a percepção do eleitor em relação a vida durante os governos. Nesse quesito Bolsonaro tem outro problema, porque enfrenta o candidato cujo governo é considerado por 62% dos eleitores como o melhor da história. Até eleitores adversários reconhecem isso.

Genial/Quaest ouviu 2000 entre 2 e 5 de maio de modo presencial domiciliares em 120 municípios. A margem de erro é de 2  pontos e 95% de confiabilidade. Está registrada no TSE com número BR-03552/2022.

Lula tem 47% e Bolsonaro 29% em agregador de dados do Estadão

O agregador de Pesquisas Eleitorais do Estadão usa dados de empresas, para calcular a Média Estadão Dados. A média de cada candidato não é a simples soma dos resultados e divisão pelo número de pesquisas.

O agregador controla diversos parâmetros e dá pesos diferentes aos levantamentos para impedir que números destoantes ou desatualizados puxem um dos concorrentes para cima ou para baixo.

A série histórica do agregador tem dados divulgados pelas seguintes empresas: Datafolha, Ipec (o antigo Ibope), Quaest, Paraná Pesquisas, Vox Populi, Sensus, MDA, PoderData, Ipespe, Ideia, Futura, FSB, Gerp e Real Time Big Data. As seis primeiras fazem pesquisas presenciais, ou seja, seus entrevistadores abordam as pessoas face a face, na rua ou em suas casas. As sete últimas promovem sondagens por telefone. O MDA usa os dois métodos.

“Sem pressão da mídia, que sempre tem lado: o da bandidagem”, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PL), falou nesta segunda-feira, dia 30, sobre o caso de Genivaldo de Jesus Santos, que morreu durante ação da PRF, no litoral de Sergipe.

“.. Sem exageros e sem pressão por parte da mídia, que sempre tem um lado: o lado da bandidagem. Como lamentavelmente grande parte de vocês [jornalistas] se comportam, sempre tomam as dores do outro lado. Lamentamos o ocorrido e vamos com seriedade fazer o devido processo legal..”, disse hoje Bolsonaro, sobre o episódio com a PRF.

O vídeo da ação viralizou nas redes sociais. A PRF se posicionou sobre ocorrido e lamentou a morte de Genivaldo de Jesus.

Arthur Lira anuncia nova eleição para vice-presidente da Câmara

Do UOL

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou uma nova eleição para decidir três cargos da Mesa Diretora, entre eles o de vice-presidente, antes ocupado pelo deputado Marcelo Ramos (PSD-AM).

O ministro Alexandre de Moraes, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), reconsiderou uma decisão de abril que mantinha Ramos no posto, afirmando hoje que a eleição para a Mesa é um assunto interno da Câmara.

Com isso, foi publicado no fim da tarde um ato que retira Ramos da Mesa e outros dois parlamentares — Marília Arraes (Solidariedade-PE) e Rose Modesto (União-MS), que ocupam as segunda e terceira secretarias, respectivamente. Os três trocaram de partido desde que foram eleitos para a Mesa. Ramos deixou o PL para se filiar ao PSD, enquanto Arraes saiu do PT e Modesto, do PSDB.

Pesquisa Ipesp/XP: Lula tem 44% e Bolsonaro 32%

Pesquisa Ipesp/XP para presidência da república divulgada nesta sexta-feira, dia 20, mostra o ex-presidente Lula (PT) na liderança, com 44% das intenções de voto.

O presidente Bolsonaro (PL), permanece na segunda posição, com 32%.

Na sequência estão, Ciro Gomes (PDT): 8% João Doria (PSDB): 4% André Janones (Avante): 2% Simone Tebet (MDB): 2% Felipe d’Avila (Novo): 0% Vera Lucia (PSTU): 0% Eymael (DC): 0% Nenhum/não iria votar/branco/nulo: 6% Não sabe/não respondeu: 2%.

1.000 foram entrevistadas por telefone nos dias 16, 17 e 18 de maio. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais e o índice de confiança de 95%. Esta registrada no TSE com o número BR-08011/2022. 

“..não traz indícios mínimos de delito..”, diz Toffoli sobre ação de Bolsonaro

A ‘noticia-crime’ do presidente Jair Bolsonaro (PL), contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, foi rejeitada nesta quarta-feira, dia 18, pelo ministro Dias Toffoli, também do Supremo Tribunal Federal.

O presidente alegou na ‘noticia crime’ abuso de autoridade por parte do ministro do STF.

Relator do inquérito das fake news, o ministro Alexandre de Moraes, se transformou no principal alvo do presidente Bolsonaro e seus seguidores.

“Os fatos descritos na ‘notícia-crime’ não trazem indícios, ainda que mínimos, de materialidade delitiva, não havendo nenhuma possibilidade de enquadrar as condutas imputadas em qualquer das figuras típicas apontadas”, destaca Toffoli na decisão.

Eleições 2022: partidos acreditam que Bolsonaro tentará golpe

Da Folha de SP

Partidos acreditam que o presidente Jair Bolsonaro (PL), poderá tentar um golpe eleitoral nas eleições deste ano. As siglas que se posicionarem são as seguintes: PT, União Brasil, MDB, PSDB, PDT, PSB, Novo e PSTU.

Procurados para falarem sobre a questão os presidentes da Câmara Federal, Senado, STF e MPF não se posicionaram. Algumas entidades também procuradas, mas apenas 2 responderam.

Entre as entidades que preferiram não se posicionarem estão: CNBB (Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil; OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo); CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil); e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

“Governo é responsável pela política de preços da Petrobras”, diz Dino

O ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), responsabilizou o presidente Jair Bolsonaro pela política de preços da Petrobras. Para ele, se o presidente quiser acaba com os constantes aumentos dos combustíveis.

Segundo Flávio Dino, bastaria ao presidente Bolsonaro aplicar a Lei 6.404/76.

“..A “paridade internacional” é de responsabilidade do presidente da República. Basta ler a Lei 6.404/76 e identificar o óbvio INTERESSE PÚBLICO em acabar com aumentos abusivos..”, disse Flávio Dino.

Semana passada a Petrobras anunciou um novo reajuste no preço do combustível de 18,7%. O litro da gasolina já passou de R$ 10 em algumas cidades brasileiras.