
Em nota divulgada nesta segunda-feira, dia 16, Governadores de 13 estados e do Distrito Federa se posicionaram em defesa do STF (Supremo Tribunal Federa)l, em razão dos ataques do presidente Jair Bolsonaro contra seus membros e a instituição.



Em nota divulgada nesta segunda-feira, dia 16, Governadores de 13 estados e do Distrito Federa se posicionaram em defesa do STF (Supremo Tribunal Federa)l, em razão dos ataques do presidente Jair Bolsonaro contra seus membros e a instituição.



Do Uol
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, aceitou a notícia-crime do TSE contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela divulgação de dados sigilosos de um inquérito da Polícia Federal.
Bolsonaro virou mais uma vez alvo de investigação no âmbito do inquérito das fake news. Agora são quatro investigações contra o presidente.
Além do presidente, Moraes também atendeu ao pedido do TSE para investigar o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) e o delegado da PF, Vitor Neves Feitosa, que era o responsável pelo inquérito que foi vazado por Bolsonaro. Barros teria recebido a informação do delegado e repassado ao presidente.

A ‘novela’ da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso, defendido pessoalmente pelo presidente Bolsonaro, como era esperado foi rejeitada nesta terça-feira, dia 10, derrota política direta do presidente e do governo.
O resultado foi de 229 (SIM) e 218 (NÃO) e 1 (ABSTENÇÃO) o total de votos foi de 448. Não votaram 64 deputados. O governo precisava de 308 votos para aprovar a PEC.

Governistas ainda tentaram adiar a votação e parlamentares informaram que foram pressionadas para para evitar uma derrota acachapante.
Como votou a bancada maranhense:
Aluisio Mendes (PSC-MA) -Votou Sim
André Fufuca (PP-MA)
Bira do Pindaré (PSB-MA) -Votou Não
Cleber Verde (Republican-MA) -Votou Sim
Edilazio Junior (PSD-MA) -Votou Não
Gil Cutrim (Republican-MA) -Votou Não
Marreca Filho (Patriota-MA) -Votou Não
Gastão Vieira (PROS-MA) -Votou Não
Hildo Rocha (MDB-MA)
João Marcelo S. (MDB-MA)
JosimarMaranhãozi (PL-MA) -Votou Não
Josivaldo JP (Podemos-MA) -Votou Sim
Junior Lourenço (PL-MA) -Votou Não
Juscelino Filho (DEM-MA)
Pastor Gil (PL-MA) -Votou Sim
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) -Votou Não
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) -Votou Não
Zé Carlos (PT-MA) -Votou Não

247 – Levantamento da Quaest Pesquisa mostrou que de 2,3 milhões de posts publicados e analisados nas redes sociais sobre o desfile de tanques do qual participou Jair Bolsonaro para intimidar o Congresso, 93% são chacota do evento ou críticas ao governo federal.
Segundo a plataforma de análise de redes sociais, apenas 5% das publicações exaltam as Forças Armadas e Bolsonaro, e 2% apoiam o governo.
O desfile com blindados, nesta terça-feira, 10, na Esplanada dos Ministérios, no Palácio do Planalto e ao lado do Congresso, ocorreu no dia em que a Câmara dos Deputados vota a “PEC do Voto Impresso”, apoiada por Bolsonaro.

Políticos de vários partidos se posicionaram nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 10, contra o desfile de tanques e armamentos de guerra marcado para esta terça-feira, dia em que ocorre a votação no Plenário da Câmara Federal da PEC do Voto Impresso.
A Operação Formosa faz parte do treinamento militar da Marinha no Planalto Central. Este ano, o evento contará também com a participação do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira.
Serão mais de 2,5 mil militares das três Forças. Apesar de não ser a primeira vez que ocorre o desfile, o roteiro nunca havia passado no centro do poder nacional em Brasília.

Depois que Flávio Dino lançou nas redes sociais imagens que mostram a calamidade das rodovias federais no Maranhão, documentos do Dnit no estado vieram à tona com um a incômoda revelação.
O governo de Jair Bolsonaro deixou o Dnit maranhense a pão e água no estado. Em uma lista de sete obras previstas para rodovias federais no estado, todas aparecem, segundo o Dnit, em fase embrionária, de ‘elaboração de projetos’.
“Ressaltamos que as informações acima ainda carecem de disponibilidade orçamentária para sua efetiva implementação”, registra o Dnit em ofício de junho.
No dia 2 de agosto, Dino usou as redes para anunciar que havia encaminhado ofício ao governo federal para propor um “mutirão para salvar todas as rodovias federais no Maranhão”. “Formalizo a oferta de ajuda estadual e pedido de autorização para atuarmos nas estradas federais”, escreveu Dino. (Coluna Radar da Veja)

O forte pronunciamento do ministro Luís Fux, presidente do STF, nesta quinta-feira, dia 5, em defesa da Constituição e dos ministros Alexandre de Moraes e Roberto Barroso, alvos de ataques ameaçadores do presidente Bolsonaro, deu o tom da fase mais critica da crise institucional brasileira.
Luís Fux lembrou em sua fala da reunião realizada em julho, alertou Bolsonaro para os limites do exercício do direito da liberdade de expressão e para o necessário e inegociável respeito entre os Poderes.
“O pressuposto do diálogo entre os Poderes é o respeito mútuo entre as instituições e seus integrantes”, disse Fux. O ministro afirmou que o ataque a integrantes do Supremo atinge toda a Corte, que vai seguir, de forma coesa, ao lado da população brasileira em defesa do Estado Democrático de Direito e das instituições republicanas.
Para o governador do Maranhão (PSB), definiu a atual conjuntura da política e instituições da república brasileira, como “retrato de um tempo tenso e triste (..) importante manifestação do Poder Judiciário em defesa da Constituição e da legalidade”.

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, aceitou nesta quarta-feira, dia 4, pedido do TSE e mandou investigar o presidente Bolsonaro por espalhar fake news (notícias falsas).
“..não há dúvidas de que as condutas do Presidente da República insinuaram a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, utilizando-se do modus operandi de esquemas de divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário, o Estado de Direito e a Democracia; revelando-se imprescindível a adoção de medidas que elucidem os fatos investigados..”, diz trecho do ministro do STF.
A notícia-crime contra Bolsonaro foi pedido pelo TSE e aprovado por unanimidade na última segunda-feira, dia 2, pela divulgação de mentiras com o objetivo de desestabilizar o processo eleitoral brasileiro. Aqui a decisão decisão do ministro Alexandre de Mmoraes.