Ainda ‘ferido’ Wellington diz que sofreu um ‘duro e baixo golpe’, mas seguirá em frente

Recluso desde a semana passada quando teve sua pré-candidatura à prefeito de São Luís, negada pelo PSDB de Roberto Rocha no Maranhão, o deputado Wellington do Curso, nesta terça-feira (1º), voltou ao debate político na capital, ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa para dizer que sofreu um ‘golpe baixo e rasteiro’.

Ele estava visivelmente ainda ‘ferido’, magoado e decepcionado, principalmente com o deputado federal, Eduardo Braide (Podemos), que ganhou o apoio do PSDB, com sua saída da disputa.

“.. eu não acreditava que Braide fosse ser covarde ao ponto de me atacar, de retirar a minha pré-candidatura com um golpe baixo e rasteiro (..) O Braide tem culpa? Tem! Ele fez uma publicação agradecendo ao PSDB e o senador Roberto Rocha..” destacou Wellington.

Sobre seu futuro político e participação nas Eleições em São Luís, disse ser liderança política na capital, e não ficará ‘em cima do muro’, em breve anunciará sua posição.

“..eu não sou homem de ficar em cima do muro, como cidadão, como eleitor e também como liderança política em São Luís..“, completou Wellington.

Madeira pode ter escapado da estratégia de implodir candidaturas para favorecer Braide

O senador Roberto Rocha está se tornado um personagem emblemático no processo eleitoral. Ele quer sair das eleições como grande estrategista e líder político no Maranhão, e para atingir seu objetivo não se incomoda em atropelar outros projetos, só o dele importa.

Segundo o Blog do Clodoaldo Correa, o senador teria tentado tirar Carlos Madeira das eleições, outro pré-candidato à prefeitura de São Luís. Na semana passada implodiram a pré-candidatura de Wellington do Curso, do próprio partido de Roberto Rocha.

A pré-candidatura de Wellington virou fumaça com argumento de um acordo ocorrido em 2018 para apoiar Eduardo Braide.

Se havia um acordo, porque Roberto Rocha deixou Wellington acreditar que seria candidato pelo PSDB, e ainda, qual objetivo de convidar Carlos Madeira para se filiar ao partido, quanto era de conhecimento de todos que o ex-juiz tinha objetivo de disputar a eleição na capital.

Wellington fez barulho pra nada! PSDB confirma apoio a Eduardo Braide em São Luís

Foi oficializado nesta sexta-feira (28), o que todos já sabiam, inclusive o deputado Wellington do Curso, que não disputará a eleição em São Luís pelo PSDB, comandado no Maranhão por Roberto Rocha.

O presidente do partido em São Luís, Roberto Rocha Júnior, filho do senador, confirmou hoje que o PSDB apoiará Eduardo Braide (Podemos). Não adiantou nem mesmo, Wellington insinuar que poderia estar sendo vítima de ‘traíragem’.

“Pelo favoritismo, liderança nas pesquisas.., a gente anuncia a decisão da nossa comissão e da direção nacional do PSDB que apoiaremos incondicionalmente o Braide a prefeito de São Luís. Lamentamos a ausência na reunião do Wellington do Curso”, anunciou Roberto Rocha Júnior.

Tanto barulho para nada! Assim se resumi o desespero de Wellington para viabilizar sua candidatura na capital pelo PSDB de Roberto Rocha.

Só o deputado não quis ver que no projeto de poder do senador, tem espaço apenas para o próprio Roberto Rocha.

Pré-candidatura de Wellington pelo PSDB em São Luís está se transformando em ‘lenda’

O deputado estadual, Wellington do Curso (PSDB), continua tentando manter sua pré-candidatura à prefeitura de São Luís, pelo PSDB, mas o fato é que ela está em um processo claro de ‘fritura’, mesmo assim voltou afirmar nesta quarta-feira (26), que está na disputa.

“.. eu não participei de nenhum acordo em 2018, de nenhum tipo de reunião e não dei a minha palavra e nem compromisso na pré-candidatura de Eduardo Braide para 2020. Prova disso que, quando eu fui para o PSDB, todos sabiam do meu interesse, do meu desejo em disputar a eleição em 2020..”, destacou Wellington na Assembleia Legislativa.

A reação desesperada de Wellington é justificável, seu desejo de disputar a eleição na capital pelo PSDB, está virando ‘lenda’.

A direção municipal do PSDB já informou que ainda semana definirá o caminho do partido nas eleições municipais. Nos meios políticos a pré-candidatura de Wellington já foi para o espaço.

Isso ficou claro após o deputado, Eduardo Braide (Podemos), ratificar o acordo do PSDB em 20018 para apoiá-lo. Como já havia sido anunciado pelo senador Roberto Rocha, presidente estadual do PSDB no Maranhão.

Roberto Rocha mostra como não deve se comportar um Senador

 

Senador Roberto Rocha (PSDB-MA)/Agência Senado

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), ao destacar ontem no twitter, a obra da ponte sobre o Rio Parnaíba, ligando Alto Parnaíba (MA) a Santa Filomena (PI), mostrou mais uma vez ‘para o que não serve’ um Senador.

Ao responder a um internauta, que em tom provocador o questionou se no rio havia “traíra”, o senador perdeu a postura e apelou para baixaria ao responder, “Não sei se tem traíra, mas deve ter piranha e baitola.”

Roberto Rocha foi eleito em 2014 abraçado a Flávio Dino (PCdoB), após tomar posse, tornou-se adversário do governador do Maranhão. Ele sonha dia e noite com o Palácio dos Leões.

O senador que se vangloria de ser o maior aliado do presidente da república no Maranhão, fica possesso quando é chamado de “traíra”.

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Weverton e Eliziane votam SIM ao projeto contra Fake News; Roberto Rocha votou NÃO

 

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Senadores da Bancada Maranhense: Eliziane Gama (Cidadania), Weverton (PDT) e Roberto Rocha (PSDB)

O Senado Federal aprovou o projeto que pretende combater a disseminação de fake news nas redes sociais. O Projeto de Lei teve aprovação apertada de 44 votos favoráveis e 32 contrários e duas abstenções.

Os senadores do Maranhão, Weverton (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) votaram a favor do projeto contra fake news, Roberto Rocha (PSDB) votou contra.

O senador Weverton, líder do partido no Senado, ao encaminhar voto favorável ao projeto disse que ‘o projeto não é para político, mas para proteger a sociedade’.

Márcio Jerry diz que Roberto Rocha está contaminado por ‘combo de vírus’

 

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Deputado Federala Márcio Jerry (PCDB) e o Senador Roberto Rocha (PSDB)/Foto: Reproduçaõ

O egocentro senador Roberto Rocha (PSDB), deve está em pânico quanto ao seu futuro na vida pública. Ao tempo que derrete politicamente assiste ao governador Flávio Dino (PCdoB), que o elegeu senador e foi transformado em adversário, aumentar sua projeção política em meio a pandemia do Covid-19.

Ao que parece Roberto Rocha está convencido que para sobreviver nesse cenário desfavorável, precisa intensificar os ataques a Flávio Dino no Maranhão, e ao mesmo tempo agradar Bolsonaro até se consolidar seu aliado e garatir algum folêgo político para as eleições de 2020 e 2022.

Nesta quinta-feira (11), questionou o fato do Maranhão ser um dos estados que mais testes realizaram da Covid-19. Ao tentar desqualificar a informação comparou Flávio Dino ao personagem ‘Pantaleão’ de Chico Anísio, para dizer que o governador mente quanto ao enfrentamentoa da doença.

Também nas redes sociais o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), prontamente o retrucou dizendo que senador está contaminado pelos vírus da traição, mentira, insignificância e espanta voto.

Trump critica ações do Brasil contra coronavírus, e Roberto Rocha para fazer média elogia Bolsonaro

 

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), foi aplaudir e fazer plateia para Bolsonaro em Góias nesta sexta-feira (5). Depois de mais cem dias de pandemia no Brasil, atualmente com números de mortes e contaminação recordes pelo coronavírus no país, o governo federal entregou o 1º Hospital de Campanha.

O modo que o governo brasileiro tem agido em relação ao coronavírus foi criticado hoje até pelo presidente do EUA, Donald Trump, ‘queridinho’ do presidente Bolsonaro.

“Se você olhar para o Brasil.., que está seguindo o exemplo da Suécia, que também está passando por dificuldades terríveis… Se tivéssemos agido assim, teríamos perdido 1 milhão, 1,5 milhão, talvez 2,5 milhões de vidas ou até mais”, disse Trump.

Mas, o objetivo de Roberto Rocha em meio pandemia da Covid-19, na agenda presidencial, foi fazer média e tirar proveito político próprio. Não usou nem mascara.

Aproveitou para gravar um vídeo com Bolsonaro onde atacou indiretamente as ações contra o cornavirus no Maranhão, governado por Flávio Dino que o elegeu senador, e ainda, criticou os governadores do Nordeste, ao se referir a uma certa ‘lambança’ que teriam praticado. Tudo para agradar Bolsonaro.

Ao que parece o senador já não consegue controlar o desespero, frente a possibilidade real dos reveses políticos, que poderá sofrer nos proximos pleitos eleitorais no Maranhão.