


Por Fábio Góis
Os destroços que restaram da disputa entre a esquerda de Fernando Haddad (PT) e a extrema-direita de Jair Bolsonaro (PSL), o vencedor com 39,2% do eleitorado, deveriam servir para que o grupo derrotado fizesse, de uma vez por todas, a tão repetida autocritica pelos diversos erros cometidos no poder. Mas não como uma “autoflagelação” para o deleite dos vencedores, observa o cientista político Ricardo de João Braga, mas para melhorar e, em suma, por respeito aos eleitores.
“Autocrítica não consiste em autoflagelação pública para regozijo dos adversários, mas análise, diagnóstico e proposição de novas estratégias de ação, capazes de produzir melhores resultados em termos sociais, econômicos, políticos, etc. Uma reflexão racional não para saciar desejos emocionais de apoiadores ou adversários, mas para governar diferente e melhor no futuro, quando a oportunidade se apresentar”, observa Ricardo, doutor em Ciência Política e colaborador constante deste site.
“Autocrítica é o respeito pela razão e a autonomia do eleitor”, acrescenta o também economista e professor do mestrado profissional em Poder Legislativo da Câmara Federal.
As observações do cientista político estão acompanhadas de outras igualmente pertinentes no artigo “Ou a autocrítica, ou a farsa” que o Congresso em Foco publica com exclusividade nesta terça-feira (25) natalina. O texto é o primeiro de uma série de reflexões de Ricardo de João Braga e que este site publicará, nos próximos dias, como contribuição para o debate sobre os rumos do Brasil após a eleição que marcou a volta da direita – com fortes traços de militarismo – ao poder central.

O Complexo Deodoro e a primeira etapa de requalificação da Rua Grande, centro da capital, foram concluídos e entregues na noite deste sábado (22). O conjunto de obras resulta da ação parceira entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura de São Luís, integrando a série de ações do PAC Cidades Históricas, do Governo Federal.
O governador Flávio Dino acompanhou a solenidade de entrega das obras, que teve presença ainda do prefeito Edivaldo Holanda Junior, da presidente do Iphan, Kátia Bogea, dos ministros da Secretaria de Governo, Carlos Marun e da Cultura, Sérgio Sá Leitão.
O evento contou com apresentações de Fernando de Carvalho, Mano Borges, Coral São João e Trio 1 2 3 formado pelas cantoras Tássia Campos, Mila Camões e Camila Boueri, além de apresentação de grupo de Bumba Boi, em palco montado na Praça Panteon, atraindo centenas de pessoas ao local.

A posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, no próximo dia 1º de janeiro, será um acontecimento que marcará também a vida de muitas pessoas próximas a um dos presidentes mais imprevisíveis na história da República Federativa do Brasil.
A lista pessoal de convidados de Bolsonaro é bastante extensa. Os parentes todos literalmente estão incluídos, ainda tem pastores evangélicos e nem a turma da pescaria foi deixada de fora.
Quanto aos pastores evangélicos, a lista vai do controverso Silas Malafaia, passando por Valdomiro Santiago ao mega milionário e dono da Igreja Universal e da TV Record, que espera se dá bem no governo Bolsonaro, o bispo Edir Macedo.
A lista para participar da posse de Bolsonaro, apesar de já contar com muitos nomes confirmados, ainda não está fechada. A informação é que são algo entorno de 2 mil convidados.
Entre os presidentes alguns já confirmaram participação outros não dariam as caras na posse, nem se fossem convidados, é o caso dos presidentes de Cuba e Venezuela, estes inclusive, foram retirados da lista por determinação do próprio dono da festa.
Outro que não dará às caras na posse será Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Mas, este não é por falta de convite. A presença dele era um grande sonho de Jair Bolsonaro, que não é novidade para ninguém, tem grande admiração por Trump e os EUA, inclusive bate continência sem constrangimento algum para bandeira norte-americana, já fez o mesmo até para um simples assessor da Casa Branca.


Foto: REUTERS/Adi Kurniawan



Aos 9 anos quando começou a fazer os primeiros talhos na seringueira, talvez o menino Chico não imaginasse que um dia seu nome estaria escrito no Livro dos Heróis da Pátria. Mas está lá!
Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, foi o primeiro brasileiro a receber, em 1985, o Prêmio Internacional Global 500, concedido pela Organização das Nações Unidas como reconhecimento a sua defesa ao meio ambiente.
Nasceu dentro da floresta, em 15 de dezembro de 1944, no seringal Porto Rico, na cidade acreana de Xapuri.
Sua memória está em museus, bibliotecas. Virou estátua, filme, série, poesia, enredo de escola de samba, música: de Paul McCartney a Luís Gonzaga. Pois é… o Rei do Baião também homenageou filho do casal de nordestinos.
Angela Mendes, filha mais velha de Chico, fala do sonho do pai, que era ver a floresta em pé.
Inconformado com a exploração do trabalho dos seringueiros e da floresta entrou no movimento sindical.
Filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi vereador. O trabalho no parlamento municipal, para ele, pouco podia contribuir com a luta pelo meio ambiente. Foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu.
Em defesa do meio ambiente, foi um dos organizadores de uma resistência pacífica que impedia o desmatamento: os empates.
Longe de ser unanimidade, virou alvo da sanha de alguns setores. O amigo Gumercindo Rodrigues destaca quem eram os inimigos de Chico Mendes.
Em 1987, o cineasta inglês Adrian Cowell lançou o documentário “Eu Quero Viver”, sobre Chico Mendes. A película deu os olhos do mundo para o ambientalista brasileiro e para Xapuri.
Em 22 de dezembro de 1988, foi assassinado dentro de casa a mando do fazendeiro Darly Alves. Trinta anos depois, há marcas de Chico Mendes por todo lado. Um legado que inclui a criação das reservas extrativistas após a sua morte. O ambientalista também dá nome ao órgão federal responsável pelo patrimônio natural brasileiro: o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Agencia Brasil
O governador Flávio Dino voltou conceder entrevista ao Site 247 em nível nacional, nesta sexta-feira (21), onde fez um balanço dos quatro anos da sua gestão; disputa política no maranhão; falou sobre a conjuntura política nacional e perspectivas de futuro, além de responder perguntas de internautas.
Entre os questionamentos ao governador do Maranhão, um foi relacionado às nomeações das pessoas com deficiência, que foram aprovadas no último Concurso da Polícia militar do Estado. Ele falou que deveria nomeá-los até em fevereiro, mas antecipou.


Na política final de ano também é marcado por reuniões e mesas fartas, principalmente de previsões, articulações e projeções. Esses ingredientes não faltaram nesta sexta-feira (21), na confraternização realizada pelo vereador Osmar Filho(PDT), que presidirá a Câmara Municipal de São Luís, no biênio 2019-2020.

Muita gente que vem mudando a cara da politica maranhense apareceu para celebrar 2018, com o anfitrião Osmar Filho. Entre eles o Prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT); o Presidente da Assembléia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto (PCdoB); deputados Estaduais e Federal, Vereadores e Secretários Municipais.
O prato principal na tradicional reunião, além do resultado das urnas em 2018 e a conjuntura política atual, foram os movimentos visando 2020, quando teremos novamente eleições, dessa vez municipais.
Faltam dois anos para o pleito, mas já tem gente demais se articulando para comandar o Palácio de La Ravardière ou garantir uma das cadeiras na Câmara Municipal de São Luís.