“Senado Brasileiro acompanha atentamente invasão ao Capitólio nos EUA” diz Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), se posicionou sobre a invasão do Capitólio nos EUA, nesta quarta-feira, dia 6. Ele ratificou seu compromisso com a democracia e disse que o Senado Brasileiro acompanha atentamente o que esta acontecendo.

“O Senado brasileiro acompanha atentamente o desenrolar desses acontecimentos, enviando aos congressistas e ao povo americano nossa solidariedade e nosso apoio. Defendo, como sempre defendi, que a democracia deve ser respeitada e que a vontade da maioria deve prevalecer (..) As imagens da invasão aoCongresso americano,em uma tentativa clara de insurreição e de desprezo ao resultado das eleições por parte de um grupo,são inaceitáveis em qualquer democracia e merecem o repúdio e a desaprovação de todos os líderes com espírito público e responsabilidade”, destacou no Alcolumbre no twitter.

Outros chefes de poderes brasileiros também se pronunciaram em relação à invasão do coração da política nos EUA. Entre eles, o deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal, o ministro Roberto Barroso, presidente do TSE. O presidente Jair Bolsonaro, chefe do Poder Executivo, ainda não se posicionou.

Dino critica decisão de Bolsonaro, que suspendeu compra de seringas

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), mesmo em férias se mantém vigilante e ativo nas suas posições em relação ao governo Bolsonaro, nesta quarta-feira, dia 6, criticou a decisão do presidente que suspendeu a compra de seringas para vacinação contra a covid-19, sob alegação de anormalidade nos preços.

Para Dino, ‘decisão mais uma vez errada’, e mostrou como o governo deveria proceder.

“Decisão mais uma vez errada. O correto é usar o poder de requisição administrativa. Está na Constituição. E seria o caso de aplicar a Lei Delegada 4. Mas esta foi equivocadamente revogada em 2019 pela tal Lei da Liberdade Econômica”, criticou Flávio Dino no twitter.

Legalizado Aborto na Argentina com 38 votos a favor, 29 contra e uma abstenção

Do RBA

São Paulo – Depois de 12 horas de debate, o Senado da Argentina aprovou a lei que permite o aborto até a 14ª semana de gestação. Com 38 votos a favor, 29 contra e uma abstenção, o Senado converteu em lei a interrupção voluntária da gravidez, segundo o jornal Clarin.

A iniciativa prevê que as gestantes tenham acesso ao aborto legal, após assinatura do consentimento por escrito. Além disso, estipula um prazo máximo de dez dias entre a solicitação e a realização da interrupção da gravidez.

A sessão no Congresso foi acompanhada por uma vigília com milhares de manifestantes do lado de fora do parlamento. O resultado foi comemorado nas ruas de Buenos Aires. O projeto da lei nacional de saúde integral durante a gravidez também foi aprovado por unanimidade, com 65 votos.

O presidente do país, Alberto Fernandez, que incentivou a iniciativa, comunicou anteriormente que cerca de 38.000 mulheres são hospitalizadas anualmente por abortos mal executados.

A atual legislação permitia a interrupção da gravidez em caso de estupro ou de risco à vida ou à saúde da mãe, tal como acontece no Brasil.

Com a aprovação da lei, a Argentina se torna o primeiro grande país da região a permitir que as mulheres decidam sobre se querem ou não ser mães, após o Uruguai, Cuba, Guiana e Guiana Francesa.

A vigília que começou na tarde desta terça-feira (29) reuniu manifestantes a favor e contra a lei. Mas o número de apoiadores do projeto de legalização do aborto na Argentina se mostrou maior.

A Campanha Nacional pelo Aborto Legal, Seguro e Gratuito iniciou uma concentração às 14h. A jornada da “maré verde”, como é chamada a mobilização massiva pelo direito ao aborto no país, contou com atividades culturais e telões para acompanhar a votação, além do tradicional “pañuelazo” pela aprovação do projeto, em referência aos lenços verdes que se tornaram símbolo da militância favorável ao projeto.

Com informações do Clarin, Sputnik Brasil e Opera Mundi

Flávio Dino elogia reação de Rodrigo Maia e Baleia Rossi após Bolsonaro atacar Dilma

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elogiou os deputados Rodrigo Maia (DEM) e Baleia Rossi (MDB), nesta terça-feira, dia 29, após se solidarizarem com a ex-presidente Dilma Rousseff, alvo de deboche e ironia do presidente Jair Bolsonaro.

“Importantes posições dos deputados Rodrigo Maia e Baleia Rossi sobre deboche de Bolsonaro com a presidenta Dilma. Há fronteiras de dignidade e decência que estão acima de quaisquer disputas ideológicas ou políticas”, destacou Dino.

Ontem segunda-feira, dia 28, o presidente Bolsonaro, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, questionou a veracidade das torturas sofridas pela ex-presidente Dilma, durante o período da ditadura militar.

“Dizem que a Dilma foi torturada e fraturaram a mandíbula dela. Traz o raio X para a gente ver. Olha  que eu não sou médico, mas até hoje estou aguardando o raio X”, disse o presidente.

DataFolha: 56% são favoráveis que toda população seja obrigada se vacinar

O DataFolha divulgou neste domingo, dia 27, que o percentual de brasileiros dispostos a se vacinarem contra a Covid-19 caiu de 89% na primeira quinzena de agosto para 73% em dezembro, no mesmo período cresceu de 9% para 22% a parcela de pessoas que declaram que não querem tomar a vacina.

Há ainda 5% que preferiram não opinar.

A resistência à vacina é mais alta entre quem tem de 25 a 34 anos (30%), entre quem está vivendo normalmente durante a pandemia o percentual é (37%), entre apoiadores do governo Bolsonaro (30%).

Na parcela com muito medo de ser infectado pelo coronavírus, 14% não pretendem se vacinar, índice que sobe para 21% entre quem tem um pouco de medo, e para 37% entre quem não tem medo.

Questionados se a vacina deveria ser obrigatória para todos os brasileiros, 56% disseram apoiar a imunização compulsória de toda a população, e 43% são contra a medida, com 1% sem opinião.
Entre os homens, 50% são favoráveis à vacina obrigatória, e os outros 50% são contra.

Na parcela feminina, a maioria (62%) apoia a obrigatoriedade da vacina. Na faixa de 25 a 34 anos, 54% são contra a obrigação de todos se vacinarem, ante 40% na faixa de 16 a 24 anos e 37% entre quem tem
60 anos ou mais.

O apoio à imunização compulsória é mais alto entre quem estudou até o ensino fundamental (66%) do que entre os brasileiros come escolaridade média (54%) ou superior (47%).

No grupo que sempre confia nas declarações do presidente Jair Bolsonaro, 61% são contra a vacinação obrigatória de todos os brasileiros, índice que cai para 45% entre aqueles que às vezes confiam, e para 31% entre quem nunca confia.

No grupo que está vivendo normalmente durante a pandemia, sem isolamento e cuidados contra o contágio, 53% se opõem à obrigatoriedade da vacina, ante 45% entre aqueles que estão saindo para suas atividades fora de casa, porém tomando cuidados, 39% no grupo que está saindo somente quando inevitável, e 33% entre quem está totalmente isolado durante a pandemia.

“Estou fazendo isso para que as pessoas se vacinem assim que for possível”, diz Biden

Da Veja

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, de 78 anos, recebeu nesta segunda-feira, dia 21, a primeira dose da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer-BioNTech.

“Estou fazendo isso para mostrar que as pessoas têm de estar preparadas para se vacinar assim que for possível”, afirmou Joe Biden.

Biden foi imunizado num hospital de Newark, em Delaware, estado onde reside, ao lado da mulher, Jill.

Partidos definem posições em relação a Eleição da Câmara do Deputados

Do Congresso em Foco

O apoio de partidos da oposição resultado da articulação de Rodrigo Maia (DEM-RJ), para eleição da Câmara Federal, deu um grande folego às suas pretensões de eleger seu sucessor cujo nome ainda não foi definido.

Com os apoios o bloco garantiria 281 dos 257 necessários, caso todos 513 deputados participem da eleição.

Anunciaram apoio à candidatura de oposição ao nome do Palácio do Planalto: PT, PSL, MDB, PSB, PSDB, DEM, PDT, Cidadania, PV, PCdoB e Rede. Desses partidos, apenas o PSB não está integralmente fechado com o bloco que está sendo montado por Rodrigo Maia.

Candidato preferido de Jair Bolsonaro, o deputado Arthur Lira (PP-AL), tem apoio do PP, PL, PSD, Republicanos, Solidariedade, Pros, PSC, Avante e Patriotas. O ex-partido de Bolsonaro, o PSL, declarou apoio a Artur Lira, mas alguns parlamentares deverão votar contra ele.

A eleição com votação secreta na Câmara dos Deputados acontece dia 1º de fevereiro, até lá a fortes possibilidades de mudança de voto.

Covid-19: Maranhão mostra eficiência ao ficar entre os com menor número de mortos

O site Poder 360 divulgou um mapa onde destaca o Maranhão como um dos quatro estados brasileiros com menor taxa de letalidade por Covid-19 do Brasil.

O gráfico foi utilizado na última sexta-feira, dia 18, pelo governador Flávio Dino, no último balanço sobre o enfrentamento da doença no Maranhão. 

“O Maranhão é reconhecido nacionalmente hoje como um dos estados que melhor têm enfrentado a pandemia do coronavírus e este mapa confirma isto (..) Estados mais ricos que o nosso, com uma economia maior do que a nossa, mostrando, portanto, a nossa eficiência na aplicação do dinheiro público”, avaliou o governador.