Líderes no Congresso dão nota 2,5 a Bolsonaro, a escala vai de 1 a 5

 

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Jair Bolsonaro, Tereza Cristina e Ricardo Vélez/Foto: Reprodução
O Site Congresso em Foco a cada três meses faz um levantamento através do Painel do Poder junto aos líderes no Congresso Nacional, sobre o desempenho do governo, medidas políticas adotadas, chances de êxito das propostas em debate no Legislativo e percepções sobre a conjuntura política, econômica e social.

O resultado da primeira pesquisa do primeiro levantamento de 2019, relacionado aos primeiros três meses do atual governo, avaliou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro e de membros da sua equipe.

Entre os ministros, Tereza Cristina (Agricultura, com 3,3) é a melhor avaliada. Ricardo Vélez (Educação, com 1,8) é o pior avaliado.

Avaliação dos principais membros do governo

(Média ponderada para nota mínima de 1 e máxima de 5)

Jair Bolsonaro, presidente – 2,5

Hamilton Mourão, vice-presidente – 2,9

Tereza Cristina, ministra da Agricultura – 3,3

Augusto Heleno, ministro de Segurança Institucional – 3,0

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde – 3,0

Sérgio Moro, ministro da Justiça – 3,0

Osmar Terra, ministro da Cidadania – 2,9

Paulo Guedes, ministro da Economia – 2,9

Azevedo e Silva, ministro da Defesa – 2,7

Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil – 2,3

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente – 2,3

Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos – 2,2

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores – 2,1

Ricardo Vélez, ministro da Educação – 1,8

(Do Site Congresso em Foco)

Guedes é chamado de ‘tchutchuca’ e sessão na CCJ termina com confusão

 

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Ministro da Economia Paulo Guedes/Foto: Reprodução

Acabou em grande confusão e troca de palavrões a sessão na Comissão de Constituição e Justiça, na noite desta quarta-feira (3), na Câmara Federal, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, onde estava sendo debatido a reforma da previdência.

Após o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) chamar Guedes de “tigrão” com os aposentados, idosos de baixa renda e agricultores, mas “tchutchuca” com privilegiados do Brasil, o ministro explodiu e reagiu com palavrões e agressões verbais.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), lamentou o ocorrido.

“Chamar um ministro de ‘tchutchuca’ é um absurdo. É péssimo para a Câmara. Paulo Guedes tem dialogado com respeito com o Parlamento”.

Sem pagamentos no Minha Casa Minha Vida milhares podem ser demitidos

 

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Foto: Reprodução

A Coluna Painel, da edição da Folha de S. Paulo, desta terça-feira (2), informa que construtoras que trabalham no Programa Minha Casa Minha Vida ameaçam demitir 50 mil trabalhadores por falta de repasses do governo Bolsonaro (PSL), desde o inicio.

A dívida com as empreiteiras seria de R$ 450 milhões. Com a promessa de que a situação seria regularizada, os empresários aguardaram até março.

Falando pelos construtores, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, fez a mensagem chegar ao governo: “não consigo mais segurar o pessoal”.

O programa representa dois terços do mercado imobiliário brasileiro. O setor da construção emprega atualmente cerca de 2 milhões de pessoas, mas já chegou a 3,4 milhões.

O governo alega que não houve aviso formal, mas reconheceu que problemas no repasse dos pagamentos.

Eliziane quer saber quem pagou o vídeo de apologia ao ‘Golpe de 64’

 

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Foto: Reprodução

O vídeo divulgado no último domingo (31), exaltando o ‘Golpe de 64’, e que teria sido distribuído pelo Palácio do Planalto, ao que parece é a nova polêmica criada pelo presente Jair Bolsonaro, contra o próprio governo.

O vice-presidente Hamilton Mourão que se encontra no exercício da presidência, disse nesta segunda-feira (1º), que a decisão de fazer a celebração foi do presidente Bolsonaro.

“Foi divulgado pelo Planalto, é decisão dele (do presidente Bolsonaro)”, disse Mourão.

Ao ser informado que a comunicação do governo teria declarado que não sabia quem seria o responsável pela divulgação do vídeo, Mourão respondeu tentando desdizer o que tinha dito.

“Também não sabem?.. Então eu não nem vi esse vídeo”.

A senadora Eliziane Gama (PPS-MA), informou no twitter que está solicitando a convocação do secretário-geral da Presidência, na Comissão de Fiscalização e Controle do Senado, para esclarecer o fato que pode caracterizar um grave ato contra a democracia brasileira.

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O PT deu entrada em várias solicitações de providências  contra o vídeo e sua divulgação, entre elas, uma sindicância para apurar e identificar os responsáveis. A medida foi adotada também junto à Procuradoria-Geral da República.

Para Bolsonaro radares nas estradas pode ter objetivo apenas de multar

 

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Foto: Reprodução

Da  Gazeta do Povo

O presidente Bolsonaro (PSL) anunciou no twitter neste domingo (31), que está cancelado instalações de radares eletrônicos em rodovias federais cujo contratos serão revisados e avaliado a necessidade deles.

“Após revelação do @MInfraestrutura de pedidos prontos de mais de 8.000 novos radares eletrônicos nas rodovias federais do país, determinei de imediato o cancelamento de suas instalações. Sabemos que a grande maioria destes têm o único intuito de retomo financeiro ao estado”, disse em tom de preocupação com motoristas flagrados cometendo infrações nas rodovias.

Ele diz ainda que “verificando a real necessidade de sua existência para que não sobrem dúvidas do enriquecimento de poucos em detrimento da paz do motorista.”

Estudos revelam que a redução da velocidade média no trânsito resultou na diminuição de acidentes e mortos. Na França onde foram instalados radares nas rodovias entre 2003 e 2004, A queda da velocidade média nas rodovias sofreu uma redução de 36% no número de mortes no trânsito.

Radares inibem motoristas de desrespeitar os limites de velocidade implantados para aumentar a segurança viária. Respeitar o limite é uma questão legal, independentemente de haver radar ou não. Se você for multado é porque não seguiu a legislação de trânsito.

Filho de Jango para Bolsonaro: “Não vai destruir a história do meu pai”

 

Plenário do Congresso
João Vicente Goulart. filho do ex-presidente Jango/Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A determinação de Jair Bolsonaro para celebrar o 31 de março, ainda continua provocando reações contra uma das mais recentes polêmicas causadas pelo presidente. A mais nova manifestação contrária a medida foi de João Vicente Goulart, filho de João Goulart, (o Jango), que era Presidente da República, quando ocorreu o ‘Golpe de 64’.

“Ele está comemorando uma tragédia que se abateu sobre o povo brasileiro durante 21 anos de obscurantismo. Durante 21 anos o povo brasileiro foi impedido de votar para presidente da república. Durante 21 anos foi fechado várias vezes o Congresso Nacional”, afirmou o filho de Jango em entrevista à agência de notícias Uniceub (Centro Universitário de Brasília).

Para minimizar a polêmica e o desgaste do governo, esta semana o presidente Bolsonaro resolveu mudar o termo de “comemoração”, para “rememoração”.

(Do Congresso em Foco)

Eliziane pergunta a Guedes se ele ‘jogará a toalha’ se Reforma não for aprovada

 

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Audiência Pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, com o ministro Paulo Gudes/Foto: Reprodução

O Ministro da Economia Paulo Guedes confirmou nesta quarta-feira (27), o que alguns setores da imprensa vem divulgando. Caso a Reforma da Previdência não seja aprovada e for reconhecida divida de R$ 800 bilhões da União com os estados, ele poderá deixar o governo. Mas, só que não será na primeira derrota.

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Foto: Reprodução

A confirmação da pretensão de Paulo Guedes de ‘jogar a toalha’, caso as pretensões do governo não sejam contempladas, seu deu em resposta a questionamento da Senadora Eliziane Gama (PPS-MA), durante Audiência Pública na Comissão de Assuntos Econômicos, no Senado Federal.

“Tenho compromisso de não sair na primeira derrota. Mas, se reconhecerem a divida de R$ 800 bilhões da União com os estados, e a Reforma da Previdência não for aprovada vou ficar fazendo o que aqui? Não vou ficar bancando bombeiro apagando incêndio”, disse Guedes.