Atos Fora Bolsonaro no sábado dia 2, reunirá vários partidos e políticos

Da Revista Fórum

As manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, marcadas para o próximo sábado, dia 2, já foram confirmaram a realização dos atos em 160 cidades brasileiras e em 14 países.

A expectativa é que a manifestação seja maior que as anteriores já realizadas contra o governo Bolsonaro.

Em São Paulo as manifestações reunirá representantes de vários partidos, entre eles PT e PDT, apesar das divergências entre Lula e Ciro.

Dino chama 1.000 dias do governo Bolsonaro de ‘bem esquisito’

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), um dos homens públicos mais críticos do governo Bolsonaro, nesta segunda-feira, dia 27, reagiu com ironia à agenda de comemoração dos 1.000 dias do governo.

Flávio Dino fez referência ao evento de entrega de 10 Km no estado da Bahia, que será entregue pelo presidente Bolsonaro. Dino, que está no governo do Maranhão desde 2015, lembrou que já entrou no estado cerca de 6.000 km de asfalto.

O governo pretende com as ‘ações de comemorações’ melhorar sua imagem que não está nada boa. O presidente Bolsonaro espera melhorar a popularidade.

Volta do ‘voto impresso’ fracassa e Bolsonaro desiste de ‘melar eleições’

Em entrevista à revista Veja, publicada nesta sexta-feira, dia 24, o presidente Bolsonaro, disse que não vai ‘melar as eleições’, em 2022.

Ele justificou sua posição pelo fato das Forças Armadas passarem fazer parte do Conselho do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“… não vou melar, fique tranquilo, vai ter eleição. O que o Barroso está fazendo? Ele tem uma portaria deles, lá, do TSE, onde tem vários setores da sociedade, onde tem as Forças Armadas, que estão participando do processo a partir de agora..”, disse Bolsonaro.

O fato é que o recuo de Bolsonaro está relacionado a fracassada batalha travada com o ministro Roberto Barroso, presidente do TSE, contra o voto eletrônico e tentativa da volta do voto impresso.

Quanto à participação das Forças Armadas no acompanhando e segurança das eleições, assim como outras instituições, já ocorre.

Ipec: Com 48%, Lula venceria em 1° turno; Bolsonaro tem 23%

Pesquisa Ipec mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula venceria a eleição para o Palácio do Planalto já em 1° turno, ainda que na margem de erro na pior das hipóteses.

Lula (PT) aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Jair Bolsonaro (sem partido) está com 23%. Na sequência aparecem Ciro Gomes, do PDT, (8%), João Doria, do PSDB, (3%) e Luiz Henrique Mandetta, do DEM, (3%). Votos em branco e nulos totalizam 10%, enquanto 4% disseram não saber responder.

Dois cenários foram apresentados pelo Ipec aos eleitores.

No primeiro deles, Lula mantém 11 pontos percentuais à frente da somatória de todos os outros candidatos, o que garantiria sua vitória em 1° turno com folga. Já no segundo, o ex-presidente petista aparece com 45% do total de intenções de voto, enquanto Jair Bolsonaro é a preferência de 22%, seguido por Ciro Gomes (6%), Sergio Moro (5%), Datena (3%), João Doria (2%), Luiz Henrique Mandetta (1%) e Rodrigo Pacheco (1%). Ainda assim, Lula seria eleito em 1° turno, dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 20 de setembro, com 2002 entrevistados em 141 municípios de todas as regiões brasileiras, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e com 95% de confiança. (Revista Fórum)

Queiroga testa positivo para Covid-19 e fica nos EUA

Após protagonizar um dos comportamentos mais toscos de uma autoridade brasileira em uma agenda oficial e internacional, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou nesta terça-feira, dia 21, que testou positivo para Covid-19.

O ministro vai ficar 14 dias nos EUA cumprindo quarentena. Ele participava da comitiva brasileira na reunião anual da ONU.

“Comunico a todos que hoje testei positivo para #Covid19. Ficarei em quarentena nos #EUA, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária. Enquanto isso, o @minsaude seguirá firme nas ações de enfrentamento à pandemia no Brasil. Vamos vencer esse vírus”, disse Marcelo Queiroga no twitter.

Queiroga descobriu o resultado positivo ao fazer o teste para o retorno ao Brasil. Ele disse que foi informado pelo presidente Bolsonaro.

“fez discurso de cercadinho, recheado de fake news”, Dino sobre Bolsonaro

O governador Flávio Dino (PSB-MA), reagiu com indignação nesta terça-feira, dia 21, ao pronunciamento do presidente Bolsonaro na reunião da ONU.

O governador do Maranhão chamou Bolsonaro de desleal por criticar governadores e prefeitos no enfrentamento à pandemia do coronavírus. Ele lamentou o nível do pronunciamento do presidente, que segundo ele, “..fez discurso de “cercadinho”, cheio de fake news e de agressões..”.

“Muita deslealdade de um chefe de Estado usar a tribuna da ONU para atacar governadores e prefeitos do seu país. E para insistir em mentiras sobre a pandemia. Esse é o Bolsonaro “moderado”? (..) Bolsonaro foi para a ONU fazer discurso de “cercadinho”, recheado de fake news e de agressões. Ele realmente quer o Brasil como “pária internacional”, isolado e sem voz ativa no mundo. Imenso prejuízo para a nossa economia e para a imagem do Brasil’, disse Flávio Dino.

Bolsonaro é o único do G-20 na ONU que não se vacinou

Do Uol

Jair Bolsonaro é único entre os líderes do G20, no encontro anual da ONO (Organização das Nações Unidas), que declarou que não tomou e não iria tomar a vacina.

Houve uma discussão sobre se os líderes e suas comitivas diplomáticas teriam que apresentar seus atestados de vacinação para entrar em Nova York.

A ONU acabou informando às comitivas que haveria uma exceção diplomática e a entidade não iria cobrar os atestados.

Eliziane Gama destaca importância feminina na CPI da Covid-19

Em entrevista ao site Congresso em Foco, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), destacou a luta e protagonismo da bancada feminina no Senado, no trabalho realizado na CPI que apura irregularidades na condução da pandemia pelo governo Bolsonaro.

O Senado Federal tem 81 membros, sendo que o número de mulheres é de apenas 13, entre elas a senadora Eliziane que está no primeiro mandato de senadora, mas é uma das parlamentares mais destacadas e respeitada na Congresso.

“No dia que a gente conseguiu ter um direito a voz, ainda que não tenhamos pedido um direito a voto, a gente viu uma clara rejeição dos colegas. Nossa luta da CPI resultou na nossa participação na comissão e na implantação de um marco da não mais ausência de mulheres em comissões”, disse Eliziane.

As senadoras Eliziane, Simone Tebet (MDB-MS), Leila Barros (Cidadania-DF), Zenaide Maia (Pros-RN), Soraya Thonick (PSL-MS) e outras integrantes da bancada atuaram em momentos decisivos, como na revelação do nome do líder de governo, Ricardo Barros (PP-PR), possível articulador do esquema da Covaxin no Ministério da Saúde.