Dino volta pontuar em pesquisa sobre sucessão presidencial 2022

Do Valor Econômico

A pesquisa Atlas divulgada quarta-feira, dia 27, para sucessão presidencial em 2022, mostra Bolsonaro, com 34,5%. Na sequência está Lula, com 22,3%; Sergio Moro 11,3%; Ciro Gomes 8,8%; João Doria 3,6% ; Mandetta 3,4%, Luciano Huck 1,9% e Flávio Dino 1,4%.

No cenário sem Lula, Bolsonaro tem 34,4%, seguido por Haddad, com 13,4%; Ciro Gomes 11,6%; Sergio Moro 11,6%; Mandetta 4,8% e Doria, 4,3%.

Realizada entre os dias 20 e 24 de janeiro, a pesquisa consultou 3073 pessoas, por recrutamento online.

Ministros do STF estranham medo da entrega das mensagens da Vaza Jato para Lula

A coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de SP , desta quinta-feira, dia 28, informa que ministros do STF estão surpresos com o pedido do procurador Deltan Dallagnol para que o ex-presidente Lula não tenha acesso às conversas da Vaza Jato, que podem inocentá-lo e demonstrar que foi alvo de perseguição política.

“Na semana passada, o ministro Ricardo Lewandowski determinou a entrega imediata do material a Lula, que pretende usar as mensagens como prova de que sofreu perseguição da Lava Jato. Os procuradores pedem que o ministro reconsidere a decisão —e, em caso negativo, que encaminhe o caso ao plenário do Supremo (..) O pedido, assinado também por procuradores como Januário Paludo e Laura Tessler, causou estranheza entre magistrados: quando comandavam a Lava Jato, os operadores divulgaram mensagens de investigados —e até mesmo conversas privadas da ex-primeira-dama Marisa Letícia com os filhos dela e de Lula. A resistência levantou entre ministros também a percepção de que, embora boa parte das mensagens já tenha vindo a público, a íntegra do conteúdo preocupa os procuradores”, pontua a jornalista.

(Brasil 247)

Para Dino conduta de Bolsonaro é incompatível com a de presidente da República

O governador Flávio Dino (PCdoB), classificou a conduta do presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira, dia 27, ao atacar jornalistas, como “incompatível com a condição de presidente da República”.

“Ofender jornalistas, no exercício de suas funções, com palavras agressivas e obscenas, não é uma conduta compatível com a condição de presidente da República. Minha solidariedade aos ofendidos”, governador Flávio Dino.

Durante um encontro com artistas na tarde de hoje em Brasília, o presidente ao se referir à repercussão dos gastos do governo com comida em 2020, disse que o ‘leite condensado’, era para “enfiar no rabo imprensa”.

Justificativa da compra de leite condensado: “Vai pra puta que pariu, porra!”

Do Congresso em Foco

O presidente Jair Bolsonaro durante encontro com artistas numa churrascaria em Brasília, nesta quarta-feira, dia 27, voltou atacar a imprensa ao tentar justifica as compras do governo em 2020, reveladas pelo portal Metrópoles.

“Vai pra puta que pariu, porra. Essa imprensa de merda, é pra enfiar no rabo de vocês, de vocês da imprensa, essas latas de leite condensado aí”, vociferou Bolsonaro para dos presentes.

No total, os gastos alimentícios do governo federal em 2020 somaram mais de R$ 1,8 bilhão.

Márcio Jerry e Rubens Júnior reassumem mandatos na Câmara na sexta, dia 29

Os deputados federais maranhenses, Márcio Jerry e Rubens Júnior, ambos do PCdoB e recentemente empossados nas secretárias de Estado das Cidade e de Articulação Política respectivamente, reassumem sexta-feira, dia 29, os mandatos na Câmara Federal.

Eles participarão na segunda-feira, dia 1º, da eleição na Câmara. Abancada do PCdoB votará em Baleia Rossi (MDB-SP), nome de oposição ao deputado Arthur Lira (PP-PE), este candidato de Jair Bolsonaro.

“Na sexta reassumirei o mandato de deputado federal para me juntar à bancada do @PCdoBnaCamara e na segunda feira votar no Baleia Rossi @Baleia_Rossi para presidente da @camaradeputados . Voto na defesa da independência da Casa, voto contra Bolsonaro, voto pela democracia”, anunciou Márcio Jerry.

Senador quer prisão e multa para quem furar fila da vacinação

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), apresentou no Senado segunda-feira, dia 25, projeto que torna crime ‘furar fila de vacinação’. A proposta sugere mudança no Código Penal, que estabelece prisão de três meses a um ano e multa.

“A intenção é tipificar o delito fura fila próximo ao da corrupção ativa, onde cabe punição. É um projeto desnecessário se fossemos um país civilizado nesse aspecto (..) Você entrar na frente daqueles que realmente precisam usando sua condição social é uma vergonha. Por isso que também tem que se punir o agente público, os dois tem que ser punidos.”, disse Plínio Valério.

Com inicio da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, o Ministério Público apura a pratica, em pelo menos oito estados.

O Ministério Público do Estado de Pernambuco, publicou ontem segunda-feira, Nota Técnica Criminal n.º 01/2021, em que tipifica 14 crimes pela pratica de furar a ordem de prioridade de vacinação e outras diretrizes relacionadas à campanha nacional de vacinação.

Dino confirma Capelli, e Representação em Brasilia subordinada à SECAP

O governador Flávio Dino, confirmou nesta segunda-feira, dia 25, Ricardo Capelli no comando da Secretaria de Comunicação do Estado. A Representação em Brasília perdeu a condição de secretaria, e está subordinada a SECAP.

“Dando continuidade às mudanças administrativas, o jornalista @RicardoCappelli assumirá a Secretaria de Comunicação, desmembrada da atual SECAP. A Representação em Brasília perde a condição de Secretaria de Estado, subordinando-se à SECAP”, comunicou Dino.

Atlas Político mostra que 53,6% defendem impeachment de Bolsonaro

O instituto Atlas Político divulgou no domingo, dia 24, pesquisa de opinião que mostra que já há uma maioria que defende o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

53,6% são favoráveis ao impedimento do mandatário, 41,5% são contra a medida. 4,9% não sabem.

Entre novembro e janeiro, a adesão à medida cresceu 9 pontos percentuais. A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 24.

A pauta é mais forte no Nordeste, com 62% a favor, e no Centro-Oeste, com 58% a favor.

A região Norte é a mais resistente ao impedimento, com apenas 46% de adesão.

Em todas as regiões, a parcela favorável é maior que a contrária. Por gênero, mulheres (63%) defendem o impeachment, enquanto homens são contra (51%). (Revista Fórum)