O Senadora Elizaene Gama (Cidadania-MA) destacou nas redes sociais o resultado da Pesquisa Atlas Político que mostra o desempenho da gestão do governador do Maranhão, e ainda, o nome do governador Flávio Dino (PCdoB), entre os principais pré-candidatos de oposição a Jair Bolsonaro.
Sobre a Frente Ampla que a senadora Eliziane destaca é a mesma defendida pelo governador Flávio Dino que já se reuniu para discutir com várias lideranças políticas de diferentes matizes, entre elas, os ex-presidentes: Sarney, Lula e Fernando Henrique.
Levantamento realizado pela consultoria Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro e divulgado nesta quarta-feira (12) pelo El País aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro.
Sem Lula e Sérgio Moro na disputa, o presidente aparece com 41% das intenções de voto, seguido pelo apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Na terceira posição está o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), com 13%, o governador de São Paulo João Doria (PSDB), tem 2,5%.
A Polícia Federal, com o apoio da Caixa Econômica Federal, deflagrou nesta manhã (12/2) a Operação Eleazar, cujo objetivo é desarticular organização criminosa que realizava saques fraudulentos de precatórios em diversas regiões do país.
Cerca de 70 policiais participam da operação que dão cumprimento a 19 mandados de busca e apreensão e a 1 mandado de prisão preventiva nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e São Paulo.
Também foram expedidas 2 medidas cautelares diversas da prisão contra servidores da CEF, bem como determinado o bloqueio de contas e sequestro de bens.
Reunido em Brasília nesta terça-feira (11), o Fórum dos Governadores aprovou nota (íntegra) em que reivindica a imediata aprovação de uma proposta que mantenha em vigência e amplie a participação da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que expira em 31 de dezembro.
O Congresso discute o assunto, mas esbarra na resistência da equipe econômica e do ministro da Educação, Abraham Weintraub. (Informação Congresso em Foco)
O ministro Paulo Guedes (Economia) pediu desculpas aos servidores públicos por chamá-los de ‘parasitas’. Segundo ele, sua fala foi retirada de contexto. Então tá!..
Nesta terça-feira (11), o Portal Uol informa que o braço direto de Paulo Guedes, o ex-deputado pelo PSDB, Rogério Marinho, recebeu R$ 189 mil para participar de 11 reuniões no Serviço Social do Comércio (SESC), entidade do Sistema S e Confederação Nacional do Comércio, que recebeu R$ 3,4 milhões em verbas públicas somente nos primeiros oito meses de 2018.
Mais um vez o senador Roberto Rocha (PSDB) deu o que falar nas redes sociais. A nova do senador foi postar um vídeo sobre o carnaval com imagens de carnavais de outros estados como Rio de Janeiro e Bahia.
Faz tanto tempo que o senador, mais conhecido como ‘Asa de Avião’, não pisa no Maranhão que precisa recorrer a um avatar virtual para dizer que gosta de carnaval.
O senador usou no máximo uns vídeos da internet na passarela do samba em São Luís para não usar imagens do carnaval do Governo do Maranhão com o já consolidado circuito da Beira-mar. (Informações do Blog Marrapá)
Sempre pronto a opinar sobre tudo e causar polêmicas na saída do Palácio de Planalto, o presidente Bolsonaro, nesta segunda-feira (10), demonstrando incomodo não quis conversa com os jornalistas que fazem plantão no Palácio.
Segundo ele, no Brasil existem muitos problemas, mas hoje não teria conversa com repórteres. A atitude do presidente foi para evitar ainda mais especulações e suspeitas sobre a morte de Adriano da Nóbrega ocorrido na madrugada de domingo (9), na Bahia.
Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), também comentou neste domingo (9), a morte de Adriano da Nóbrega ocorrida na madrugada de hoje durante troca de tiros com a polícia na Bahia.
Para Flávio Dino a morte de Adriano da Nóbrega, considerado peça chave para esclarecimento da morte de Marielle Franco, torna imperativo o esclarecimento do assassinato da vereadora do Rio, também para melhor compreensão da atual conjuntura política e social no Brasil.
“A pergunta fundamental mais uma vez se impõe: quem matou Marielle? Quem mandou matar Marielle ? As respostas são fundamentais para entender a atual conjuntura brasileira, marcada por violências e agressões” destacou Dino no twitter.
Segundo o Ministério Público no Rio de Janeiro, Adriano era miliciano e ligado a Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz. Ele tava foragido desde o inicio de 2019, no inicio deste ano o ministro Sérgio Moro(Justiça e Segurança) ao divulgar uma lista com os criminosos mais procurados do país deixou de fora o nome de Adriano da Nóbrega. O ministro foi muito cobrado e criticado pela ausência do nome.