Covid-19: Bolsonaro é reprovado por 64%, e 45% querem impeachment

 

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A postura do presidente Bolsonaro em meio a crise do coronavírus, somado ao desempenho da economia brasileira registrada antes da pandemia, mudou radicalmente a confiança do eleitor, é o que aponta Consultoria Atlas Político divulgado nesta quinta-feira (19).

64% das pessoas ouvidas reprovaram como Bolsonaro conduziu o inicio da crise do Covid-19 no Brasil. Os entrevistados também se posicionaram sobre a economia. Há um mês, 50,5% acreditavam na melhora da economia, agora 49,7% apostam que vai piorar. Para 44,8%, Jair Bolsonaro deve ser deposto da Presidência da República.

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O levantamento da Consultoria Atlas ouviu 2.000 pessoas no período de 16 a 18 deste mês. A margem de erro 2% para mais ou para menos com um nível de confiança de 95% para os indicadores associados a totalidade da amostra. (EL PAÍS)

Bolsonaro adota postura de vítima após panelaços em todo país

 

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Foto: Reprodução

Em meio à pandemia do coronavírus, que tem impedido as pessoas de se aglomerarem, a população voltou demonstrar sua indignação através dos panelaços pelo país, e a força dessa mobilização abalou o presidente.

Às 21h42, quando o grito de “Fora, Bolsonaro” ainda predominava nas ruas, e logo após o PSOL, junto a dezenas de intelectuais e artistas, apresentar um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados, o presidente foi ao Twitter adotando um tom de vítima.

“Nunca abandonarei o povo brasileiro, para o qual devo lealdade absoluta! Boa noite a todos!”, disse Bolsonaro.

Além do panelaço massivo e do pedido de impeachment, as redes sociais foram dominadas por críticas ao presidente e pedidos para que ele saia da presidência. As tegs #ForaBolsonaro e #Panelaço18M figuram no topo dos assuntos mais comentados do Twitter. (Informações Revista Fórum)

Flávio Dino aponta papel imperativo do BNDES no combate à crise

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), nesta quarta-feira (18), voltou apontar alternativa para o governo Bolsonaro no enfrentamento da crise econômica, intensificada pela Pandemia do Novo Coronavírus, nesta quarta-feira (18). Para Flávio Dino, o BNDES tem papel imperativa nesse momento.

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‘..a grande crise do País é não ter governo..’, editorial do Estado de SP

 

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Foto: Reprodução

247 – Em editorial intitulado “As falsas crises, e a verdadeira”, o jornal O Estado de S.Paulo afirma que atualmente “já é possível dizer que a grande crise que o Brasil enfrenta não é a economia travada ou a ameaça epidêmica do coronavírus; a verdadeira crise do País é não ter governo justamente quando ele é mais necessário”.

“A crise do coronavírus é concreta, não uma ‘fantasia’ criada pela ‘grande mídia’, como disse o presidente Jair Bolsonaro. Preocupa sobremaneira que o governo brasileiro, a julgar pelas declarações inconsequentes do presidente, esteja propenso a considerar a pandemia como sendo apenas uma ‘pequena crise’. Isso é ‘brincar com fogo’, como comentou o biólogo Fernando Reinach em sua coluna no Estado”, diz o jornal paulista.

De acordo com o texto, “é assim que Bolsonaro encara crises verdadeiras: menospreza seus riscos e as considera criações da imprensa”. “Infelizmente, esse tem sido o padrão de comportamento do presidente Bolsonaro ante os inúmeros desafios que se lhe apresentam desde que tomou posse, e nada indica que será diferente até o final do mandato, especialmente à medida que fica mais clara a sua incapacidade de governar, qualquer que sejam as circunstâncias”.

“Amazônida unida. Brasil forte”: governadores querem ajudar país sair da crise

 

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Foto: Reoridução

Durante a reunião do 20º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, através da Carta de Belém, os líderes dos estados da região solicitam ao Governo Federal recursos emergências para ações de prevenção e tratamento do coronavírus (Covid-19).

“Ante o cenário de emergência sanitária, manifestamos nossa preocupação com advento do coronavírus (Covid-19), com suas potenciais consequências para a saúde da população. Frisamos a necessidade de ampliar a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde e pleiteamos do Governo Federal o imediato aporte dos recursos para o custeio das ações emergenciais, a habilitação e imediata instalação adicional de 1000 leitos de UTI para reforço da rede de cuidados intensivos”, destaca tópico da Carta.

Os governadores querem o Governo Federal ainda protagonista na implementação da regularização fundiária na região, a retomada do uso dos recursos do Fundo Amazônia, bem como a um de combate a incêndios florestais.

Os governadores defendem segurança jurídica para receber pagamento de créditos de carbono e a criação de uma rede de infraestrutura e logística de transporte que integre a região, para ajudar o país a sair da crise.

“Destaco a preocupação de uma agenda anti-crise pelos governadores, uma agenda de investimentos, para ajudar o Brasil a gerar oportunidades de trabalho, oportunidades para as nossas empresas. Amazônia unida, Brasil forte”, garantiu o governador Flávio Dino.

“Brasil está sem comando”, diz o governador Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que têm demonstrado preocupação com a Crise Econômica Mundial influenciada mais fortemente pela Pandemia do Coronavírus, criticou nesta quinta-feira (12), a forma como a situação vem sendo conduzida no Brasil.

“Bolsa despencando, dólar nas alturas, economia parando, coronavírus chegando. Brasil está sem comando. E alguns só sabem falar em “reformas” duvidosas e que não produzem efeito de curto prazo, como está PROVADO com a reforma da Previdência”, destacou Flávio Dino no twitter.

Além da preocupação com a crise, Flávio Dino, tem sugerido ao governo federal alternativas para enfrentá-la. Quanto ao Maranhão, disse que está fazendo sua parte, no que tange a economia com a manutenção das obras públicas e preparando o sistema de saúde para enfrentar o coronavírus.

“Quanto ao que nos cabe no Maranhão, estou adotando todas as providências possíveis, especialmente manter obras públicas (para não piorar recessão e desemprego) e preparar ao máximo o nosso sistema de saúde para os casos de coronavírus”, acrescentou Flávio Dino.

Eliziane chama ataque de Bolsonaro ao Sistema Eleitoral de “Verborragia”

 

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Senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Foto: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), se somou aos políticos que criticaram Jair Bolsonaro, em relação a mais recente polêmica criada pelo presidente da republica. O alvo dessa vez de Bolsonaro foi o Sistema Eleitoral Brasileiro.

“Deslegitimar as eleições presidenciais de 2018, fazendo uma acusação grave, sem apresentar provas e sem levar os “fraudadores” à justiça em meio a uma crise econômica, fiscal e política global é de uma irresponsabilidade sem tamanho. Essa verborragia é um grave problema”, destacou Eliziane.

A senadora maranhense recomendou ainda que Bolsonaro se espelhe em posturas como as dos ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde). Para ela, os ministros citados conseguem mostrar resultados em suas pastas, sem ficarem criando conflitos “tolos”.

“O governo federal tem em seus próprios quadros pessoas que dão a linha de como deveria ser a atitude do governo, com mais gestão e menos conflitos. Os ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde)  tem conseguido mostrar trabalho e sempre se mantêm longe de confusões tolas e desnecessárias” completou Eliziane Gama.

Falando para brasileiros em Miami no EUA, Bolsonaro disse que as eleições de 2018, onde se elegeu presidente foi fraudada. No mesmo evento, ele também chorou e ainda arrancou risadas dos presentes. Sobre o impacto da Crise Econômica Global na economia brasileira, culpou o coronavírus, porém não disse que medidas serão adotadas para enfrentar a crise.

EUA x IRÃ: Paulo Guedes e presidente da Petrobras não atendem ligação de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado por repórteres em Brasília na manhã desta sexta-feira (3), sobre o conflito EUA e Irã e os reflexos no Brasil. Segundo Bolsonaro o preço dos combustíveis pode subir mais no país.

“Que vai impactar, vai. Agora, vamos ver nosso limite aqui. Porque, se subir, já está alto o combustível, se subir muito complica”, disse Bolsonaro.

Ainda sobre a possibilidade real de aumento dos valores nos combustíveis, Bolsonaro disse que tentou falar com Paulo Guedes (Ministro da Economia) e Roberto Castello Branco, o presidente da Petrobras, mas nenhum dos dois atenderam o telefonema dele. O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), nas redes sociais foi irônico em relação a fala do presidente da república.

“Presidente da República, @jairbolsonaro, diz candidamente em entrevista que ligou para seu ministro da fazenda e para o presidente da Petrobras querendo tratar do aumento do preço dos combustíveis mas que eles não atenderam… Tá sem moral até com subordinados..” disse Márcio Jerry. 

Os Estados Unidos assumiu a autoria do ataque que matou o chefe da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Solemani, quinta-feira (2). O presidente iraniano, Hassan Rouhani, afirmou que irá resistir aos Estados Unidos e prometeu vingança.