“Brasil está sem comando”, diz o governador Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que têm demonstrado preocupação com a Crise Econômica Mundial influenciada mais fortemente pela Pandemia do Coronavírus, criticou nesta quinta-feira (12), a forma como a situação vem sendo conduzida no Brasil.

“Bolsa despencando, dólar nas alturas, economia parando, coronavírus chegando. Brasil está sem comando. E alguns só sabem falar em “reformas” duvidosas e que não produzem efeito de curto prazo, como está PROVADO com a reforma da Previdência”, destacou Flávio Dino no twitter.

Além da preocupação com a crise, Flávio Dino, tem sugerido ao governo federal alternativas para enfrentá-la. Quanto ao Maranhão, disse que está fazendo sua parte, no que tange a economia com a manutenção das obras públicas e preparando o sistema de saúde para enfrentar o coronavírus.

“Quanto ao que nos cabe no Maranhão, estou adotando todas as providências possíveis, especialmente manter obras públicas (para não piorar recessão e desemprego) e preparar ao máximo o nosso sistema de saúde para os casos de coronavírus”, acrescentou Flávio Dino.

Eliziane chama ataque de Bolsonaro ao Sistema Eleitoral de “Verborragia”

 

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Senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Foto: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), se somou aos políticos que criticaram Jair Bolsonaro, em relação a mais recente polêmica criada pelo presidente da republica. O alvo dessa vez de Bolsonaro foi o Sistema Eleitoral Brasileiro.

“Deslegitimar as eleições presidenciais de 2018, fazendo uma acusação grave, sem apresentar provas e sem levar os “fraudadores” à justiça em meio a uma crise econômica, fiscal e política global é de uma irresponsabilidade sem tamanho. Essa verborragia é um grave problema”, destacou Eliziane.

A senadora maranhense recomendou ainda que Bolsonaro se espelhe em posturas como as dos ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde). Para ela, os ministros citados conseguem mostrar resultados em suas pastas, sem ficarem criando conflitos “tolos”.

“O governo federal tem em seus próprios quadros pessoas que dão a linha de como deveria ser a atitude do governo, com mais gestão e menos conflitos. Os ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Henrique Mandetta (Saúde)  tem conseguido mostrar trabalho e sempre se mantêm longe de confusões tolas e desnecessárias” completou Eliziane Gama.

Falando para brasileiros em Miami no EUA, Bolsonaro disse que as eleições de 2018, onde se elegeu presidente foi fraudada. No mesmo evento, ele também chorou e ainda arrancou risadas dos presentes. Sobre o impacto da Crise Econômica Global na economia brasileira, culpou o coronavírus, porém não disse que medidas serão adotadas para enfrentar a crise.

EUA x IRÃ: Paulo Guedes e presidente da Petrobras não atendem ligação de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado por repórteres em Brasília na manhã desta sexta-feira (3), sobre o conflito EUA e Irã e os reflexos no Brasil. Segundo Bolsonaro o preço dos combustíveis pode subir mais no país.

“Que vai impactar, vai. Agora, vamos ver nosso limite aqui. Porque, se subir, já está alto o combustível, se subir muito complica”, disse Bolsonaro.

Ainda sobre a possibilidade real de aumento dos valores nos combustíveis, Bolsonaro disse que tentou falar com Paulo Guedes (Ministro da Economia) e Roberto Castello Branco, o presidente da Petrobras, mas nenhum dos dois atenderam o telefonema dele. O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), nas redes sociais foi irônico em relação a fala do presidente da república.

“Presidente da República, @jairbolsonaro, diz candidamente em entrevista que ligou para seu ministro da fazenda e para o presidente da Petrobras querendo tratar do aumento do preço dos combustíveis mas que eles não atenderam… Tá sem moral até com subordinados..” disse Márcio Jerry. 

Os Estados Unidos assumiu a autoria do ataque que matou o chefe da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Solemani, quinta-feira (2). O presidente iraniano, Hassan Rouhani, afirmou que irá resistir aos Estados Unidos e prometeu vingança.

Líder do PSL no Senado diz que escolha de Eduardo Bolsonaro é ‘apagar incêndio com gasolina’

 

Major-Olímpio-680x430Melhor não apostar na pacificação que querem passar para opinião pública em relação a guerra pelo comando no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O senador major Olímpio (SP), líder do PSL no Senado, disse hoje terça-feira (22) que se dependesse de apoio o deputado Eduardo Bolsonaro, não venceria um cone. Major Olímpio disse ainda que colocar o filho do presidente na liderança do partido na Câmara foi o mesmo que “apagar incêndio com gasolina”.

“Se você fizer a votação secreta não dá ele, se você fizer a votação aberta não da ele, se você botar um cone para disputar vai dar o cone”, disse major Olímpio.

Delegado Waldir entrega liderança do PSL a Eduardo Bolsonaro

 

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Deputados Eduardo Bolsonaro e delegado Waldir/Foto: Reprodução

O delegado e deputado federal Waldir (PSL-GO) anunciou nesta segunda-feira (21), que resolveu entregar a liderança do partido na Câmara Federal ao filho do presidente o deputado Eduardo Bolsonaro. Um anova lista foi entregue nela os parlamentares do PSL pedem a mudança do líder.

Agora é cada um por si! Moro deixa Dallagnol no ‘vácuo’ em restaurante

 

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Foto: Reprodução

247 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, evitou falar com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, num restaurante  em Brasília (DF), onde foi encontrar com parlamentares do PSL, atingindo em cheio pelas apurações sobre candidaturas laranjas.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, Deltan se levantou certo de que o ministro iria até a sua mesa para cumprimentá-lo, mas o ex-juiz apressou o passo para o local reservado pelo PSL e deixou o ex-colega de Curitiba no “vácuo”. O ministro foi direto cumprimentar Bivar.

O encontro de Moro com parlamentares aconteceu no mesmo dia em que Jair Bolsonaro usou a expressão “queimada para caramba” em referência ao presidente do PSL, Luciano Bivar.

Bolsonaro copia medida adotada por Flávio Dino no Maranhão contra queimadas

 

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Foto: Reprodução

De acordo com a Folha de SP nesta quarta-feira (28), o governo Bolsonaro prepara várias ações que serão todas anunciadas até a próxima semana com objetivo de barrar e minimizar o desgaste com a crise das queimadas na Amazônia.

Entre as providencias do pacote de ações o governo federal editou hoje um decreto que proíbe queimadas durante dois meses em todo Brasil. O decreto será publicado amanhã quinta-feira (29), no Diário Oficial da União.

A medida é semelhante a que o governador Flávio Dino (PCdoB) apresentou na última terça-feira (27), durante reunião dos governadores da Amazônia Legal e o presidente Bolsonaro em Brasília, como uma das ações que adotadas no Maranhão para enfrentar o problema das queimadas.

De acordo com o texto do decreto editado por Flávio Dino a proibição abrange o período de 27 de agosto a 30 de novembro de 2019.

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Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles continua internado em Brasília

 

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Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro/Foto: Reprodução

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está internado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. Ele deu entrada no inicio da madrugada desta quinta-feira (28).

Informações extraoficiais é que o ministro apresentava sintomas de infarto. Ele está em observação para que os médicos acompanhem o desenvolvimento do quadro.

Ministro do Meio Ambiente é um dos ministros mais contestados do governo Jair Bolsonaro. Sua gestão é alvo de investigação do Tribunal Contas da União, ele também foi denunciado ao Ministério Público e Comitê de Ética da Presidência da República.

O desgaste de Salles aumentou com crise na região amazônica, com repercussão internacional.