“..popularidade de Bolsonaro não é sustentável..”, diz Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alertou o campo progressista, nesta sexta-feira (14), para não desanimar com a pesquisa DataFolha que revela crescimento da popularidade de Bolsonaro.

Para Flávio Dino, o crescimento significativo do governo e de Bolsonaro, a melhor desde o início, não é sustentável. De acordo com ele, os problemas familiares e no próprio governo deverão reverter esse cenário.

Flávio Dino também aconselhou o campo progressista a continuar apresentando alternativas para os problemas do país de maneira “clara, viável e conectadas com as necessidades da população”.

Pesquisa Datafolha: Lula e Moro têm mais credibilidade que Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5) aponta que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o ex-presidente Lula são os políticos em quem os brasileiros mais confiam. Segundo o levantamento, ambos têm mais credibilidade que o presidente Jair Bolsonaro.

Os pesquisadores pediram para que os entrevistados dissessem qual o nível de confiança que eles têm em 12 diferentes figuras políticas com uma escala de 1 a 10, sendo aqueles que atingem até 5 pontos considerados de baixa confiança, de 6 a 8 de média confiança e, de 9 a 10, de alta confiança.

Moro e Lula lideram entre aqueles que têm a maior credibilidade: 33% e 30% de alta confiança, respectivamente – um empate dentro da margem de erro. O ex-juiz federal lidera a lista, no entanto, por ter um nível de desconfiança menor que o do ex-presidente. 23% consideram que têm confiança média no ministro e 42% apontaram baixa confiança. Já no caso do petista, a confiança média ficou em 16% e a baixa confiança atingiu 53%.

O ex-juiz federal e o ex-presidente também são aqueles que mais aumentaram sua credibilidade entre os brasileiros nos últimos anos. A confiança em Lula, que estava em queda, voltou a subir: foi de 20% de alta confiabilidade em fevereiro de 2016 para 30% agora. Já a de Moro foi de 14% para 33%. (Revista Fórum)

Pesquisa completa aqui.

Para evitar confusão 51% deixaram de falar em política no WhatsApp

 

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (24), pelo jornal  Folha de S. Paulo mostra que mais da metade da população brasileira (51%) desistiu de comentar sobre política só no WhatsApp. A motivação foi para evitar brigas e confusões principalmente com parentes e amigos.datafolha2-677x1024

O estudo também demonstra que 59% dos entrevistado acreditam que as redes sociais divulgam mais fake news assim desinformando, mas 77% acha que as redes dão voz aos ‘anônimos’ na sociedade.

O número de pessoas que seguem o presidente Jair Bolsonaro de acordo com a pesquisa é de 18%. Sobe para 27% em simpatizantes do PSL e 31% nos que ganham mais de 10 salários mínimos.

54% acreditam que as redes sociais são importantes para a classe política saiba o que a sociedade está discutindo, e 48% acham importantes canais de criação de movimentos sociais e políticos.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas nos últimos dias 5 e 6, em 176 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. As respostas da pesquisa se referem a comportamentos adotados de dezembro de 2018 a dezembro de 2019.

Datafolha: Congresso Nacional fecha ano com 45% de reprovação

 

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O instituto de pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), revela uma avaliação ruim para o trabalho da Câmara e o Senado Federal em 2019. De acordo com o levantamento a reprovação é 45%, um aumento de 10% em relação ao último resultado. A aprovação pontua apenas 14%.

A pesquisa também mostra que os Bolsonaristas são os que mais apoiam o Congresso Nacional com: 25% ótimo e bom, 11% regular e 7% ruim ou péssimo.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo país entre 5 e 6 de dezembro. O nível de confiança é de 95%, com margem de 2 percentuais para mais ou menos.

Percepção da Corrupção: Dino chama de inadequado postura de Moro ao culpar os outros

 

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Flávio Dino (ex-juiz federal e atual governador do Maranhão) e Sérgio Moro (ex-juiz da Lava Jato e ministro da Justiça do governo Bolsonaro)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino, chamou de inadequado a resposta do ministro Sérgio Moro a uma pergunta da Folha de SP na entrevista publicada nesta quinta-feira (12), sobre a percepção de aumento da corrupção no Brasil. Moro colocou a culpa no colo do STF.

‘Não é adequado a uma autoridade do Poder Executivo tentar jogar a população contra o Supremo Tribunal Federal, culpando-o pela percepção de que aumentou a corrupção no Brasil. Muito pior quando se trata do ministro da Justiça’, alertou Flávio Dino.

De acordo com recente pesquisa Datafolha 50% da população classificou o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo no combate à corrupção. Em agosto o percentual era 44%.

O ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, e ministro da Justiça e Segurança do governo Bolsonaro, que a cada dia parece mais com seu chefe, disse que a revogação da prisão em 2ª instancia é que provocou esse sentimento nas pessoas.

“o que aconteceu para que percepção piorasse foi a revogação da precedente em 2ª instancia pelo STF. Isso implicou na soltura de pessoas que estavam condenadas, inclusive por corrupção. Então, as pessoas às vezes tem uma percepção geral e atribuem ao governo”, disse Moro transferindo a culpa para o STF.

Datafolha: Lula melhorou, e Bolsonaro piorou a imagem do país no exterior

 

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Foto: Reprodução

A pesquisa Datafolha, publicada neste domingo (8), mostra que, para 39% da população, a imagem do Brasil no exterior piorou um ano depois que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência. Outros 25% dizem que o prestígio do país ficou igual e 31% afirmam que ele melhorou.

No fim do primeiro ano do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em dezembro de 2003, 53% achavam que seu governo tinha contribuído para melhorar a imagem do país no mundo e somente 7% diziam que ela tinha piorado, segundo o Datafolha.

Os números do instituto indicam que Bolsonaro chega ao fim do primeiro ano no cargo com avaliação pior do que a recebida por alguns de seus antecessores no mesmo período do mandato.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB) era aprovado por 41% da população no fim do primeiro ano, Lula alcançou 42% e Dilma Rousseff (PT) tinha 59% de aprovação a essa altura.

Somente Michel Temer (MDB) e Itamar Franco chegaram ao fim do primeiro ano com reprovação maior do que a de Bolsonaro agora. Um ano após o impeachment de Dilma, o ex-presidente Temer era reprovado por 61%.

A percepção do entrevistados pelo Datafolha é bem próxima à realidade. Pesquisa da Imagem Corporativa, publicada em maio, feita no primeiro trimestre com 1.822 reportagens de grandes veículos de imprensa de onze países revelam que 73% delas eram negativas, seja pelo acidente em Brumadinho, pelo presidente desconectado das pautas do século XXI ou ainda pela economia em retração.

O melhor momento deu-se há dez anos, no governo Lula, quando 83% das reportagens retratavam o país de forma positiva. (Revista Fórum)

Metade acha que Bolsonaro ‘trabalha pouco’ e 39% o consideram ‘pouco inteligente’

 

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Presidente Jair Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente nos primeiros três meses de governo, desde 1990/Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro já é o pior presidente nos primeiros três meses de governo desde 1990. A avaliação foi realizada pelo Datafolha e divulgada neste domingo (7), pelo Jornal Folha de São Paulo.

Foram ouvidos 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com 30% de reprovação é a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).

A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.

Expectativa

A expectativa com o governo também é a pior, após três meses de mandato, desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.

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Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente “trabalha pouco” e 39% consideram que ele é “pouco inteligente”.

(Informações G1)

No Brasil 61% são contra privatizações e 57% contra reforma trabalhistas

 

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Presidente Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes/Foto: Reprodução

Definitivamente 2019 não começou favorável para as pretensões do governo Bolsonaro. Como se não bastasse o inicio conturbado do novo governo, uma pesquisa do DataFolha divulgada neste sábado (5), trouxe dados que são um ‘balde de água gelada’ para as pretensões prioritárias do Presidente Jair Bolsonaro e seu poderoso Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Segundo a pesquisa, 61% dos brasileiros são contra privatizações e 57% contra redução das leis trabalhistas, dois dos desejos mais profundos do governo Bolsonaro, e particularmente do presidente e seu ministro da economia, além dos simpáticos ao liberalismo no país.

Aos entrevistados foi perguntado se concordavam com a privatização do maior número possível de estatais como deseja o ministro Paulo Guedes, 44% foram enfáticos ao dizer que discordam e 17% discordaram em parte, 19% disseram concordar completamente e 15% concordam parcialmente. Já 5% não souberam ou quiseram responder, o 1% restante não concorda nem discorda.

A maioria que apoiam as privatizações, segundo o DataFolha, são homens e pessoas mais ricas e curso superior; as mulheres são os que mais discordam, com escolaridade média e os mais pobres.

Quanto a mudanças na legislação Trabalhista os números também não são nada animadores para parte prioritária da agenda do governo Bolsonaro. 57% são contra a medida; 43% discordam totalmente e 14% parcialmente. Já 22% concordam totalmente e 17% parcialmente. 5% não souberam ou quiseram responder.

Os mais favoráveis à redução nas leis trabalhistas são homens e mais ricos. Os menos favoráveis são pobres e mulheres.

O Datafolha ouviu 2077 pessoas em 130 cidades entre 18 e 19 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.