Governo decreta ‘mordaça’ no Coaf

 

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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

Em um dos seus primeiros decretos, o presidente Jair Bolsonaro impôs restrições ao presidente, conselheiros e servidores em exercício do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Eles estão impedidos de se manifestarem “em qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento no Plenário”.

As restrições, presentes no artigo 7º do decreto 9.663, de 1º de Janeiro de 2019, não constavam no estatuto anterior do órgão, assinado em 8 de outubro de 1998 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Além disso, o decreto impede os servidores de “fornecer ou divulgar as informações de caráter sigiloso, conhecidas ou obtidas em decorrência do exercício de suas funções, inclusive para os seus órgãos de origem”.

O Coaf foi o órgão responsável por identificar movimentações suspeitas no valor de R$ 1,2 milhão feitas por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, deputado estadual pelo PSL-RJ. Entre as movimentações, está o depósito de R$ 24 mil na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Em entrevista ao SBT, Queiroz alegou que a movimentação é resultado da compra e venda de carros, sem, no entanto, explicar os depósitos de servidores da família Bolsonaro em sua conta.

(Informações Metro1)

‘Objetivo do governo Bolsonaro é apenas destruir adversários e o PT’

 

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Foto: Adriano Machado

Painel/Folha de SP

Água morro acima O ex-presidente Lula disse estar preocupado com os rumos da oposição durante a gestão de Jair Bolsonaro. Ele falou sobre o assunto na conversa que teve com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e com a ex-presidente Dilma Rousseff, quinta-feira (3), na carceragem da PF.

Sinal fechado para nós Segundo relatos, o petista fez a avaliação de que, diferentemente de todos os outros desde a redemocratização, Bolsonaro não foi eleito para governar, mas sim para destruir adversários políticos, em especial o PT e seu legado.

Vai tu mesmo Às duas aliadas, Lula também disse acreditar que Bolsonaro vai endurecer o discurso de combate à corrupção na política e de criminalização da esquerda para “preencher o vazio” de sua gestão, caso não consiga avançar na pauta econômica nos primeiros meses.

 

Carlos Brandão tem agenda cheia no inicio da interinidade no governo

 

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Governador Carlos Brandão/Foto: Reprodução

O vice-governador Carlos Brandão assumiu interinamente, nesta quinta-feira (3), o Governo do Maranhão, por ocasião das férias do governador Flávio Dino, que deverá ficar afastado por cerca de 8 dias.

Brandão foi reeleito em outubro vice-governador, mantendo-se no cargo que exerce desde 2015. No primeira dia à frente do governo, Carlos Brandão, cumpriu agenda movimentado onde recebeu prefeitos, lideranças políticas e empresários.

Durante a interinidade do governador Carlos Brandão estão previstas também agendas de trabalho no interior do estado.

Após entregar faixa a Flávio Dino estudante reconhece avanços no MA

 

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Estudante Amanda Gomes/Foto: Reprodução

Ainda repercuti a solenidade de posse do governador Flávio Dino para o segundo mandato. A entrega da faixa ao governador, uma das principais etapas simbólicas da solenidade, foi realizada pela estudante Amanda Gomes, que emocionou as pessoas presentes.

Sete pessoas participaram da transmissão da faixa até que ela chegasse a Flávio. Todas representavam um segmento da sociedade maranhense.

Amanda é estudante de Santa Luzia e representou os alunos das Escolas Dignas do Maranhão. Nos primeiros quatro anos da gestão de Flávio Dino, foram entregues 840 Escolas Dignas construídas, reconstruídas ou reformadas.

Ao entregar a faixa, ela cantou a música “Semente do Amanhã”, de Gonzaguinha, emocionando o público.

“É uma honra passar a faixa para o governador. Ele merece essa faixa, tem ajudado muito o nosso Maranhão e a minha cidade querida”, diz a jovem.

Zeca Baleiro se apresenta no Réveillon de Todos na Litoranea

 

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Zeca Baleiro/Foto: Reprodução

Atualmente um dos mais destacados cantor e compositor ds música brasileira, o maranhense Zeca Baleiro, se apresenta neste sábado (29), na Avenida Litorânea, marcando a programação dos festejos de fim de ano. O show é uma promoção do Governo do Estado em parceria com o Festival BR 135.

O Réveillon de Todos é realizado pelo Governo do Estado e Prefeitura de São Luís, e terá atrações até o dia 1° de janeiro.

No show, Zeca Baleiro traz músicas conhecidas do grande público celebrando os 20 anos de carreira. No repertório, o artista faz um passeio pela sua discografia, mostrando alguns lados B e arranjos contagiantes de canções consagradas como Salão de Beleza, Telegrama, Meu Amor Minha Flor Minha Menina e Babylon.

O público também pode esperar surpresas do cantor e compositor maranhense, que costuma preparar releituras de músicas de outros artistas.

Além do show de Zeca Baleiro marcado para às 22h, a programação terá ainda as apresentações de Dj A Lenda Brother e Criolina.

Autocrítica da esquerda é respeito ao eleitor e não autoflagelação

 

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Fernando Haddad e Manuela D’Avila/Foto: Ricardo Stuckert

Por Fábio Góis

Os destroços que restaram da disputa entre a esquerda de Fernando Haddad (PT) e a extrema-direita de Jair Bolsonaro (PSL), o vencedor com 39,2% do eleitorado, deveriam servir para que o grupo derrotado fizesse, de uma vez por todas, a tão repetida autocritica pelos diversos erros cometidos no poder. Mas não como uma “autoflagelação” para o deleite dos vencedores, observa o cientista político Ricardo de João Braga, mas para melhorar e, em suma, por respeito aos eleitores.

“Autocrítica não consiste em autoflagelação pública para regozijo dos adversários, mas análise, diagnóstico e proposição de novas estratégias de ação, capazes de produzir melhores resultados em termos sociais, econômicos, políticos, etc. Uma reflexão racional não para saciar desejos emocionais de apoiadores ou adversários, mas para governar diferente e melhor no futuro, quando a oportunidade se apresentar”, observa Ricardo, doutor em Ciência Política e colaborador constante deste site.

“Autocrítica é o respeito pela razão e a autonomia do eleitor”, acrescenta o também economista e professor do mestrado profissional em Poder Legislativo da Câmara Federal.

As observações do cientista político estão acompanhadas de outras igualmente pertinentes no artigo “Ou a autocrítica, ou a farsa” que o Congresso em Foco publica com exclusividade nesta terça-feira (25) natalina. O texto é o primeiro de uma série de reflexões de Ricardo de João Braga e que este site publicará, nos próximos dias, como contribuição para o debate sobre os rumos do Brasil após a eleição que marcou a volta da direita – com fortes traços de militarismo – ao poder central.

Flávio Dino responde provocação de Bolsonaro sobre bloco de oposição

 

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Jair Bolsonaro (PSL) e Flávio Dino (PCdoB)/ Foto: Reprodução

Quem esperava do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), postura passiva diante do governo de Jair Bolsonaro (PSL), melhor rever essa convicção. Assim como o presidente eleito, Dino também usou o twitter, nesta quinta-feira (20), para responder no mesmo tom à provocação e ironia do presidente eleito, que insinuou que o bloco de oposição ao seu governo formado pelo PCdoB, PDT e PSB, seria uma posição política contra o Brasil.

Flávio Dino classificou de disparate a possibilidade dos partidos de esquerda do bloco formalizado e anunciado, apoiar o projeto do presidente eleito Bolsonaro. E foi além, para o governador do Maranhão o compromisso da esquerda sempre foi com o Brasil, ao contrário do governo Bolsonaro, que pretende atender interesses dos Estados Unidos.

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