Com chocolates, ministro cita porcentagem bem menor de bloqueio nas universidades
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi reprovado pelos principais líderes do Congresso. Weintraub recebeu a nota mais baixa entre os 13 ministros avaliados por parlamentares na nova rodada do Painel do Poder, pesquisa trimestral realizada pelo Congresso em Foco com o objetivo de colher as percepções de quem manda no Congresso Nacional sobre diversos temas da conjuntura.
Pesquisa IBOPE divulgada nesta segunda-feira (3), mostra que o governo Bolsonaro precisa tomar muito cuidado com política de armar a população, para enfrentar a violência. Isto é, se estiver preocupado com o que pensa a população.
O levantamento publicado no jornal O Globo revela que 73% dos pesquisados são contra cidadãos andarem portando arma de fogo; 26% apoiam a medida; e 1% não opinou.
Foram ouvidas 2.002 pessoas em 143 municípios. O apoio às medidas do governo sobre as armas variam de acordo com a região do país, o sexo dos entrevistados e a cidade onde vivem. Nas regiões metropolitanas, o apoio é menor que nos municípios do interior.
Quanto ter armas em casa ou trabalho e repudiada por 61% dos entrevistados; 37% apoiam as mudanças; 2% não opinaram. A pesquisa foi realizada entre 16 e 19 de março, antes de dois decretos editados pelo governo com foco no porte de armas.
O Globo – A maioria dos brasileiros (86%) acredita que o progresso do Brasil está diretamente ligado à redução da desigualdade econômica entre ricos e pobres, 94% concordam que o imposto pago deve ser usado para beneficiar os mais pobres e 77% defendem o aumento de impostos para as pessoas muito ricas.
Esses são alguns dos resultados da segunda edição da pesquisa Oxfam/Datafolha, realizada em fevereiro com 2 mil brasileiros, de 130 cidades de todo o Brasil.
“Só avançaremos no combate às desigualdades se os temas do racismo, da discriminação de gênero e do respeito à diversidade tiverem a mesma urgência que os temas econômicos e fiscais”, afirma Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil.
“É fundamental que os temas sobre a disparidade da renda entre o topo e a base da pirâmide sejam tratados com a mesma urgência dadas às soluções econômicas e fiscais”, destacou Oded Grajew, presidente do conselho deliberativo da Oxfam Brasil.
Segundo a organização internacional, o levantamento indica que a sociedade brasileira percebe os problemas da distribuição de renda no país, mas ainda não compreende o real tamanho das desigualdades brasileiras.
Presidente Jair Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente nos primeiros três meses de governo, desde 1990/Foto: Reprodução
Jair Bolsonaro já é o pior presidente nos primeiros três meses de governo desde 1990. A avaliação foi realizada pelo Datafolha e divulgada neste domingo (7), pelo Jornal Folha de São Paulo.
Foram ouvidos 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Com 30% de reprovação é a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).
A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.
Expectativa
A expectativa com o governo também é a pior, após três meses de mandato, desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.
Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.
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Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente “trabalha pouco” e 39% consideram que ele é “pouco inteligente”.
Jair Bolsonaro, Tereza Cristina e Ricardo Vélez/Foto: ReproduçãoO Site Congresso em Foco a cada três meses faz um levantamento através do Painel do Poderjunto aos líderes no Congresso Nacional, sobre o desempenho do governo, medidas políticas adotadas, chances de êxito das propostas em debate no Legislativo e percepções sobre a conjuntura política, econômica e social.
O resultado da primeira pesquisa do primeiro levantamento de 2019, relacionado aos primeiros três meses do atual governo, avaliou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro e de membros da sua equipe.
Entre os ministros, Tereza Cristina (Agricultura, com 3,3) é a melhor avaliada. Ricardo Vélez (Educação, com 1,8) é o pior avaliado.
Avaliação dos principais membros do governo
(Média ponderada para nota mínima de 1 e máxima de 5)
Jair Bolsonaro, presidente – 2,5
Hamilton Mourão, vice-presidente – 2,9
Tereza Cristina, ministra da Agricultura – 3,3
Augusto Heleno, ministro de Segurança Institucional – 3,0
Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde – 3,0
Sérgio Moro, ministro da Justiça – 3,0
Osmar Terra, ministro da Cidadania – 2,9
Paulo Guedes, ministro da Economia – 2,9
Azevedo e Silva, ministro da Defesa – 2,7
Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil – 2,3
Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente – 2,3
Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos – 2,2
Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores – 2,1
Governo apresenta resultado do Carnaval 2019 no Maranhão/Foto: Reprodução
Pesquisa realizada pelo Instituto Interpreta a pedido pelo Governo do Maranhão, feita com foliões que frequentaram o Carnaval 2019 em São Luís, mostra que aprovação foi de 91% . O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (7)
A pesquisa foi feita no Circuito Beira Mar, nos dias 3, 4 e 5 de março, com 600 pessoas. A margem de erro é de 4 pontos porcentuais.
Questionados se aprovam ou não o Carnaval em São Luís, 91% disseram que sim. Ou seja, nove em cada dez pessoas. Outros 6% disseram não aprovar. E 3% não souberam responder.
“Foi o melhor Carnaval do Maranhão. Colocamos como um dos maiores carnavais do Brasil. O Circuito Beira Mar se consolidou, entre outros locais já tradicionais, como a Madre Deus. Entramos no roteiro nacional do Carnaval”, disse o secretário de Cultura do Estado, Diego Galdino.
Policiamento
Do total de entrevistados, 84,5% classificaram o policiamento como ótimo ou bom durante a festa. A fatia de ótimo foi de 54%. A de bom, de 30,5%.
Para 13%, o policiamento foi regular. A fatia de ruim foi de 0,83; e a de péssimo, 1,5%.
Retorno
Quanto a intenção de retornarem ao Estados e São Luís. Cem por cento deles disseram que pretendem retornar à capital maranhense.
Investimentos
A festa foi realizada pelo Governo do Maranhão e Prefeitura de São Luís, com o apoio cultural do Grupo Mateus.
Foram investidos R$ 11 milhões em estrutura, pessoal e apresentações. Foram mais de 260 atrações, entre blocos tradicionais, alternativos, turmas de samba, tambor de crioula e shows, com predomínio de artistas locais, selecionados mediante credenciamento, processo transparente e democrático de contratação artística.
Cerca de 500 mil pessoas passaram pelos circuitos oficiais da festa em São Luís: Beira Mar, Madre Deus, Ceprama e Lagoa.
Rede hoteleira
A ocupação hoteleira ficou em 73% em São Luís, 23 pontos acima que no mesmo período do ano passado. Em Barreirinhas, ficou em torno de 80%.
Acessibilidade
O Carnaval também garantiu acessibilidade: área coberta com vista privilegiada para as atrações reservada para cadeirantes na Beira Mar e no Ceprama; intérprete de libras na Beira Mar e Ceprama; banheiros químicos adaptados em todos os circuitos; assentos preferenciais para idosos, pessoas com mobilidade reduzida e surdos nas arquibancadas do circuito Beira Mar.
O Projeto Travessia levou mais de 150 cadeirantes aos circuitos de folia nos cinco dias de carnaval em São Luís.