Desembargador Ney Bello falará na AL-MA sobre “O STF e a Democracia”

 

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Desembargador Federal Ney Bello/Foto: Reprodução

O desembargador federal Ney Bello, a convite do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), ministrará na próxima quarta-feira (dia 27), às 8h palestra no auditório Neiva Moreira do Complexo de Comunicação, sobre o tema “O STF e a Democracia”.

Além de desembargador no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Ney Bello também é professor da Universidade de Brasília (UnB), pós-doutor em Direito e membro da Academia Maranhense de Letras.

Presidente do TRE-MA Cleones Cunha reage aos ataques a Justiça Eleitoral

 

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Desembargador Cleones Cunha (Presidente do TRE-MA)/Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Regional Eleitora, desembargador Cleones Cunha, repudiou e fez um desabafo nesta quarta-feira (20), contra os ataques que vem sendo realizados contra a Justiça Eleitoral nas redes sociais.

“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, disse Cleones Cunha durante sessão no TRE-MA, e no TJMA.

Os ataques se intensificaram após o STF decidir que julgamentos de Caixa 2, devem ser julgadas no âmbito da Justiça Eleitoral. Os contrários à justiça especializada alegam que em outros países não existe , totalmente desnecessária e que atenderia apenas aos interesses da corrupção política.

“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, destacou o desembargador.

Alcântara: oposição e bancada maranhense criticam acordo

 

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Base de Alcântara no Maranhão/Foto: Reprodução

Do Uol, Brasília

Parlamentares criticaram o acordo feito pelo governo federal que permitirá aos Estados Unidos lançarem satélites com fins pacíficos na Base de Alcântara, no Maranhão. A parceria foi firmada na segunda-feira (18) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) em um de seus compromissos em solo americano. A iniciativa de cooperação, no entanto, ainda
precisa de aprovação do Congresso, onde poderá sofrer resistência.

No Senado, a maranhense Eliziane Gama (PPS) afirmou ter protocolado requerimento de convocação dos ministros da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para que prestem esclarecimentos sobre o assunto. O pleito ainda será apreciado pelo plenário.

“Eles [ministros] deverão vir aqui no Senado discutir o teor desse acordo para, quando chegar o texto a esta Casa, nós podermos fazer as alterações, as implementações, as medidas e as emendas que forem necessárias para, quem sabe, promover uma aprovação ou rejeitar, se não estiver levando em consideração esses princípios que nós acabamos de colocar.”

Eliziane ressaltou que “ainda não tem um juízo de valor específico” sobre o uso de Alcântara pelo governo de Donald Trump, mas disse considerar que o seu estado natal, o Maranhão, “não pode ficar fora desse debate”.

“Não pode se deixar de considerar, por exemplo, a primazia do governo [estadual], a importância do governo na realização de um acordo dessa natureza, porque ele passaria a ser ignorado e automaticamente não poderia compreender e fazer parte desse projeto, que, se tiver a importância necessária, poderá trazer benefícios não apenas
para o Maranhão, mas para o Brasil”, comentou.

Na Câmara dos Deputados, membros da bancada maranhense também apresentaram uma série de pedidos a fim de acompanhar o acordo sobre a base de Alcântara. Há requerimentos semelhantes aos do Senado para que Pontes e Araújo sejam ouvidos pela Casa.

Um dos protocolos, de autoria do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), sugere a criação de uma comissão externa. A solicitação está sob análise do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “As comunidades quilombolas perderam território com a base. Falta investimento e estrutura para aquela população. Temos que ver se os problemas que existiam na região foram resolvidos”, declarou.

O parlamentar criticou a falta de diálogo do presidente Bolsonaro com os deputados. “Um acordo dessa magnitude poderia ter sido previamente apresentado ao país. Não sabemos o inteiro teor. Agora ele tem que vir para Câmara e ser debatido.”

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que a parceria entre Estados Unidos e Brasil representa uma atitude de “subserviência” por parte do governo Bolsonaro. “Em contrapartida, os Estados Unidos não deram nada, a
não ser mais um bonezinho de Trump para 2022.”

Weverton Rocha (PDT-MA) declarou que o Brasil não pode “abrir mão da soberania nacional” ao permitir o lançamento de satélites americanos em Alcântara sem que o assunto seja discutido pelo Congresso.

“O governo poderia ter trazido essa discussão para levar já de forma mais construída esse entendimento, mas, como sempre, nós apenas fomos comunicados pela imprensa de que houve a assinatura desse acordo”, declarou.

“Nós somos representantes legítimos do estado e queremos ser ouvidos e olhar detalhes desse acordo. Repito: não podemos admitir que a soberania nacional seja, de qualquer forma, prejudicada ou ameaçada”, Senador Weverton Rocha.

Chico Rodrigues (DEM-RR) foi o único senador que, durante a sessão de ontem, defendeu o acordo com o governo americano. Na visão dele, é necessário “entender que o planeta é uma integração de todos”.

“E por que esse radicalismo?”, questionou ele. “São milhões de dólares que o país captará com esses lançamentos utilizando essa base. É uma base física a de Alcântara –ou eles vão criar um país ali dentro de Alcântara por acaso?”, completou.

O acordo

O documento prevê que satélites sejam lançados por meio de foguetes na base brasileira, que deverá passar a se chamar Centro de Lançamento de Alcântara. Mísseis norte-americanos não poderão ser enviados ao espaço a partir do local, já que o acordo limita o uso para fins pacíficos, informou a assessoria do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A intenção de firmar o acordo vem desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O texto foi barrado pelo Congresso Nacional brasileiro na ocasião. A administração do ex-presidente Michel Temer (MDB) voltou a dar andamento às conversas, sem conclusão.

A base em Alcântara é considerada um dos pontos mais privilegiados do mundo para esse tipo de lançamento. Como está próxima da Linha do Equador, permite reduzir até 30% do combustível necessário para a atividade. O acordo é chamado de “salvaguarda tecnológica”, por estabelecer que apenas pessoas designadas pelas autoridades dos EUA
terão acesso aos artefatos com tecnologia norte-americana. O país detém 80% do mercado espacial e teme espionagem.

Em contrapartida, o Brasil receberá pagamento pelo uso do espaço. No entanto, o ministro Marcos Pontes ainda não soube estimar quanto o Brasil ganhará com o acordo.

Viagem de Jair Bolsonaro aos EUA frustra negociadores brasileiros

 

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Foto: Reprodução

Da Agência Reuters.

Esperada como o grande avanço na relação Brasil-Estados Unidos, a viagem presidencial deixou um gosto de frustração para os negociadores brasileiros, que saíram de Washington com poucos avanços nas áreas comercial e agrícola, de acordo com duas fontes ouvidas pela Reuters.

“Se é para avançar desse jeito, melhor até que fique como está’, disse à Reuters uma das fontes envolvida diretamente na tentativa de abrir o mercado americano para novos produtos agrícolas brasileiros.

O Brasil leva para casa o acordo de salvaguardas para uso da base de Alcântara pelos Estados Unidos e outros na área de segurança pública e inteligência, mas não conseguiu nada além de promessas vagas nas áreas que interessavam –uma solução para a questão da exportação de carne in natura e um apoio sem condições à entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo.

Ao final da visita, ao lado de Bolsonaro, Trump declarou apoio ao pleito brasileiro mas, na declaração conjunta, o apoio está condicionado ao Brasil abdicar de estar na lista de países com tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia afirmado que o apoio à entrada na OCDE não podia depender de uma troca.

“Quem está preocupado com uma parceria estratégica somos nós, não eles. Eles estão preocupados com o varejo”, reclamou um dos negociadores brasileiros.

(…)

Gastão Vieira reforça bancada maranhense na Câmara Federal

 

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Foto: Reprodução

O deputado Gastão Vieira (PROS-MA), tomou posse nesta terça-feira (19), na Câmara Federal. Experiente e conhecedor da rotina política em Brasília, onde exerceu mandatos de deputado federal e ministro, Gastão Vieira é um reforço importante para bancada maranhense na capital federal.

(Do blog Jhon Cutrim)

Eliziane quer Jair Bolsonaro comprometido no combate a fake news

 

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Senadora Eliziane Gama quer compromisso do governo federal no combate às notícias falsas na internet/Foto: Geraldo Magela (Agência Senado)

Por iniciativa da senadora Eliziane Gama (PPS-MA), a Comissão de Transparência do Senado Federal aprovou a participação em audiência pública do ministro de Comunicação Social, Floriano Barbosa Amorim Neto.

A senadora quer saber a posição e objetivos do governo Bolsonaro em relação a mídias sociais, fake news, rádios comunitárias e verbas publicitárias. Eliziane quer saber como o governo pretende aplicar o alto orçamento destinado para Comunicação.

Com base num levantamento nacional, onde aponta que 60% das publicações do presidente Jair Bolsonaro podem ser falsos ou relacionadas a informações inverídicas, a senadora quer um compromisso do governo no combate a informações falsar na internet.

Trabalhos da AL-MA também estão sendo transmitidos no facebbok

 

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A Assembleia Legislativa do Maranhão passou nesta terça-feira (19), ampliar suas transmissões diarias. As sessões plenárias, solenes, especiais e audiências públicas, todas também serão acompanhadas ao vivo, por meio da sua página oficial no Facebook com a mesma qualidade de imagens, áudio e cobertura total da emissora.

Para acompanhar as transmissões, basta acessar www.facebook.com/rtvalema ou digitar TV Assembleia Maranhão na aba de pesquisa da rede social.

Após o encerramento das transmissões, os vídeos ficam à disposição dos internautas e seguidores, na página, para visualizações a qualquer momento. As sessões plenárias são transmitidas às segundas-feiras, a partir das 16h, e de terça a quinta-feira, a partir das 9h30.

Com o mesmo objetivo, as sessões plenárias começaram a ser transmitidas também, em tempo real, pelo Instagram da Assembleia Legislativa do Maranhão. É só seguir o perfil @assembleialegma. Os novos canais de veiculação das atividades do Legislativo estadual somam-se às já tradicionais transmissões ao vivo pela TV Assembleia, no canal aberto 51.2 ou 17 na TVN, e pelo site www.al.ma.leg.br.

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Edwin Jinkings (Diretor de Comunicação) e o deputado Othelino Neto (Presidente da Assembleia Legislativa)/Foto: Reprodução

Segundo o diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa, jornalista Edwin Jinkings, as transmissões diretas da TV Assembleia, via Facebook, passaram a ser possíveis graças à tecnologia do Play Out (exibidor), moderno equipamento adquirido pela Casa, e que faz com que a emissora do Rangedor possa se conectar à comunidade virtual com todos os seus próprios recursos de imagem e áudio.

“Com as transmissões das sessões plenárias e outros eventos da Casa também pelo Facebook e Instagram, alcançaremos um público maior e diversificado, dando maior amplitude aos pronunciamentos dos deputados estaduais, bem como aos assuntos de interesse dos maranhenses, que estão em pauta”, afirmou Edwin Jinkings.

Para a diretora-adjunta de Comunicação da Assembleia, jornalista Sílvia Tereza, o objetivo é ampliar a presença da Alema na comunidade, fazendo uso de ferramentas que possibilitem o acesso à informação, garantindo maior transparência das ações do Poder Legislativo. “As transmissões via Facebook e Instagram também permitem maior interação com os usuários das redes sociais, que podem comentar, reagir ou compartilhar o conteúdo”, frisou.

Morre aos 85 anos, Zé Vieira, ex-prefeito da cidade de Bacabal

 

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Morreu nesta terça-feira (19), o ex-prefeito de Bacabal, Zé Vieira, 85 anos. Mesmo estando sem mandato e com idade avançada, ele era ainda uma das maiores lideranças políticas da Região do Médio Mearim.

Zé Vieira que também foi deputado federal estava a mais de uma semana internado no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, onde veio falecer.