Secretários estaduais Rodrigo Lago (Cultura), Diego Galdino (Cultura) e o Prefeito Edivaldo Holanda Junior/Foto: Baeta
Os preparativos para as festividades juninas 2019 no Maranhão, estão em faze final. Nesta terça-feira (30), os secretários estaduais Diego Galdino (Cultura) e Rodrigo Lago (Secap) se reuniram com o prefeito da capital, Edivaldo Holanda Junior, para tratarem da festa.
Os arraiais oficiais do Ipem, Nauro Machado e Praça Maria Aragão, em São Luís, funcionarão de 19 a 30 de junho. Serão mais de 500 atrações entre maranhenses e nacionais.
“Alinhamos mais um ano de parceria para este grande evento, que identifica e divulga a nossa cidade para o mundo. A exemplo de outros eventos importantes para o turismo maranhense, este será mais um São João de alegria, diverso, e para reunir as famílias para prestigiar o que nossa cultura tem de melhor”, destacou o prefeito Edivaldo.
O São João do Maranhão 2019 também contempla as prévias do festejo junino no Arraial da Nauro Machado (14 e 15); e as festas oficiais nos arraiais da praça Maria Aragão (19 a 30), Nauro Machado (21, 22, 28 e 29); e Vivas dos bairros (24 a 29).
As atrações nacionais vão compor a agenda dos arraiais do Ipem e Nauro Machado. Este ano, recebem apoio programações juninas dos Vivas nos bairros Anjo da Guarda, João Paulo, Cohatrac, Cohajap, Vila Embratel e Fé em Deus.
O bairro do Bequimão, localizado em um dos maiores conglomerados populacional e atualmente comercial em São Luís, recebeu esta semana a Praça Maria Vieira com grande festa. A entrega do espaço foi prestigiada por várias autoridades.
Construída pelo governo do estado, a obra é resultado da solicitação do vereador Raimundo Penha (PDT) e do deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB).
Participaram moradores do bairro; lideranças comunitárias; o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Márcio Honaiser; o presidente da Agência Metropolitana Executiva, Lívio Corrêa; e também lideranças políticas de peso como o senador Weverton Rocha (PDT), o vice-governador Carlos Brandão (PRB), além do vice-prefeito Júlio Pinheiro (PC do B), e o presidente da Câmara Municipal, Osmar Filho (PDT).
Biblioteca Benedito Leite em São Luis do MA/Foto: Reprodução
A primeira biblioteca aberta ao público, no Brasil, foi a Biblioteca Pública do Estado da Bahia, fundada em 1811. Desde então, as bibliotecas foram se popularizando no país e hoje existem mais de seis mil unidades. Entre elas, algumas se destacam pela raridade de seus acervos e pela beleza de suas edificações.
A Revista Bula realizou uma enquete com os leitores para saber quais são as bibliotecas públicas mais bonitas do Brasil e as 15 mais votadas foram reunidas em uma lista. Entre as mais lembradas, estão a Biblioteca da Floresta, em Rio Branco; a Biblioteca Nacional de Brasília e a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, a maior da América Latina.
Localizada no centro histórico de São Luís, a Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL) é a maior do Maranhão, com um acervo de aproximadamente 140 mil obras nacionais e estrangeiras, além de jornais do século 18 e uma coleção referente à história política do estado. Fundada em 1826, foi transferida para a sede atual em 1951. Em seu interior, possui salões de leitura para o público e um auditório. Do terraço, é possível observar toda a cidade e os rios Bacanga e Anil, que correm pelas laterais.
Seminário Medidas Penais ocorrido em Brasília/Foto: Reprodução
O governador Flávio Dino falou nesta quinta-feira (25), em Brasília, sobre artigo 5º, inciso 57 que trata da “Presunção de Inocência”, durante Seminário promovido pelo Partido dos Trabalhadores. O mote do palestra foi a prisão do ex-presidente Lula e o “pacote anticrime” do ex-juiz e atual Ministro da Justiça Sérgio Moro.
Ex-juiz federal, Flávio Dino, tem sido voz recorrente no debate político-jurídico no país. Para ele, o “pacote anticrime” de Moro interferi na Constituição Federal, onde trata da “Presunção de Inocência” que estabelece que ninguém é culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.
“A primeira contradição aparente para se enfrentar, é porque quando se fala de medidas penais, pensamos logo em prisão, punição e castigo e, se fosse assim, seria admissível a tortura, provas ilícitas, porque aí teria maior eficiência. O objetivo do Direito Penal, contraditoriamente do que a semântica pode indicar, é proteger a liberdade, garantir a máxima eficácia preventiva com o mínimo sacrifício da liberdade”, ressaltou Dino, ao destacar que o Direito Penal é para proteger a liberdade.
O governador do Maranhão disse ainda, que ninguém poderá ser condenado sem um acervo de provas acima de qualquer dúvida razoável. Nesse contexto, segundo ele, o caso do ex-presidente Lula é um exemplo dessa interferência na “Presunção de Inocência”, defendida por Sérgio Moro.
“Não há prova, a cima de qualquer dúvida razoável, que o tríplex é dele”, assegura.
Para Flávio Dino, a conjuntura política, econômica e social atual no Brasil é propícia a ideias mais radicais para o Direito Penal, e o Pacote do Moro reforça isso.
Governador Flávio Dino e o ex-presidente Lula/Foto: Reprodução
O governador do Maranhão, Flávio Dino, se posicionou no inicio desta terça-feira (23), no twitter, sobre o julgamento hoje no STJ de um recurso contra a condenação do ex-presidente Lula, no caso do Triplex no Guarujá em São Paulo.
“Espero que hoje, com julgamento baseado nas leis, seja feita justiça ao ex-presidente Lula. A sentença sobre o tal triplex, tal como lançada, é juridicamente absurda, em vários aspectos: competência, exame dos crimes e das provas, dosimetria da pena etc”, disse no twitter o governador Flávio Dino.
O ex-presidente Lula foi condenado em 2017, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, pelo então juiz Sérgio Moro, atual Ministro da Justiça do governo Bolsonaro. Lula foi sentenciado a 9 anos e 6 meses.
No inicio de 2018, a decisão de Moro foi confirmada pelo TRF-4, tribunal de 2ª instância, que ampliou a pena de Lula para 12 anos e um mês de prisão. Para eles, Lula recebeu da OAS o apartamento em troca de contratos envolvendo a empreiteira e a Petrobras.
Para defesa de Lula, o ex-presidente é inocente porque não recebeu o apartamento como propina, e ainda, que não há provas no processo e que a Justiça Federal não tinha competência para analisar o caso, isso de acordo com entendimento do STF em relação a crimes conexos ao caixa dois.
O coronel Ismael Fonseca assumiu oficialmente no final da tarde desta segunda-feira (22), o Comando Geral da Policia Militar do Maranhão. A prestigiada solenidade contou com as presenças do governador Flávio Dino, o vice Carlos Brandão e o Secretário de Segurança Jefferson Portela.
Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução
“Estamos criando uma diretoria de operações integradas, na SSP, para que Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros possam atuar numa parceria mais intensa, e o coronel Luongo foi deslocado para esse comando, e, portanto, fizemos a substituição por um coronel, que é o mais antigo do Maranhão, e que já demonstrou suas virtudes e qualidades e tenho certeza que ele vai dar continuidade a esse grande objetivo, que é de fazer com que, ano a ano, nós consigamos reduzir a criminalidade”, pontuou o governador Flávio Dino.
Dedicação e emprenho serão, segundo o novo comandante, à tônica do seu trabalho.
“Assumir o comando é ajudar na missão de assegurar a segurança pública de milhões de maranhenses. A grande responsabilidade de conduzir o CTA está sendo ainda mais ampliada. Agradeço a confiança”, disse coronel Ismael.
Flávio Dino, governador do Maranhão/Foto: Reprodução
Do Portal Vermelho
Em artigo no jornal Folha de S.Paulo deste domingo (21), o governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, disse que o inquérito aberto contra fake news visa a proteção do independência do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, após a terrível tragédia de 11 de setembro nos Estados Unidos teorias do direito penal do inimigo ganharam imenso impulso, inicialmente ao pretexto de combater o terrorismo. Em nome dessa causa, garantias jurídicas só atrapalhariam, o que justificaria um “direito excepcional”.
Não tardou para que outros “inimigos” fossem identificados: narcotráfico, corrupção, imigração ilegal. Legitimadas por causas nobres, tais teorias logo aportaram em terras brasileiras, com forte foco na temática da corrupção, escreve ele.
“Não há dúvida de que o combate à corrupção é justo e necessário. No Brasil, avançamos muito nas últimas décadas acerca do tema, tanto no que se refere às leis quanto ao sistema institucional encarregado de executa-las, com destaque ao papel imensamente positivo de órgãos como o Ministério Público. Entretanto não custa lembrar: remédio mal administrado vira veneno. Por isso, não faltaram alertas de que, no Estado de Direito, os fins não justificam os meios e de que atropelar garantias constitucionais costuma ter maus resultados”, afirma.
Tais alertas, diz o governador, “foram ignorados e passamos a ver muitas coisas estranhas”. Por exemplo, com base na esquisita “doutrina jurídica do clamor das ruas”, alguns magistrados e procuradores, como se fossem líderes políticos, passaram a fazer apelos ao povo, em vídeos nas redes sociais e até passeatas. Tais anomalias, vindas da própria comunidade jurídica, acabaram por estimular agressões e intimidações contra ministros do Supremo, mesmo que este não fosse o desejo dos autores dos inusitados vídeos”, afirma.
Segundo Dino, qualquer interpretação jurídica discrepante dos cânones do direito penal do Inimigo passou a ser vista como heresia e coisa de corruptos. “Quem não lembra de ameaças até ao saudoso ministro Teori Zavascki, instigadas em criminosas mensagens de redes sociais? Alguns passaram a gostar de acender a fogueira da ‘opinião pública’, mesmo que isso aniquilasse um valor constitucional essencial na democracia: a independência judicial”, diz ele.
“Considero que é nesse contexto que deve ser analisado o inquérito instaurado pelo ministro Dias Toffolli e delegado ao ministro Alexandre de Moraes, nos termos do artigo 43 do Regimento Interno do STF, que tem vigência como lei processual. O inquérito tem amparo em norma vigente e atende ao imperativo de proteger a independência do Supremo e até a integridade física dos seus membros. Como em todo inquérito, pode haver decisões certas ou equivocadas, mas contra elas há o controle judicial exercido pelo próprio plenário do Supremo”, afirma.
Quando concluído, segundo o governador, o inquérito poderá resultar em arquivamento. Mas também poderá resultar em ações penais públicas ou mesmo promovidas pelas vítimas mediante queixa subsidiária, assegurada pela Constituição. “Aliás, seria positiva uma melhor reflexão sobre essa regra constitucional: a ação penal pode ser iniciada pela vítima mediante queixa subsidiária, quando o Ministério Público não observa prazos legais. Isso serve para afastar a tese, não amparada pela Constituição, de que o Ministério Público é o senhor absoluto da persecução penal”, escreve.
“Vivemos uma quadra perigosa em que muitos agem como se não houvesse amanhã. Creio que podemos sobreviver se revalorizarmos a nossa Constituição e a democracia. Precisamos de menos disputas corporativas. Um Supremo independente e eficiente interessa a todos os brasileiros. Penso que o Ministério Público é imprescindível para proteger a independência do Judiciário, colaborando nas investigações contra pessoas que ameaçam fechar o Supremo, assassinar seus integrantes, fazer chantagens, agredir suas famílias e casas. É hora de serenidade e de uma ampla união em defesa do Estado democrático de Direito”, conclui.
Coronéis da Polícia Militar Jorge Luongo e Ismael Fonseca/Foto: Reprodução
O coronel Ismael de Sousa Fonseca assumirá o Comando da Polícia Militar, segunda-feira (22), às 17h, no Comando Geral da PM do Maranhão, no Calhau. O coronel Ismael, que estava na coordenação do CTA, substituirá o coronel Jorge Luongo.
O governador Flávio Dino, presidirá a solenidade, que terá também as presenças do secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, e demais autoridades civis e militares municipal, estadual e federal.