PF realiza Operação Placebo no Rio de Janeiro e São Paulo

 

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Foto: Reprodução

A Polícia Federal madrugou nesta terça-feira (26), no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do estado do Rio de Janeiro, na Zona Sul da cidade.

Determinada pelo Superior Tribunal de Justiça quinze equipes da PF realizam a Operação Placebo em vários endereços, entre eles no Leblon, na Zona Sul, e na Rua Professor Valadares, no bairro do Grajaú, Zona Norte, onde morava o governador antes de assumir o mandato.

“Operação Placebo que tem por finalidade a apuração dos indícios de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19), informa Nota divulgada da PF.

A operação que também está sendo realizada em São Paulo cumpre 12 mandados de busca e apreensão.

A operação ocorre 22 dias após a posse de Rolando de Souza para a diretoria-geral da Polícia Federal, após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender a nomeação de Alexandre Ramagem, delegado que é próximo dos filhos de Jair Bolsonaro, em especial de Carlos Bolsonaro.

Uma das primeiras ações de Rolando de Souza à frente da corporação foi justamente substituir o comando da PF no Rio de Janeiro.

Carlos Henrique Oliveira, superintende da PF no estado foi chamado por Souza para ocupar a diretoria-executiva da entidade, deixando vago o posto no Rio de Janeiro até esta segunda-feira (25), quando o delegado Tacio Muzzi Carvalho e Carneiro foi nomeado por Rolando de Souza.(Revista Fórum)

Ministros do STF Roberto Barroso e Edson Fachin assumem hoje o TSE

 

Ministros do STF, Roberto Barroso e Edson Fachin/Foto: Reprodução

Os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin tomarão posse como presidente e vice-presidente, respectivamente, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 17h desta segunda-feira (25).

A nova gestão comandará o Tribunal até fevereiro de 2022, quando se encerrará o segundo biênio do ministro Barroso como membro da Corte Eleitoral.

As próximas Eleições Municipais serão conduzidas pela nova composição que também será responsável pela preparação das Eleições Gerais em 2022.

“Teses e práticas milicianas: armar população, destruir instituições..” Flávio Dino sobre vídeo

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino, comparou o vídeo da reunião ministerial do presidente Bolsonaro do dia 22 de abril, com um encontro de ‘milicianos’. De acordo com ele, foram teses e práticas tipicas desse tipo de organização que pautaram a reunião.

Flávio Dino também comentou a postura da cupula do governo federal que considerou a possibilidade de investigação do presidente absurda. Segundo Dino, todos presidente desde 1985 foram alvos de investigações, inclusive a Câmara e Senado, também foram submetidas a ações da polícia e Justiça.

“Teses e práticas milicianas: sistema paralelo de “informações”, armar a população para fins políticos e destruir todas as instituições do Estado: governadores, prefeitos, Supremo, bancos públicos etc (..) Todos os presidentes após 1985 enfrentaram investigações e ações judiciais durante os seus mandatos. Ministros foram investigados e houve operações de busca e apreensão na Câmara e no Senado. Ninguém ameaçou com “intervenção militar”. Só essa gente que atualmente está no poder”, Flávio Dino, governador Maranhão.

General Heleno reage de forma ‘ameaçadora’ a determinação de Celso de Mello do STF

 

General Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional/Foto: Reprodução

O general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Bolsonaro, divulgou nota oficial nesta sexta-feira (22),  de forma ameaçadora em relação à manifestação pedida pelo ministro do STF, Celso de Mello, ao Procurador Geral da República, Augusto Aras, sobre três noticia crime (apreensão do celular do presidente e do filho Carlos Bolsonaro) apresentada por partidos políticos ao ministro do STF, que fez o que a lei manda e remeteu a PGR para que se pronunciasse.

“Caso se efetivasse, seria uma afronta à autoridade máxima do Poder Executivo e uma interferência inadmissível de outro Poder, na privacidade do Presidente da República (..) é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para estabilidade nacional.”, diz parte da nota.

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, se posicionou nas redes sociais sobre a Nota do ministro do GSI, e aconselhou o general Augusto Heleno sair de 1964.

“Saia de 64 e tente contribuir com 2020, se puder. Se não puder fique em casa”, disse Santa Cruz.

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Ministro do STF quer apreensão dos celulares de Jair e Carlos Bolsonaro

 

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O ministro do STF, Celso de Mello, solicitou ao procurador-geral da República, Augusto Aras, pedidos de depoimentos e busca e apreensão do celular do presidenter Bolsonaro e de seu filho Carlos Bolsonaro.

Agora caberá a Augusto Aras analisar e enviar seu parecer a Celso de Melo. Em seguida o ministro determinará ou não a busca e apreensão.

“A indisponibilidade da pretensão investigatória do Estado impede, pois, que os órgãos públicos competentes ignorem aquilo que se aponta na “notitia criminis”, motivo pelo qual se torna imprescindível a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado”, escreveu Ceso de Melo.

Ramagem se irrita com ligação de seu nome a vazamento na PF

 

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Alexandre Ramagem e a esposa, Rebeca, com jair Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes/PR)

Amigo dos filhos do presidente, o delegado da Polícia Federal, Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Informação, teria se irritado com as especulações que ligam seu nome ao suposto vazamento a Flávio Bolsonaro de informações sobre a operação Furna da Onça, que investiga o esquema de rachadinhas no gabinete do então deputado estadual, que seria comandada pelo miliciano Fabrício Queiroz.

A pessoas próximas, Ramagem diz não ter qualquer relação com a ação por uma questão cronológica, segundo nota na coluna Painel, na edição desta terça-feira (19) da Folha de S.Paulo. Ramagem trabalhava em Brasília em 2018. Ele só começou a atuar na segurança do presidente no dia seguinte ao segundo turno das eleições.

A informação do vazamento foi revelada pelo empresário Paulo Marinho, um dos principais articuladores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro.

Suspeito do vazamento, Ramagem diz que só conheceu Bolsonaro quando tornou-se segurança de sua campanha, no dia 29 de outubro de 2018. Ele diz que estava no Rio nesta data e teve que comprar um terno para se apresentar ao então presidente eleito.

Segundo Marinho, o vazamento da informação para Flávio Bolsonaro teria ocorrido entre o primeiro e o segundo turnos das eleições por um delegado da Polícia Federal que era simpatizante da candidatura do pai. (Revista Fórum)

“Se divulgarem esse vídeo, Weintraub vai preso por ordem do STF e Ernesto cai”

 

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Abraham Weintraub (ministro Educação) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores)/Foto: Reprodução

O ministro Celso de Mello do STF, deverá assistir nesta segunda-feira (18), o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, apontada pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, importante para ratificar denuncia do suposto interesse do presidente Bolsonaro em interferir na Polícia Federal, de acordo com denuncia do ex-ministro.

Porém, o vídeo considerado de conteúdo ‘devastador’, complica outros participantes da reunião. Entre eles, Abraham Weintraub (ministro da Educação) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

Segundo O Antagonista com base em informações da Crusoé , se a integra do vídeo for divulgado, a situação de Weintraub e Araújo se tornará muito complexa. Um seria preso e outro cairia, segundo uma fonte com transito no Palácio do Planalto.

“Se publicarem esse vídeo na íntegra, Weintraub vai preso por ordem do Supremo e Ernesto cai”.

Intercept Brasil: Deltan suspeitava que Ramagem era um vazador

 

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A revelação do empresário Paulo Marinho para a jornalista Mônica Bergamo, divulgada neste domingo (17), está movimentando fortemente os meios políticos. Segundo ele, a Polícia Federal segurou a Operação Furna da Onça para 8 de novembro com o objetivo de evitar prejudicar a campanha de Jair Bolsonaro.

A operação foi responsável por revelar o esquema de “rachadinhas” no gabinete de Flávio Bolsonaro, comandado por Fabrício Queiroz, de Rio das Pedras.

A operação era um desdobramento do depoimento do delator Caio Miranda, que foi fruto da operação Cadeia Velha, a operação que antecedeu Furna da Onça e que tinha quem como delegado encarregado?

Isso mesmo, Alexandre Ramagem!

Ramagem não seguiu na operação Furna da Onça e encerrou seu relatório sobre a operação Cadeia Velha em dezembro de 2017.

Uma reportagem do site Intercept Brasil revelou que o procurador Deltan Dallagnol nunca confiou em Ramagem.

Segundo Deltan, Ramagem era um grande amigo do delegado Mario Fanton, que em 2015 havia acusado a operação de manipulação de provas e que acabou sendo denunciado por violação de sigilo funcional.

Dois anos depois, em 2017, a desconfiança de Deltan sob Ramagem aumentou ainda mais quando o procurador Ângelo Goulart Vilela foi preso por suspeita de ter vendido informações sigilosas da operação Greenfield.

O procurador teria dividido casa com Ramagem em Boa Vista e eles ainda trabalharam juntos em Roraima de 2008 a 2011.

Porém não trabalharam juntos na operação Greenfield.

(Revista Fórum)