“Não procede!..” teria afirmado Moro sobre pedido de demissão

 

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De acordo com a Veja um dos líderes do governo Bolsonaro na Câmara Federal, o deputado Capitão Augusto (PL-SP), o ministro da Justiça Sérgio Moro teria confirmado que não deixará o cargo.

Capitão Augusto (PL-SP) é líder da Bancada da Bala e teria telefonado para Moro para agendar uma reunião e perguntar sobre os rumores da sua saída negou, e que segundo ele, o ministro da Justiça negou.

“Ministro como fica nossa reunião de terça? E essa história de que o senhor vai sair..”, teria perguntado o deputado, o ministro respondeu o seguinte: “Não procede! Está mantida a reunião de terça-feira”.

Moro pede demissão após Bolsonaro mandar substituir Diretor Geral da PF

 

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O ministro da justiça Sérgio Moro, pediu demissão do cargo nesta quinta-feira (23/4). O motivo foi o anúncio feito pelo presidente de que deve trocar o comando da Polícia Federal.

O atual diretor-geral, Maurício Valeixo, que tem o apoio do ministro, deve ser demitido para dar lugar a um nome que tenha maior proximidade com o chefe do Executivo. Moro, porém, vê na troca um ato extremo de desautorização, que ocorreria para proteger aliados atualmente na mira da corporação.

A intenção de fazer a troca ocorre em meio ao andamento de um inquérito, aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do Procurador-geral da República, Augusto Aras, que mira deputados bolsonaristas.

As tentativas de trocar o diretor-geral da PF encontram resistência não só de Moro, mas também de delegados e agentes. É consenso que, se concretizadas, enfraquecerão o ministro da Justiça.

Dentro da corporação, a notícia da troca foi recebida como uma bomba por agentes e delegados. Nem a Presidência nem o Ministério da Justiça se manifestaram oficialmente sobre o caso, até o momento.

Convencido por Paulo Guedes para participar do governo Bolsonora no Ministério da Justiça, o ex-juiz da Lava-Jato, Sérgio Moro, parece não contar com o prestígio de antes no Palácio do Planalto.

Homem de confiança do Sérgio Moro o delegado Maurício Valeixo foi Superintendente da Polícia Federal no Paraná, onde também coordenou a operação da prisão de Lula, e ainda, na sua gestão foi fechada a delação de Antonio Palocci. (Com informações do Correio Brasiliense)

Governo Bolsonaro cancela antecipação da 2ª parcela do beneficio de R$ 600

 

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Ministro da Cidadania, Onix Lorenzoni, e o presidente Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

Após anunciar que anteciparia a segunda parcela do auxilio emergencial de R$ 600, o governo Bolsonaro, através do Ministério da Cidadania, disse ontem que não fará mais porque não tem condições.

Marcado para iniciar no próximo dia 27 de abril, a Caixa Econômica informou no inicio da semana a antecipação para está quinta-feira (23), porém não ocorrerá.

De acordo com o ministério, muitas pessoas não receberam ainda a primeira parcela, seria necessária a abertura de crédito suplementar para garantir a antecipação da segunda parcela e o pagamento dos valores restantes da primeira.

“Por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio-emergencial”, diz a nota. O ministério não informou a nova data do pagamento da segunda parcela.

(Revista Fórum)

Roberto Jefferson pode ganhar ministério em provável reforma do governo

 

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Ex-deputado Roberto Jefferson, presidente Nacional do PTB, que pode virar Ministro do Trabalho/Foto: Reprodução

De acordo com o colunista Talles Fária do Site Uol , generais que integram o governo Bolsonaro, conseguiram convencer o presidente que ele só conseguirá melhorar a relação do Governo com o Congresso através de uma reforma ministerial.

A estratégia já estaria em curso e um dos contemplados poderá ser o ex-deputado, Roberto Jefferson, Presidente Nacional do PTB, que ficou conhecido após ser condenado no Mensalão, e beneficiado porque delatou o esquema.

Roberto Jefferson poderá assumir o Ministério do Trabalho na eventual reforma ministerial. Em prosperando a estratégia o presidente Jair Bolsonaro abandonará uma das principais bandeiras dos seus defensores, não negociar ministérios em troca de apoio político, que ele criticou em governos anteriores. Aqui mais informações

Pedido de afastamento de Bolsonaro ao STF preocupa Palácio Planalto

 

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Os advogados Thiago Santos Aguiar de Pádua e José Rossini Campos do Couto Corrêa pediram ao Supremo Tribunal Federal o afastamento temporário e parcial do presidente Jair Bolsonaro do cargo de presidente da República.

Pelo pedido, o presidente perderia algumas de suas prerrogativas enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não iniciar a tramitação de um pedido de impeachment que os mesmos juristas protocolaram no Legislativo.  

Segundo o UOL, o pedido dos advogados preocupa o Palácio por estar bem fundamentado tecnicamente  e por ter caído nas mãos do ministro Celso de Mello, decano do STF, visto por aliados de Bolsonaro como um inimigo do presidente.

Pela ação dos advogados caberia ao vice-presidente Hamilton Mourão: nomear de ministros, apresentação de projetos de lei, relações com chefes de estados estrangeiros e a decretação de estado de defesa ou estado de sítio. Ao presidente Bolsonaro restaria por exemplo: sancionar e vetar leis, conceder indultos e conferir condecorações.

Entre os crimes de responsabilidade atribuídos ao presidente Jair Bolsonaro pelos advogados  estão: aglomeração contrariando recomendações da OMS; a incitação social da população pelas redes sociais a desrespeitarem a prevenção e isolamento; a sonegação de resultado de exame médico sobre o possível contágio por Covid-19; e a reiteração da existência falsa de “dossiê” contra os integrantes dos demais poderes. (Congresso em Foco)

Aqui a íntegra do pedido feito ao STF

STF autoriza investigação do ato antidemocrático e defesa do AI-5

 

Para Bolsonaro, políticos estão "submissos à vontade do povo"

O Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu a Procuradoria Geral da República (PGR)  autorizou através do ministro Alexandre de Moraes, a abertura de inquérito para investigar e realizar diligências contra parlamentares que poderiam ter participado da organização dos atos antidemocráticos do último domingo (19), em Brasília, que teve a participação do presidente Bolsonaro. Os autos estão sob sigilo.

Flávio Dino enquadra Presidente da Associação Brasileira de Shoppings

 

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Governador do Maranhão, Flávio Dino, e empresário,Nabil Sahyoun, Presidente da Associação Brasileira de Shoppings

O governador Flávio Dino lamentou e retrucou nas redes sociais, neste sábado (18), Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Segundo a lógica e argumentação do empresário ao defender a reabertura dos shoppings, se referindo a contaminação e mortes pelo coronavírus, “todo dia tem crime”.

Ou seja, para Nabil Sahyoun, como todos os dias pessoas morrem, não tem sentido o comércio continuar fechado.

Governadores do Nordeste pedem reunião e querem relação direta com novo Ministro da Saúde

 

governadore nordesteOs governadores dos nove estados da região Nordeste enviaram convite ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, para discutir políticas de controle à pandemia do novo coronavírus.

Na pauta estão os repasses de verbas da União para os Estados, abertura de novos leitos de UTIs e aquisição de equipamentos médicos.

Os governadores reclamam de demora nos repasses e questionam os critérios para distribuição dos R$ 8 bilhões anunciados pelo ex-ministro Luiz Henrique Mandetta para a área da saúde.

Eles também reclamam também da concorrência com o governo federal na compra de equipamentos de proteção (EPIs), testes e respiradores. Com base em uma lei aprovada há duas semanas, o governo federal tem requisitado a totalidade dos equipamentos produzidos no Brasil, deixando aos estados apenas a opção de comprar no exterior, onde enfrentam a concorrência de países como os EUA.

O governadores do Nordeste enviaram ao governo federal a sugestão de que os cerca de 15 mil brasileiros que cursaram medicina no exterior e aguardam a validação de seus diplomas sejam incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e possam fazer parte de uma brigada emergencial de combate à covid-19.

Também deve entrar na pauta da reunião, caso Teich aceite o convite, qual será a postura do novo ministro em relação às medidas de distanciamento social adotadas no último mês e alvo de críticas do presidente Bolsonaro. (Portal Terra)