
A expectativa para o crescimento econômico do Brasil foi reduzida mais uma vez na pesquisa Focus do Banco Central divulgada na segunda-feira (3), após o país voltar a registrar contração no primeiro trimestre.

A expectativa para o crescimento econômico do Brasil foi reduzida mais uma vez na pesquisa Focus do Banco Central divulgada na segunda-feira (3), após o país voltar a registrar contração no primeiro trimestre.

Em tempo de crises no Brasil, principalmente moral na vida pública, o exemplo dos vereadores do município mineiro de Arcos, com cerca de 40 mil habitantes, poderia ser seguido de modo geral pela classe política. Eles aprovaram um projeto de lei que reduz em 80% os próprios salários.
Os vencimentos de cada parlamentar cairão dos atuais R$ 6.149 para R$ 1.229. O prefeito e os secretários municipais também terão os salários reduzidos em 50% e 20%, respectivamente. A redução dos salários só depende agora da sanção do prefeito do município.
(Do Congresso em Foco)

O todo poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, o ‘Posto Ipiranga’ do presidente Jair Bolsonaro, parece não desfrutar mais dessa condição. Após sua declaração publicada na revista Veja, que pegará um avião e vai embora se a Reforma da Previdência for transformada em ‘reforminha’, teve que engolir uma resposta no minimo intrigante.
“Ninguém é obrigado a continuar como ministro meu. Logicamente, ele está vendo uma catástrofe. E é verdade, concordo com ele se nós não aprovarmos uma reforma muito próxima da que nós enviamos para o parlamento..”, disse Bolsonaro em solo nordestino nesta sexta-feira (24).

Uma cena curiosa no plenário da Câmara Federal na noite de ontem quarta-feira (22), chamou atenção durante a votação da MP 870, cujo o resultado da votação devolveu o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ao Ministério da Economia.

Enquanto vários deputados do PSL, inclusive a líder do governo Joice Joice Hasselmann, faziam ‘lives’, Sérgio Moro e Bolsonaro eram derrotados, com muitos votos de parlamentares da base do governo.
Os governistas usavam as redes sociais para defenderem a permanência do COAF sob o comando do Ministério da Justiça como queria Moro, já no plenário da Câmara, a oposição articulava e acabou aplicando mais uma derrota no governo Bolsonaro por 228 votos a 210.
(Com informações de O Globo)

A Câmara Federal aplicou mais uma derrota fragorosa ao governo Bolsonaro na noite desta quarta-feira (22). Com 228 votos os deputados tiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) das mãos de Sérgio Moro Ministro da Justiça.
O deputado federal Marcio Jerry (PCdoMA), nas redes sociais comemorou o resultado da votação e disse que o COAF volta ser um órgão do Estado Brasileiro.
“Aprovamos na Câmara que o COAF não é aparelho de Sérgio Moro, mas sim um órgão do Estado brasileiro. COAF no lugar em que sempre esteve : Ministério da Economia”, disse.
Apenas 210 deputados votaram para o órgão ficar sob controle do ex-juiz da Lava-Jato. Quatro parlamentares se abstiveram. O resultado faz o Coaf voltar para o Ministério da Economia.
A Medida Provisória precisa passar ainda pelo Senado, mas o resultado mostra que a relação do Governo com o Congresso continua difícil. A saída do Coaf do Ministério da Justiça é uma derrota pessoal de Sérgio Moro.


Em reunião nesta quarta-feira (6), do governador Flávio Dino com os secretários Jefferson Portela (Segurança), Diego galdino (Cultura) e Rodrigo Lago (Comunica e Articulação Política) foram apresentado o balanço parcial do Carnaval de 2019 no Maranhão.
A divulgação oficial será realizada na quinta-feira (7), em dois momentos. Pela manhã às 10h, no Palácio dos Leões, os Secretários Diego Galdino e Rodrigo lago falarão à imprensa sobre o resultado da movimentação hoteleira, econômica e da festa nos locais do evento.
Às 15h será a vez do Secretário Jefferson Portela revelar o resultado oficial na área de Segurança Pública durante o Carnaval na capital e interior do estado.
“Temos um balanço positivo, com bons números para a economia e o turismo no período do carnaval. Destacamos também o bom trabalho da equipe da segurança pública, importante componente para termos um carnaval tranquilo”, destacou o governador Flávio Dino.

O debate sobre a importância dos bancos públicos será realizado em São Luís na próxima segunda-feira, 14 de janeiro. O presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, e o governador Flávio Dino estão entre os participantes
Após passar por São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Teresina (PI), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Natal (RN) ano passado, a série “Diálogos Capitais, será retomado em 2019 pelo Maranhão.
O evento será realizado em São Luís (MA), a partir das 18h30 da próxima segunda-feira (14), no Convento das Mercês, Auditório Pe. Antonio Vieira. Com entrada franca, o tema será “Bancos públicos sob ataque: desafios, riscos e perspectivas”. O evento é promovido pela Fenae, em parceria com a revista CartaCapital.
Entre os participantes já confirmados estão o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, o governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, e o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, Professor Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp.
Eles e os demais convidados vão tratar das privatizações prometidas pelo governo Bolsonaro e o futuro dos bancos públicos, que têm papel determinante no desenvolvimento do país. O debate também será transmitido ao vivo nos perfis da Fenae e da CartaCapital no Facebook.
(Informações Fenae)