O espancamento e morte do homem negro, João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, ocorrido em unidade do Carrefour, em Porto Alegre, na véspera do dia da Consciência Negra, é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.
Os autores são dois seguranças do estabelecimento que estão presos, um deles policial militar.
Em nota o Carrefour disse lamentar o ocorrido, que romperá o contrato com a empresa de segurança e demitirá o gerente da loja no momento da agressão.
Deputado, Márcio Jerry, vive-líder do PCdoB na Câmara Federal, e o Senador Weverton (PDT), únicos da bancada do Maranhão no “Top 100 #FSBinfluênciaCongresso”
O deputado federal Márcio Jerry, líder do PCdoB na Câmara Federal, é o parlamentar maranhense mais influente no 1º semestre de 2020. É o que aponta o levantamento divulgado nesta quarta-feira (22), pela FSB, maior agência de comunicação da América Latina.
A pesquisa monitorou as publicações dos deputados federais e senadores de 1º de janeiro e 30 de junho.
Entre os 589 parlamentares, Jerry ocupa a 68ª posição. O segundo melhor colocado do Maranhão é o senador Weverton Rocha (PDT), que está em 88º lugar.
Eles são os únicos da bancada do Maranhão no “Top 100 #FSBinfluênciaCongresso”. Em terceiro lugar aparece o deputado Juscelino Filho (DEM), na 121ª colocação.
O método de monitoramento da FSB analisa o grau de engajamento de todas as publicações feitas pelos parlamentares no Facebook, no Instagram e no Twitter. É calculado seguidores, publicações, alcance das publicações e o engajamento (curtidas, comentários e compartilhamentos) em cada rede social.
Estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FespSP), obtido em primeira mão pelo Valor, mostra que robôs foram responsáveis por mais da metade das publicações favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro no Twitter. Por meio de ferramentas de ciência de dados, as professoras Rose Marie Santini, da UFRJ, e Isabela Kalil, da Fesp, demonstram que robôs responderam por 55% dos 1,2 milhão de posts que usaram a expressão #BolsonaroDay para homenagear o presidente em 15 de março, dia de atos de rua pró-governo.
A pesquisa identificou a ação de 23,5 mil usuários não humanos a favor do presidente em um universo total de 66 mil usuários que publicaram a “hashtag” naquele dia. É um exército de “bots” e ciborgues criados, cultivados e programados para fazer bombar o assunto que for conveniente para quem os comanda, no exato momento escolhido para o ataque.
A essa tropa somam-se 1,7 mil contas que publicaram sobre #BolsonaroDay e, horas depois, foram apagadas do Twitter. O comportamento, segundo as pesquisadoras, é típico de bots. Antes de sumir, o grupo foi responsável por 22 mil tuítes a favor de Bolsonaro.
As informações foram processadas no software com inteligência artificial “Gotcha”. O classificador de bots foi desenvolvido nos últimos dois anos pelo Laboratório de Microssociologia e Estudo de Redes (NetLab) da UFRJ, com apoio da startup Twist System. A parceria com o Núcleo de Etnografia Urbana (NEU) da Fesp consistiu em treinar, ao longo de um ano, o algoritmo para funcionar com base em um banco de dados de temas relacionados à política brasileira.
Os grupos são coordenados por Marie, no Rio, e Isabela, em São Paulo, e reúnem 12 pesquisadores.
O “Gotcha”, referência ao termo em inglês para “te peguei”, tem funções semelhantes ao americano “Botometer”. A ferramenta da Universidade de Indiana é usada para identificar a participação de robôs em redes sociais para conteúdos em língua inglesa. Foi com o processamento do “Botometer” que um estudo da Universidade de Oxford apontou que, em 2016,18% do conteúdo das eleições americanas e 32% dos posts sobre Brexit vieram de bots. Esses momentos são referências internacionais da manipulação das redes por robôs – superados agora de longe pelos 55% de tuítes pró-Bolsonaro.
“Um uso massivo de robôs não quer dizer necessariamente que aquela campanha nas redes sociais está fraca e precisou sser inflada”, explica a doutora em Antropologia Social e autora do estudo Isabela Kalil. “O bot não vota nem adoece de covid-19, por exemplo, mas influencia a forma como os humanos votam e se previnem ou não diante de uma pandemia.”
Os atos de 15 de março aconteceram nos primeiros dias da eclosão do coronavírus no Brasil. Na época, a recomendação das autoridades de Saúde já era para que se evitasse aglomerações. Depois de convocar as manifestações via WhatsApp, Bolsonaro tinha desestimulado as pessoas a irem às ruas em live no Facebook. No domingo, os atos aconteceram com público pequeno.
A surpresa foi a aparição do presidente no meio da concentração de gente em Brasília. Ele apertou a mãos de apoiadores e tirou selfies. Bolsonaro tinha voltado dos Estados Unidos dias antes, em uma comitiva em que vinte pessoas vieram contaminadas com coronavírus. O presidente diz que seu teste para a doença deu negativo.
Se, nas ruas, a movimentação foi reduzida nesse dia, nas redes ela explodiu. #BolsonaroDay entrou nos Trending Topics mundiais do Twitter, ou seja, foi um dos dez assuntos mais falados no globo. “Como as redes sociais foram criadas para a interação entre pessoas, há um subtexto de que o que está no Twitter é a voz do povo”, analisa Marie Santini, pós-doutora em Ciência da Informação e autora da pesquisa. “Mas as redes sociais são passíveis de muita manipulação.” (Valor Econômico)
Mais um vez o senador Roberto Rocha (PSDB) deu o que falar nas redes sociais. A nova do senador foi postar um vídeo sobre o carnaval com imagens de carnavais de outros estados como Rio de Janeiro e Bahia.
Faz tanto tempo que o senador, mais conhecido como ‘Asa de Avião’, não pisa no Maranhão que precisa recorrer a um avatar virtual para dizer que gosta de carnaval.
O senador usou no máximo uns vídeos da internet na passarela do samba em São Luís para não usar imagens do carnaval do Governo do Maranhão com o já consolidado circuito da Beira-mar. (Informações do Blog Marrapá)
Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (24), pelo jornal Folha de S. Paulomostra que mais da metade da população brasileira (51%) desistiu de comentar sobre política só no WhatsApp. A motivação foi para evitar brigas e confusões principalmente com parentes e amigos.
O estudo também demonstra que 59% dos entrevistado acreditam que as redes sociais divulgam mais fake news assim desinformando, mas 77% acha que as redes dão voz aos ‘anônimos’ na sociedade.
O número de pessoas que seguem o presidente Jair Bolsonaro de acordo com a pesquisa é de 18%. Sobe para 27% em simpatizantes do PSL e 31% nos que ganham mais de 10 salários mínimos.
54% acreditam que as redes sociais são importantes para a classe política saiba o que a sociedade está discutindo, e 48% acham importantes canais de criação de movimentos sociais e políticos.
A pesquisa ouviu 2.948 pessoas nos últimos dias 5 e 6, em 176 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. As respostas da pesquisa se referem a comportamentos adotados de dezembro de 2018 a dezembro de 2019.
Os perfis nas redes sociais do mais ativo filho do presidente Jair Bolsonaro na internet sumiram nesta terça-feira (12). O próprio vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), teria apagado suas contas nas redes.
Licenciado de seu mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Carlos Bplsonaro vinha se dedicando à atividade de digital influencer nas redes sociais, criando diversos problemas para o pai, Jair Bolsonaro. (Revista Fórum)
Desembargador Cleones Cunha (Presidente do TRE-MA)/Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Regional Eleitora, desembargador Cleones Cunha, repudiou e fez um desabafo nesta quarta-feira (20), contra os ataques que vem sendo realizados contra a Justiça Eleitoral nas redes sociais.
“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, disse Cleones Cunha durante sessão no TRE-MA, e no TJMA.
Os ataques se intensificaram após o STF decidir que julgamentos de Caixa 2, devem ser julgadas no âmbito da Justiça Eleitoral. Os contrários à justiça especializada alegam que em outros países não existe , totalmente desnecessária e que atenderia apenas aos interesses da corrupção política.
“Só quem não conhece a Justiça Eleitoral brasileira pode falar isso; ou quem tem outros interesses por trás disso. A justiça eleitoral, que foi criada em 1932. No Brasil, está atingindo um patamar de fazer inveja aos países mais civilizados do primeiro mundo. Ninguém ou nenhum país faz uma eleição como fizemos em 2018 e se tem o resultado antes do final do dia da eleição”, destacou o desembargador.