Covid-19: Dino aciona STF para governadores terem liberdade para comprar vacinas

O governador Flávio Dino (PCdoB), disse ao site Metrópoles, que ingressou com uma ação STF, para que os estados possam comprar vacinas contra Covid-19 direto dos fabricantes.

A medida judicial solicita, ainda, que as aquisições não dependam da validação dos imunizantes pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Estamos entrando com uma ação judicial para que o Supremo autorize, independentemente da Anvisa, que o estado possa comprar diretamente, desde que haja validação de uma das quatro principais agências de vigilância sanitária do mundo. Ou seja, das agências dos Estados Unidos, da União Europeia, da China e do Japão”, informou Flávio Dino.

Flávio Dino também falou sobre as Eleições 2022, Frente Ampla e possibilidade de enfrentar Jair Bolsonaro nas urnas, mas ressaltou que isso não pode ser um desejo e projeto apenas seu.

 “..uma candidatura em nível nacional depende de um projeto coletivo forte..”, ponderou Dino.

Obra de alargamento na Jerônimo de Albuquerque chega na rotatória da Cohab

Iniciada nova fase da obra de alargamento da Avenida Jerônimo de Albuquerque. Executada em do governo do estado e prefeitura de São Luís, agora está concentrada na rotatória da Cohab.

Os trabalhos referentes à 2ª etapa vão desde a entrada do condomínio Ipem-Angelim até as proximidades da entrada do bairro Bequimão. No total, 1.062 metros de comprimento, trecho que terá uma ampliação de 5 metros na largura, sendo 3,5m de pista e 1,5m de passeio. 

Nesta frente, os serviços estão em etapa final de construção do muro de contenção no condomínio Ipem-Angelim, o que inclui rampa de acessibilidade, escada e a fixação das grades de proteção. Na área localizada mais próxima à entrada do bairro Bequimão está sendo realizada a drenagem profunda. Em seguida, os trabalhos prosseguem com terraplenagem e pavimentação em frente ao muro de contenção; continuação da drenagem profunda na Rua Tarquínio Lopes e realocação dos postes para andamento da drenagem profunda em toda a extensão do trecho incluído nesta segunda etapa. 

Edivaldo Júnior aumenta tempo de uso do Bilhete Único de 1h para 2h

De malas prontas para deixar a Prefeitura de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), segue anunciando ações na reta final da sua administração, nesta segunda-feira, dia 7, aumentou o tempo de uso do Bilhete Único no transporte coletivo na capital de 1 h para 2 h.

“..O Bilhete Único, implantado em 2015, representa ganho de tempo e também economia ao cidadão. Seguimos trabalhando e melhorando a vida da população..”, destacou Edivaldo Júnior.

O beneficio criado em 2015, foi defendido por vários candidatos a prefeito da capital em 2020, com propostas apara melhorá-lo. O prefeito eleito, Eduardo Braide (Pode), sobre o Bilhete Único, propôs ampliar o tempo e fazer com que o crédito não zere ao final do ano.

“.. Vamos ampliar o tempo do bilhete único e fazer com que as pessoas não percam o crédito do cartão de passagem no final do ano. O crédito não vai mais zerar de um ano para o outro…”, Braide na campanha.

Maioria no STF se posiciona contra reeleição de Maia e Alcolumbre

O STF barrou a possibilidade de reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), respectivamente na Câmara e Senado Federal.

Se posicionaram a favor da reeleição: Gilmar Mendes, Alexandre de Morais, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Foram contra: Marco Aurélio, Roberto Barroso, Luis Fux, Rosa Weber e Edson Fachin.

O ministro Nunes se posicionou parcialmente autorizando apenas a reeleição de Davi Alcolumbre no Senado.

Márcio Jerry recomenda autocrítica a ‘futurologistas’ na blogosfera

O deputado federal, Márcio Jerry (PCdoB), reagiu neste sábado, dia 5, às previsões de futuros cenários políticos eleitorais no Maranhão, após as eleições municipais, relacionadas à base de apoio ao governador Flávio Dino.

Para Márcio Jerry, um comportamento ‘chato ocorrido depois de cada eleição’.

Setores da imprensa, principalmente na blogosfera, intensificaram a especulação de uma espécie de crise no grupo governista, com vistas ao pleito de 2022, tendo como destaque a disputa para cargo de governador.

STF atropelar Constituição choca tanto quanto nossa indignação seletiva

* Leonardo Sakamoto

Óbvio que permitir a reeleição de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre (DEM) ao comando da Câmara dos e do Senado dentro de uma mesma legislatura é casuísmo e passa por cima do que está na Constituição Federal. O que surpreende não é o Supremo Tribunal Federal vir a tomar tal decisão, mas muita gente boa ficar surpresa apenas com ela.

Quando a Constituição é atropelada “por uma boa causa” (na opinião de quem atropela, claro), não raro, minimiza-se. Alguém grita “levanta e deixa de frescura”, diz que é pelo bem do país ou no máximo entrega um band-aid para estancar a hemorragia. Afinal, ela tem 32 anos, aguenta o tranco – devem pensar. Em outros casos de atropelamento, porém, trombeteia-se o apocalipse zumbi.

Há quem, sistematicamente e coerentemente, critique quando a Justiça passa por cima da lei escrita. Mas também há quem reclame apenas quando isso vai contra aquilo que acha certo, usando como justificativa que o caso é grave e que estamos à beira de um colapso.

A verdade é que o colapso já chegou. Apenas nos indignamos seletivamente diante dele. Talvez para não reconhecermos que o colapso se tornou aquilo que chamamos de cotidiano.

Por exemplo, em abril, o STF atropelou o texto constitucional ao permitir redução de salários e jornada de trabalho sem passar por acordo coletivo com sindicatos para quem ganha até R$ 3.135 ou mais que R$ 12.202,12, chancelando uma Medida Provisória de Jair Bolsonaro. Que poder de negociação tem um trabalhador pobre sozinho? Muitos patrões disseram que a medida ajudava a agilizar a proteção de empregos, mas muitos trabalhadores discordaram e afirmaram que ela os jogava na cova dos leões.

Vale voltar um pouco nessa história. O processo de impeachment esgarçou instituições para se consumar e passou por cima de muita coisa. Para seus artífices, era preciso retirar Dilma Rousseff, e, diante disso, tudo era possível – de entregar a condução do processo a um notório gangster que transformou a Câmara dos Deputados em seu playground particular e hoje está preso, sendo lembrado por seus tuítes mediúnicos, até aceitar uma acusação frágil, baseada naquilo que todos os governos fizeram antes dela.

Que seu governo estava ruim na economia e vivia em guerra com povos indígenas em nome de um conceito predatório de desenvolvimento, isso é inegável. Mas a partir do momento que você joga fora as regras que construímos legalmente para viver em mínima harmonia, diante de suas necessidades particulares e imediatas ou da opinião de seu grupo, isso abre uma ferida. Que não se fecha facilmente. E infecciona. E depois, quando você menos espera, te engole.

A indignação seletiva e sua prima, a seletividade judicial, não nasceram com o impeachment. Fazem parte das estruturas que mantém as coisas como são, beneficiando um grupo pequeno diante do grosso da população. Mas ele piorou tudo. E ajudou a produzir mutações.

O processo de derretimento das instituições e do respeito da sociedade a elas não pode ser freado do dia para a noite após iniciado. Demanda nova pactuação política e social, aliada a muito suor em articulações para a construção de consensos.

Sabíamos, em 2016, que a reação em cadeia nos levaria inexoravelmente para o buraco. Leia-se por “buraco” a eleição, por vias democráticas, de uma figura antidemocrática em 2018, cavalgando o discurso de que traria soluções (autoritárias) para uma população cansada do clima de “vale tudo” e de “ninguém é de ninguém”.

Eleito, Bolsonaro aprofundou o processo de esgarçamento, engolindo instituições de monitoramento e controle para servirem às suas necessidades. Receita Federal, Coaf, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República, Incra, Ibama, ICMBio, Funai. Trava uma guerra com o próprio Supremo, que tem segurado a peteca, muitas vezes de forma torta.

Da planície, seguidores do presidente sentem-se empoderados com o atropelo de regras e fazem sua própria lei. Armados de balas e de ignorância, ameaçam, matam, desmatam, atemorizam a população.

A corte, por sua ação e inação, por dar pesos diferentes a crimes semelhantes dependendo do réu, por se calar quando precisávamos que reafirmasse a Constituição e por passar por cima dela quando bem quis, também é responsável pelo esgarçamento institucional que vivemos.

Parte da sociedade, que incentivou isso, também. Discurso e prática deveriam ter sido outros há muito. Infelizmente, o tempo para prevenir passou e, agora, o jeito vai ser remediar o que for possível. Se, é claro, formos capazes de defender a Constituição, mesmo quando ela vai de encontro aos nossos desejos e interesses.

Edivaldo Holanda Jr e Eduardo Braide oficializam processo de transição em São Luís

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), se reuniu com o prefeito-eleito, Eduardo Braide (Pode), na tarde desta desta sexta-feira, dia 4, no Palácio de Lá Rardière, sede do governo municipal na capital maranhense.

O encontro marcou de modo oficial o processo de transição para os próximos quatro anos na administração municipal.

A equipe indicada por Eduardo Braide é formada por: Dra. Marília Gomes (Servidora Pública), Flávio Olímpio (Advogado e Contador), Elisabeth Castelo Branco (Professora) e Max Barros (Engenheiro Civil).

Reprovação de Bolsonaro supera aprovação diz pesquisa Exame/Idea

Do Exame/Idea

A aprovação do governo do presidente Bolsonaro, que estava em 41% há duas semanas, caiu para 35%. A desaprovação passou de 31% para 38%. 

É a primeira vez em dois meses que avaliação negativa supera a aprovação. Aqueles que consideram o governo regular somam 27%.

A queda da aprovação e o aumento da desaprovação coincidem com o último mês do pagamento do auxílio emergencial, criado durante a pandemia de covid-19, e que acaba em dezembro.