Integrante MBL volta se envolver em confusão, dessa vez com Rogério Cafeteira

 

mbl
Gustavo Carvalho/Foto: Reprodução

No último dia 21 julho, Gustavo Carvalho, integrante do MBL (Movimento Brasil Livre), abordou Flávio Dino e tentou constrange-lo no Aeroporto de São Luís, o governador retornava de viagem com a família. Na noite de ontem, quinta-feira (8), na abertura dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) 2019, Gustavo se envolveu em mais um imbróglio, dessa vez com o Secretário Estadual de Esporte, Rogério Cafeteira.

No site do MBL, Gustavo diz que Cafeteira o atacou com um mata-leão, e aproveitou para lhe dá um soco no estomago. Em seguida após se livrar do segurança e correr foi perseguido pelo secretário que o teria alcançado e imobilizado perdeu a consciência e levaram o seu celular.

De acordo com as informações obtidas no local Gustavo Carvalho estava na festa de lançamento dos jogos rondando e fazendo provocações ao secretário estadual de Esporte e Lazer, Rogério Cafeteira.

Cafeteira deu de ombros e respondeu com tranquilidade aos esperneios do militante mirim. “Tão bobão”, disse o secretário.

Uma cunhada de Cafeteira, no entanto, acabou se incomodando com as investidas de Gustavo Carvalho e quis interromper a filmagem que o líder do MBL tentava fazer em suposto “tom denúncia”. Após ser vítima de agressão de Carvalho, a cunhada revidou, e em legítima defesa, arranhou o pescoço do rapaz.

Cafeteira relatou o acontecido (leia abaixo) e sua isenção no lamentável episódio. Apesar disso, Gustavo Carvalho divulgou vídeo onde ele chama Cafeteira de “vagabundo” e acusa o secretário de agressão – que não existiu.

Chama atenção que Gustavo Carvalho enquadrou o secretário Rogério Cafeteira como “comunista”, em referência ao governador Flávio Dino, que é do PCdoB, partido de esquerda ojerizado pelo ideário de extrema direita defendido pelo MBL.

O problema é que Cafeteira é do DEM, partido umbilicalmente ligado ao MBL. Membros do MBL divulgaram o vídeo tentando chamar a atenção de líderes nacionais do movimento, como o deputado federal Kim Kataguiri. Em vão. Nem mesmo o MBL nacional se pronunciou sobre a falsa polêmica.

Gustavo Carvalho se diz líder do MBL no Maranhão, mas em suas redes sociais ele afirma que mora longe do estado, no Canadá.

Leia abaixo o relato de Cafeteira:

Sobre o acontecido que vem sendo divulgado em alguns grupos, sobre uma suposta agressão minha, venho esclarecer: na saída da festa de abertura do JEM’s, fui abordado por um rapaz – que soube somente depois que se tratava de Gustavo Carvalho do MBL. Após ele fazer uma gravação, tentando me constranger, eu apenas respondi pra ele: “tão bobão”.

Vendo esta cena, minha cunhada puxou o telefone da mão dele, por achar que foi desrespeitoso. Em seguida, ele a agarrou e iniciou uma briga.

Ela foi agredida, ofendida de “vagabunda” e arranhou ele durante a confusão.

Acreditando que sempre a verdade prevalece, ele terá oportunidade de comprovar a acusação e a mulher agredida de buscar as reparações devidas.

(Informações do Blog Marrapá com edição)

Revista Veja revela que o Brasil esteve à beira de uma Convulsão Social, o ápice seria 10 de Abril

 

dias-toffoli-16.jpg
Dias Toffoli: “O Supremo deve ter esse papel moderador, oferecer soluções em momentos de crise” (Cristiano Mariz/VEJA)

Matéria publicada nesta sexta-feira (9), pela revista Veja, revela que uma ação iniciada pelo ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), barrou um provável  impeachment  do presidente Jair Bolsonaro.

Na entrevista, Dias Toffoli, conta que costurou um acordo nos primeiros meses do ano com os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foram várias encontros e temas tratados, entre eles, um movimento pró-impeachment de Bolsonaro e julgamentos que poderiam resultar na libertação de Lula.

De acordo com o ministro Toffoli, estava em andamento um processo de convulsão social no país. Havia insatisfação de militares, classe política e de empresários, incomodados com a forma que o presidente Bolsonaro começou conduzir o país.

Veja aqui a entrevista com Dias Toffoli

Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas

 

Por Leandro Fortes 

Entre julho de 1944 e janeiro de 1945, as tropas soviéticas que marchavam sobre a Polônia, em direção a Berlim, foram se deparando, aos poucos, com o horror dos campos de concentração montados pelos nazistas para exterminar judeus, ciganos, homossexuais, prisioneiros de guerra e opositores do regime. Belzec, Sobibor, Treblinka e, finalmente, Auschwitz.

Diante da devastadora investida do Exército Vermelho, os nazistas optaram por uma tática desesperada: remover os prisioneiros dos campos e enviá-los para o interior da Alemanha, de modo que morressem durante a marcha de remoção ou quando chegassem a seu destino, nas entranhas do III Reich, vítimas de inanição, doenças ou, simplesmente, exaustão.

Remover presos submetidos a maus tratos – ou mortos sob tortura – também foi um expediente das ditaduras militares implantadas pela CIA no continente americano, nos anos 1960 e 1970, de modo a negar a responsabilidade do Estado em atentados contra os direitos humanos. No Brasil, não foi diferente.

Enfim, fascistas gostam de ranger os dentes e destilar ódio, mas são extremamente covardes na hora de assumir responsabilidades sobre seus atos.

A tentativa de remoção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, para uma penitenciária, em São Paulo, obedece a essa mesma lógica nazista, mas é ainda mais covarde, porque feita por juízes, servidores públicos que deveriam aplicar a lei, não manipulá-la. E, pior, em nome de uma estratégia vil, abjeta, mesquinha.

O fato é que a turma de Sérgio Moro dobrou a aposta sem as fichas necessárias, apavorada com a possibilidade cada vez mais palatável de o Supremo Tribunal Federal tornar nula a sentença de prisão contra Lula. Com a ajuda dos acólitos que mantém no Poder Judiciário, Moro ordenou a remoção de Lula para São Paulo, sob os gritinhos do bufante João Dória, na esperança de vê-lo morrer – do coração, de desgosto, de estoque ou de bala – antes de vê-lo ser solto, ao arrepio de sua obsessão e de seu desejo doentio pelo ex-presidente petista.

Por 10 x 1, o STF vetou a remoção de Lula.

Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas.

PT chama transferência de Lula para Tremembé de ato de perseguição

 

“Lula sequer deveria estar preso em lugar nenhum porque é inocente e foi condenado numa farsa judicial”, traz a nota subscrita por Gleisi, Pimenta e Humberto Costa

NOTA

1) A decisão de transferir o presidente Lula de Curitiba para São Paulo é de exclusiva responsabilidade da Superintendência da Polícia Federal do Paraná, que solicitou a medida, e da juíza de Execuções Penais Carolina Lebbos, que deferiu o pedido sem considerar os argumentos da defesa do ex-presidente.

2) Lula não deveria estar preso em lugar nenhum porque é inocente e foi condenado numa farsa judicial. Não deveria sequer ter sido julgado em Curitiba, pois o próprio ex-juiz Sergio Moro admitiu que seu processo não envolvia desvios da Petrobrás investigados na Lava Jato.

3) A decisão da juíza Carolina Lebbos caracteriza mais uma ilegalidade e um gesto de perseguição a Lula, ao negar-lhe arbitrariamente as prerrogativas de ex-presidente da República e ex-Comandante Supremo das Forças Armadas.

4) O Partido dos Trabalhadores exige que os direitos de Lula e sua segurança pessoal sejam garantidos pelo estado brasileiro, até que os tribunais reconheçam a sua inocência, a parcialidade da sentença de Moro e a ilegalidade da prisão, onde quer que seja cumprida.

Gleise Hoffmann, presidenta nacional do PT
Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados
Humberto Costa, líder do PT no Senado Federal

Brasília, 7 de agosto de 2019

Para Flávio Dino o ex-presidente Lula já era para está no semi-aberto

 

Dino e Lula
Foto: Reprodução

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Judicial de Curitiba, no Paraná, determinou na manhã desta quarta-feira (7), a transferência de Lula para cumprir pena no Estado de São Paulo, a pedido da defesa do ex-presidente.

Para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que também é ex-juiz federal, o ex-presidente Lula já deveria está no regime semi-aberto.

“O ex-presidente Lula já tem direito ao regime semi-aberto há alguns meses. Aplicação literal do artigo 387, parágrafo 2º, do Código de Processo Penal. Não entendo as razões jurídicas para este óbvio direito lhe ser negado. A lei não é para todos?”, disse Flávio Dino no twitter.

Veja aqui a decisão da Juíza

 

‘Bolsonaro devia fazer conta ao invés de ficar falando besteiras na rua’ diz Weverton Rocha

 

Senador Weverton Rocha
Senador Weverton Rocha (PDT)/Foto: Reprodução

O senador Weverton Rocha (PDT-MA), durante a sessão ordinária desta terça-feira (6), a primeira após o recesso parlamenta, contribuiu para fazer coro às críticas a Bolsonaro, por senadores do Nordeste.

Para ele, enquanto Bolsonaro fica falando besteiras e dividindo o país ainda mais, questões sérias e importantes para o Brasil continuam sem avançar.

“.. impressiona como o presidente Bolsonaro trata toda uma reunião, como se achasse que apenas apertando um botão poderia dizer esqueça-os. Vamos anulá-los, tirá-los da Federação. O presidente Bolsonaro.., primeiro tem que fazer contas antes de ficar falando besteira no meio da rua. Ele precisa lembrar que no Senado o Norte e Nordeste somam 48 senadores, o suficiente para barrar qualquer coisa. Mas, não faremos porque temos responsabilidade..”, disse Weverton Rocha.

Erro
Este vídeo não existe

Lava Jato investigou Dias Toffoli: “..temos que ver como abordar esse assunto. Com cautela.”

 

toffoli-roberta-rangel-esposa-dallagnol
Montagem: Reprodução

Em novos diálogos revelados pelo Intercept Brasil e Folha do S. Paulo nesta quinta-feira (1º), mostram que o atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli e sua esposa Roberta Rangel, foram informalmente investigados por Delta Dallagnol e procuradores da Lava Jato em 2016.

Em 13 de julho, Dallagnol já havia levantado a questão com procuradores da Lava Jato. “Caros, a OAS touxe a questão do apto do Toffoli?”. E foi advertido por Sérgio Bruno Cabral Fernandes, de Brasília. “Temos que ver como abordar esse assunto. Com cautela.”

De acordo com a Constituição Federal, os ministros do STF não podem ser investigados por procuradores da primeira instância. Eles só podem ser julgados pelo próprio tribunal, onde quem atua em nome do Ministério Público Federal é o procurador-geral da República.

Veja aqui mais informações