No vídeo Neymar diz que foi vitima de uma armadilha e tentativa de extorsão…
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O presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (31), durante a Convenção Nacional das Assembleias de Deus Madureira, em Goiânia, criticou STF e propôs um ministro evangélico para a corte.
“O Supremo Tribunal Federal agora está discutindo se homofobia pode ser tipificada como racismo. Desculpem, ministros do supremo tribunal federal, a quem eu respeito, e jamais atacaria um outro Poder. Mas, ao que parece, estão legislando. O Estado é laico, mas eu sou cristão. Como todo respeito ao Supremo Tribunal Federal, existe algum, entre os 11 ministros, evangélico, cristão assumido? Não me vem à imprensa dizer que quero misturar Justiça com religião. Será que não está na hora de termos um ministro do Supremo Tribunal Federal evangélico?”, disse.
(Da Revista Forum)

De acordo com o site Uol, o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte informou nesta quinta-feira (30), que acionou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, na Justiça por danos morais. Na ação o MPF pede que ministro pague R$ 5 milhões, caso venha ser condenado.
Os procuradores mesmo incluindo a União, alegam na ação que há responsabilidade direta do ministro da Educação de Bolsonaro. O caso será analisado pela 10ª Vara Federal de Mossoró.
Uma das declarações do ministro Weintraub, que servem de base para a ação do MPF foi a que ele afirma que “universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”.
“Sua Excelência classificou o ambiente acadêmico e, portanto, os respectivos estudantes e professores como pessoas afetas a algazarra, confusão, desordem ou tumulto. Perceba-se que a consequência que Sua Excelência atribuiu a eventuais atos que, a seu juízo, configurariam balbúrdia não foi responsabilizar e individualizar os autores, mas sim atingir a todas as universidades com o citado corte de gastos”, MPF no Rio Grande do Norte

Humor também é coisa séria…

A assessoria do cantor Gabriel Diniz, conhecido pela música ‘Jenifer’, confirmou que ele estava entre os ocupantes da aeronave que caiu no inicio da tarde desta segunda-feira (27), em Estância (SE).
Nas proximidades do local do acidente foi encontrado o passaporte do cantor. No avião havia quatro pessoas, todas morreram. Gabriel Diz realizou um show na noite de ontem domingo (26), em Feira de Santana (BA).

Uma moradora da região disse que o avião passou por cima da casa dela e caiu em seguida. Foi ouvido um estrondo na região.

De acordo com o Com o Corpo de Bombeiros o avião de pequeno porte caiu em um mangue no povoado Porto do Mato, em Estância (SE), na região sul de Sergipe, no início da tarde desta segunda-feira (27).
(Com informações G1)

Uma cena curiosa no plenário da Câmara Federal na noite de ontem quarta-feira (22), chamou atenção durante a votação da MP 870, cujo o resultado da votação devolveu o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ao Ministério da Economia.

Enquanto vários deputados do PSL, inclusive a líder do governo Joice Joice Hasselmann, faziam ‘lives’, Sérgio Moro e Bolsonaro eram derrotados, com muitos votos de parlamentares da base do governo.
Os governistas usavam as redes sociais para defenderem a permanência do COAF sob o comando do Ministério da Justiça como queria Moro, já no plenário da Câmara, a oposição articulava e acabou aplicando mais uma derrota no governo Bolsonaro por 228 votos a 210.
(Com informações de O Globo)

A Câmara Federal aplicou mais uma derrota fragorosa ao governo Bolsonaro na noite desta quarta-feira (22). Com 228 votos os deputados tiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) das mãos de Sérgio Moro Ministro da Justiça.
O deputado federal Marcio Jerry (PCdoMA), nas redes sociais comemorou o resultado da votação e disse que o COAF volta ser um órgão do Estado Brasileiro.
“Aprovamos na Câmara que o COAF não é aparelho de Sérgio Moro, mas sim um órgão do Estado brasileiro. COAF no lugar em que sempre esteve : Ministério da Economia”, disse.
Apenas 210 deputados votaram para o órgão ficar sob controle do ex-juiz da Lava-Jato. Quatro parlamentares se abstiveram. O resultado faz o Coaf voltar para o Ministério da Economia.
A Medida Provisória precisa passar ainda pelo Senado, mas o resultado mostra que a relação do Governo com o Congresso continua difícil. A saída do Coaf do Ministério da Justiça é uma derrota pessoal de Sérgio Moro.

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP), disse nesta quarta-feira (22), diretamente ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que vai processá-lo por danos morais. Segundo a parlamentar, o ministro ao invés de responder seus questionamentos, ele divulgou o número do telefone pessoal dela e tentou constranger sua equipe.
“Cobrei planos e ações do MEC. O ministro respondeu divulgando meu telefone pessoal e tentando manchar a minha imagem e a da minha equipe. Usou dos mesmos mecanismos que emprega com os problemas da educação: polemiza e mente. Isso não é atitude de ministro”, disse Tabata Amaral.