


Aos 9 anos quando começou a fazer os primeiros talhos na seringueira, talvez o menino Chico não imaginasse que um dia seu nome estaria escrito no Livro dos Heróis da Pátria. Mas está lá!
Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, foi o primeiro brasileiro a receber, em 1985, o Prêmio Internacional Global 500, concedido pela Organização das Nações Unidas como reconhecimento a sua defesa ao meio ambiente.
Nasceu dentro da floresta, em 15 de dezembro de 1944, no seringal Porto Rico, na cidade acreana de Xapuri.
Sua memória está em museus, bibliotecas. Virou estátua, filme, série, poesia, enredo de escola de samba, música: de Paul McCartney a Luís Gonzaga. Pois é… o Rei do Baião também homenageou filho do casal de nordestinos.
Angela Mendes, filha mais velha de Chico, fala do sonho do pai, que era ver a floresta em pé.
Inconformado com a exploração do trabalho dos seringueiros e da floresta entrou no movimento sindical.
Filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi vereador. O trabalho no parlamento municipal, para ele, pouco podia contribuir com a luta pelo meio ambiente. Foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu.
Em defesa do meio ambiente, foi um dos organizadores de uma resistência pacífica que impedia o desmatamento: os empates.
Longe de ser unanimidade, virou alvo da sanha de alguns setores. O amigo Gumercindo Rodrigues destaca quem eram os inimigos de Chico Mendes.
Em 1987, o cineasta inglês Adrian Cowell lançou o documentário “Eu Quero Viver”, sobre Chico Mendes. A película deu os olhos do mundo para o ambientalista brasileiro e para Xapuri.
Em 22 de dezembro de 1988, foi assassinado dentro de casa a mando do fazendeiro Darly Alves. Trinta anos depois, há marcas de Chico Mendes por todo lado. Um legado que inclui a criação das reservas extrativistas após a sua morte. O ambientalista também dá nome ao órgão federal responsável pelo patrimônio natural brasileiro: o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Agencia Brasil

Independente de questões políticas e ideológicas é necessário reconhecer o trabalho do governador do Maranhão na condução das contas e destinos do estado nestes quatro anos de grandes dificuldades em todo país, com agravamento das crises política e econômica.
Também nas redes sociais Flávio Dino reconheceu que 2019, será difícil e conflituoso. “Estamos empenhado em cortar despesas, racionalizar procedimentos e ajustar receitas, para que consigamos atravessar o ano de 2019, que se figura difícil e conflituoso. Mas temos sempre muita fé. Deus proverá”, disse no twitter.
Esta semana os estados do Rio Grande Sul, Minas Gerais e Rio Grande Norte anunciaram que não conseguiram cumprir o pagamento do 13º, na data limite o último dia 20. Milhares de servidores estão sem o que comemorar neste fim de ano.
Um não tem previsão de quando pagará o 13º, outro que só agora conseguiu completar o pagamento de 2017, fará outro parcelamento de 12 vezes para pagar 2018, a partir de janeiro. O terceiro ficou de realizar uma reunião nesta sexta-feira (21), para definir um cronograma de pagamento dos servidores.

A Polícia Federal em Minias Gerais fez buscas nesta sexta-feira (21), no escritório de Zanone Manuel de OLiveira, advogado de Adélio Bispo de Oliveira que deu da facada em Bolsonaro, durante a campanha eleitoral. Os homens de preto querem saber quem está pagando a defesa de Adélio.
Os advogados têm mantido essa informação sob sigilo, e nem cogitam dizer, o que aguça mais a curiosidade dos investigadores. Adélio Bispo é investigado pelo atentado, após ser denunciado na Lei de Segurança Nacional.
A polícia quer descobrir se Adélio tem ligações com outras pessoas e grupos que podem ter encomendado ou ajudado no ataque. A polícia investiga e-mails, dados telefônicos e conversas do acusado nos últimos cinco anos. Por enquanto o entendimento que se tem é que ele agiu só.
Do Congresso em Foco

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, avisou durante ato do Partido Socialista Unido, que em seu país a direita não fará o mesmo que fez no Brasil. Ele ainda classificou de “louco” o general Mourão, vice de Jair Bolsonaro, por declarar que o fim do governo maduro estaria próximo.
“A Venezuela não é o Brasil. Aqui não vai ter um Bolsonaro. Aqui será o povo e o chavismo por muito tempo(…). Bolsonaro aqui não teremos nunca, porque nós construímos a força popular”, declarou Maduro.
Para Maduro, há um complô orquestrado pelos Estados Unidos, para derrubá-lo e assassiná-lo, com apoio do Brasil e da Colômbia.
“Aqui o espero, com milhões de homens e mulheres e com as Forças Armadas (…). Aqui lhe espero, Mourão, venha pessoalmente”, desafiou Maduro em um inflamado discurso.
Maduro inicia no próximo dia 10 de janeiro um segundo mandato, de seis anos, após ser reeleito em votação boicotada pela oposição e denunciada por Estados Unidos, União Europeia e vários países da América Latina.
Maduro garantiu que John Bolton, assessor de Segurança Nacional dos EUA, deu instruções para “provocações militares na fronteira” entre Venezuela e Brasil em uma reunião com Bolsonaro.
Um dia após sua vitória eleitoral, em outubro, Bolsonaro descartou uma eventual intervenção militar na Venezuela, apesar das “sérias dificuldades” causadas pela “ditadura” de Maduro.
A pressão diplomática contra Maduro por parte de países vizinhos como Brasil e Colômbia aumenta diante da chegada de milhares de imigrantes venezuelanos que fogem da crise econômica em seu país.
Informações O Globo

BRASÍLIA – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta quinta-feira (20), ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de um inquérito que investigava o ex-senador José Sarney por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo Dodge, o crime já está prescrito – ou seja, não há mais possibilidade de punição, porque já se passou muito tempo desde os fatos apurados.
Como Sarney tem mais de 70 anos, por lei o prazo prescricional dos crimes é reduzido. Segundo Dodge, a acusação de corrupção prescreveu em 2016 e a de lavagem de dinheiro, em 2018. A decisão será tomada pelo relator da Lava-Jato, ministro Edson Fachin. No STF, a regra é haver o arquivamento quando há pedido da PGR.
Sarney foi acusado com outros integrantes da cúpula do MDB por suspeitas de desvio de dinheiro da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Segundo a denúncia apresentada pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os crimes ocorreram entre 2008 e 2012. O dinheiro alimentava os diretórios estaduais e municipais do então PMDB por meio de doações oficiais feitas por empresas contratadas pela Transpetro.
Segundo a investigação, Sarney teria recebido propina disfarçada de doações eleitorais por meio de doações aos diretórios estaduais do então PMDB no Maranhão e no Amapá pela empresa NM Serviços em 2008.
Informação O Globo
Em São Paulo, uma confusão protagonizada pelo ator-porno e deputado eleito Alexandre Frota, com militantes e políticos de esquerda foi o destaque da cerimonia de diplomação. Só faltou socos e pontapés, mas sobraram agressões verbais e empurrões para todo gosto.
A pacificação política no Brasil não foi alcançado com o resultado das urnas em 2018. Ao contrário, acirrou o ódio registrado antes, durante o depois do pleito. Difícil acreditar que após a posse do presidente Bolsonaro, em 1º de janeiro de 2019, isso venha ocorrer.
É provável que iremos viver um dos momentos políticos e sociais mais hostis da nossa história republicana.
No Estado de Minas Gerais, para deleite da plateia formada em sua maioria por familiares, amigos e correligionários as agressões na cerimonia chegou às vias de fato. Os deputados federais Cabo Junio Amaral (PSL), e Rogerio Correa (PT), se agrediram fisicamente. Trocaram socos e tapas literalmente.

Presos que estão no regime semiaberto, na área da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Grande São Luís, que abrange os municípios de São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e São Luís editou oficio onde colocam aptos à saída temporária de Nata 809 presos.
O oficio é assinado pelo juiz Márcio Brandão, titular da 1ª Vara. O benefício tem início às 9h da manhã de sexta-feira (21), e será encerrado às 18h, quinta-feira (27).
A saída temporária é concedida por ato motivado do juiz, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária. Para ter direito ao benefício, o interno do regime semiaberto precisa ter cumprido, no mínimo, 1/6 (primários) ou 1/4 da pena (reincidentes); apresentar comportamento adequado na unidade prisional, além da compatibilidade entre o benefício e os objetivos da pena.
Os internos deverão recolher-se às suas residências até as 20 horas e não poderão viajar para outro Estado. Os presos são proibidos: Ingerir bebida alcoólica, Portar armas, Frequentar festas, bares e/ou similares
A Lei de Execução Penal disciplina que o benefício da saída temporária será automaticamente revogado quando o beneficiário praticar fato definido como crime doloso; for punido por falta grave; desatender as condições impostas na autorização ou revelar baixo grau de aproveitamento do curso, quando for o caso. A recuperação do direito à saída temporária dependerá da absolvição no processo penal, do cancelamento da punição disciplinar ou da demonstração de merecimento do condenado.