Obra de alargamento na Jerônimo de Albuquerque chega na rotatória da Cohab

Iniciada nova fase da obra de alargamento da Avenida Jerônimo de Albuquerque. Executada em do governo do estado e prefeitura de São Luís, agora está concentrada na rotatória da Cohab.

Os trabalhos referentes à 2ª etapa vão desde a entrada do condomínio Ipem-Angelim até as proximidades da entrada do bairro Bequimão. No total, 1.062 metros de comprimento, trecho que terá uma ampliação de 5 metros na largura, sendo 3,5m de pista e 1,5m de passeio. 

Nesta frente, os serviços estão em etapa final de construção do muro de contenção no condomínio Ipem-Angelim, o que inclui rampa de acessibilidade, escada e a fixação das grades de proteção. Na área localizada mais próxima à entrada do bairro Bequimão está sendo realizada a drenagem profunda. Em seguida, os trabalhos prosseguem com terraplenagem e pavimentação em frente ao muro de contenção; continuação da drenagem profunda na Rua Tarquínio Lopes e realocação dos postes para andamento da drenagem profunda em toda a extensão do trecho incluído nesta segunda etapa. 

Edivaldo Júnior aumenta tempo de uso do Bilhete Único de 1h para 2h

De malas prontas para deixar a Prefeitura de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), segue anunciando ações na reta final da sua administração, nesta segunda-feira, dia 7, aumentou o tempo de uso do Bilhete Único no transporte coletivo na capital de 1 h para 2 h.

“..O Bilhete Único, implantado em 2015, representa ganho de tempo e também economia ao cidadão. Seguimos trabalhando e melhorando a vida da população..”, destacou Edivaldo Júnior.

O beneficio criado em 2015, foi defendido por vários candidatos a prefeito da capital em 2020, com propostas apara melhorá-lo. O prefeito eleito, Eduardo Braide (Pode), sobre o Bilhete Único, propôs ampliar o tempo e fazer com que o crédito não zere ao final do ano.

“.. Vamos ampliar o tempo do bilhete único e fazer com que as pessoas não percam o crédito do cartão de passagem no final do ano. O crédito não vai mais zerar de um ano para o outro…”, Braide na campanha.

Maioria no STF se posiciona contra reeleição de Maia e Alcolumbre

O STF barrou a possibilidade de reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), respectivamente na Câmara e Senado Federal.

Se posicionaram a favor da reeleição: Gilmar Mendes, Alexandre de Morais, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Foram contra: Marco Aurélio, Roberto Barroso, Luis Fux, Rosa Weber e Edson Fachin.

O ministro Nunes se posicionou parcialmente autorizando apenas a reeleição de Davi Alcolumbre no Senado.

Márcio Jerry recomenda autocrítica a ‘futurologistas’ na blogosfera

O deputado federal, Márcio Jerry (PCdoB), reagiu neste sábado, dia 5, às previsões de futuros cenários políticos eleitorais no Maranhão, após as eleições municipais, relacionadas à base de apoio ao governador Flávio Dino.

Para Márcio Jerry, um comportamento ‘chato ocorrido depois de cada eleição’.

Setores da imprensa, principalmente na blogosfera, intensificaram a especulação de uma espécie de crise no grupo governista, com vistas ao pleito de 2022, tendo como destaque a disputa para cargo de governador.

STF atropelar Constituição choca tanto quanto nossa indignação seletiva

* Leonardo Sakamoto

Óbvio que permitir a reeleição de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre (DEM) ao comando da Câmara dos e do Senado dentro de uma mesma legislatura é casuísmo e passa por cima do que está na Constituição Federal. O que surpreende não é o Supremo Tribunal Federal vir a tomar tal decisão, mas muita gente boa ficar surpresa apenas com ela.

Quando a Constituição é atropelada “por uma boa causa” (na opinião de quem atropela, claro), não raro, minimiza-se. Alguém grita “levanta e deixa de frescura”, diz que é pelo bem do país ou no máximo entrega um band-aid para estancar a hemorragia. Afinal, ela tem 32 anos, aguenta o tranco – devem pensar. Em outros casos de atropelamento, porém, trombeteia-se o apocalipse zumbi.

Há quem, sistematicamente e coerentemente, critique quando a Justiça passa por cima da lei escrita. Mas também há quem reclame apenas quando isso vai contra aquilo que acha certo, usando como justificativa que o caso é grave e que estamos à beira de um colapso.

A verdade é que o colapso já chegou. Apenas nos indignamos seletivamente diante dele. Talvez para não reconhecermos que o colapso se tornou aquilo que chamamos de cotidiano.

Por exemplo, em abril, o STF atropelou o texto constitucional ao permitir redução de salários e jornada de trabalho sem passar por acordo coletivo com sindicatos para quem ganha até R$ 3.135 ou mais que R$ 12.202,12, chancelando uma Medida Provisória de Jair Bolsonaro. Que poder de negociação tem um trabalhador pobre sozinho? Muitos patrões disseram que a medida ajudava a agilizar a proteção de empregos, mas muitos trabalhadores discordaram e afirmaram que ela os jogava na cova dos leões.

Vale voltar um pouco nessa história. O processo de impeachment esgarçou instituições para se consumar e passou por cima de muita coisa. Para seus artífices, era preciso retirar Dilma Rousseff, e, diante disso, tudo era possível – de entregar a condução do processo a um notório gangster que transformou a Câmara dos Deputados em seu playground particular e hoje está preso, sendo lembrado por seus tuítes mediúnicos, até aceitar uma acusação frágil, baseada naquilo que todos os governos fizeram antes dela.

Que seu governo estava ruim na economia e vivia em guerra com povos indígenas em nome de um conceito predatório de desenvolvimento, isso é inegável. Mas a partir do momento que você joga fora as regras que construímos legalmente para viver em mínima harmonia, diante de suas necessidades particulares e imediatas ou da opinião de seu grupo, isso abre uma ferida. Que não se fecha facilmente. E infecciona. E depois, quando você menos espera, te engole.

A indignação seletiva e sua prima, a seletividade judicial, não nasceram com o impeachment. Fazem parte das estruturas que mantém as coisas como são, beneficiando um grupo pequeno diante do grosso da população. Mas ele piorou tudo. E ajudou a produzir mutações.

O processo de derretimento das instituições e do respeito da sociedade a elas não pode ser freado do dia para a noite após iniciado. Demanda nova pactuação política e social, aliada a muito suor em articulações para a construção de consensos.

Sabíamos, em 2016, que a reação em cadeia nos levaria inexoravelmente para o buraco. Leia-se por “buraco” a eleição, por vias democráticas, de uma figura antidemocrática em 2018, cavalgando o discurso de que traria soluções (autoritárias) para uma população cansada do clima de “vale tudo” e de “ninguém é de ninguém”.

Eleito, Bolsonaro aprofundou o processo de esgarçamento, engolindo instituições de monitoramento e controle para servirem às suas necessidades. Receita Federal, Coaf, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República, Incra, Ibama, ICMBio, Funai. Trava uma guerra com o próprio Supremo, que tem segurado a peteca, muitas vezes de forma torta.

Da planície, seguidores do presidente sentem-se empoderados com o atropelo de regras e fazem sua própria lei. Armados de balas e de ignorância, ameaçam, matam, desmatam, atemorizam a população.

A corte, por sua ação e inação, por dar pesos diferentes a crimes semelhantes dependendo do réu, por se calar quando precisávamos que reafirmasse a Constituição e por passar por cima dela quando bem quis, também é responsável pelo esgarçamento institucional que vivemos.

Parte da sociedade, que incentivou isso, também. Discurso e prática deveriam ter sido outros há muito. Infelizmente, o tempo para prevenir passou e, agora, o jeito vai ser remediar o que for possível. Se, é claro, formos capazes de defender a Constituição, mesmo quando ela vai de encontro aos nossos desejos e interesses.

Edivaldo Holanda Jr e Eduardo Braide oficializam processo de transição em São Luís

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), se reuniu com o prefeito-eleito, Eduardo Braide (Pode), na tarde desta desta sexta-feira, dia 4, no Palácio de Lá Rardière, sede do governo municipal na capital maranhense.

O encontro marcou de modo oficial o processo de transição para os próximos quatro anos na administração municipal.

A equipe indicada por Eduardo Braide é formada por: Dra. Marília Gomes (Servidora Pública), Flávio Olímpio (Advogado e Contador), Elisabeth Castelo Branco (Professora) e Max Barros (Engenheiro Civil).

Reprovação de Bolsonaro supera aprovação diz pesquisa Exame/Idea

Do Exame/Idea

A aprovação do governo do presidente Bolsonaro, que estava em 41% há duas semanas, caiu para 35%. A desaprovação passou de 31% para 38%. 

É a primeira vez em dois meses que avaliação negativa supera a aprovação. Aqueles que consideram o governo regular somam 27%.

A queda da aprovação e o aumento da desaprovação coincidem com o último mês do pagamento do auxílio emergencial, criado durante a pandemia de covid-19, e que acaba em dezembro.

 

Maranhão aguarda Ministério da Saúde para executar plano de vacinação

O Maranhão está aguardando o cronograma do Ministério da Saúde para dar início à execução do plano de vacinação contra o coronavírus no estado.

“Existe um plano nacional de imunização, que é algo relevante e importante para o SUS. E agora há dez grupos de trabalho envolvendo secretários estaduais e municipais de saúde e o próprio Ministério da Saúde para a gente conseguir elaborar um plano de imunização para a Covid-19 (..) A gente ainda não tem prazo para saber quando chega ao país e ao nosso estado, mas é certo que vai haver uma coordenação nacional por parte do Ministério da Saúde, para que faça isso de maneira igual por todo o país assim que chegar (..) O Maranhão, juntamente com outros estados, vai estar nesse mesmo cronograma inicial do Ministério da Saúde”, diz o secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula. 

O Ministério da Saúde ainda não definiu qual vacina vai ser adquirida. Existe um compromisso inicial com a AstraZeneca, mas o Brasil também pode comprar outro tipo vacina. 

Etapas

Serão quatro etapas iniciais de imunização. A primeira vai envolver trabalhadores da saúde, idosos de 75 anos ou mais, pessoas com mais de 60 anos que estejam em instituições de longa permanência, como asilos, e a população indígena.

Na segunda fase, serão as pessoas de 60 a 74 anos. Na terceira, pessoas com comorbidades. Na quarta, professores e profissionais do sistema de segurança. 

“Da primeira à quarta fase, sai das pessoas mais frágeis para aquelas pessoas que trabalham no ambiente mais propenso à disseminação do vírus. Isso não quer dizer que, se você não estiver nestes quatro grupos, não vai ser imunizado. A imunização inicial vai ser para essas pessoas. O que a gente planeja é que, ao longo do ano de 2021, a gente possa imunizar o maior número de brasileiros”, acrescentou Carlos Lula.